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Mateus Olivotti
6 seguidores
36 críticas
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5,0
Enviada em 4 de novembro de 2020
Annie Hall é uma comédia romântica dirigida por Woody Allen e lançada em 1977.
O filme conta a história do romance entre Alvy Singer, um humorista neurótico que faz terapia a quinze anos e Annie Hall, uma cantora em início de carreira e que tem uma personalidade forte e bem diferente da de Alvy.
Uma das coisas mais divertidas do filme é a quebra da quarta parede, isso acontece com uma certa frequência no longa e todas as vezes são muito engraçadas(a cena da fila para o cinema é ótima). A química entre Woody Allen e Diane Keaton é ótima e ajuda ainda mais excelente roteiro também escrito por Allen, a claro, um dos maiores destaques do longa é a atuação de Diane Keaton, que na época até ganhou um Oscar pelo seu papel no filme.
Confesso que nunca fui muito fã de comédia romântica, pois eu acho a maioria delas clichê e "mais do mesmo', porém, em Annie Hall Woody Allen inovou o gênero trazendo uma comédia realmente engraçada e um romance ótimo e muito bem construído. Ao invés de trazer o romance de uma maneira sempre "linda" e sem problemas algum (como acontece na maioria das comédias românticas) Allen traz uma história mais realista e até mesmo pessimista.
Annie Hall é uma das melhores comédias românticas de todos os tempos e o segundo melhor filme da carreira de Woody Allen.
O filme pode ser considerado uma comédia romântica, mas num conceito bem diferente do que se tem atualmente por comédias românticas. Primeiro porque a comédia não é tão engraçada, ou, sob outro ponto de vista, trata-se de um humor inteligente (às vezes até demais). Ainda assim é possível umas boas risadas no desenrolar dos fatos. O mais marcante da história, no entanto, não está nos risos, mas sim na bela história do casal Alvy Singer e Annie Hall. Um relacionamento que inicia “aberto”, tendo ele quase que como um controlador, termina com ele buscando ser “controlado” por ela. Os personagens de certa forma se misturam em suas qualidades e defeitos e ao final invertem-se em suas perspectivas sobre a necessidade de um relacionamento mais sério. Ao final, Woody brinda os telespectadores com mais uma “piada” sobre a necessidade que temos das pessoas, mesmo admitindo que vivemos num mundo caótico.
Para mim de longe o melhor filme de Woody Allen. Assisti este filme quando ainda morava em Porto Alegre, minha cidade de criação - hoje vivo no Rio há mil anos, no ano de 1978 - abril de 1978, então com 22 anos. E na época adorei o filme. E realmente Diane Keaton está maravilhosa em cena, com uma química perfeita com Allen, o filme é bem anos 70, despojado e conta a história do relacionamento de ambos, com muitos cortes de cenas, flashbacks do passado, e sem um final feliz. Fiquei triste com a cena final em que os dois se despedem e ela vai embora. Mas Annie Hall a personagem central do filme é Diane Keaton que é realmente a alma do filme, musa de Allen na época, Diane neste tempo, fez outro filme memorável, forte e impactante, como ¨Looking for Mrs. Goodbar¨. Hoje em dia, em um Brasil totalmente destroçado economicamente e decadente, dá uma saudade que dói daquela época. Hoje em dia sequer temos mais filmes, pura arte, como estes. Felicidade a todos.
Sério, que retardadisse mental esse filme. Esse pedófilo que comete incesto do Woody Allen se acha o rei cult, não é inteligente, não é romântico, não tem nenhuma boa lição, pra que perder o tempo?
O Woody Allen não é um "tesouro do cinema" (como descrito pelo crítico Roger Ebert), ele é um completo gênio do cinema. A comédia merece ser aplaudida e com certeza, sua notória capacidade de conduzir a história é maravilhosa. Marshall Brickmann, co-roteirista, também merece destaque na produção, pelo fato de ter dado um "empurrãozinho" no Woody, já que ele queria fazer uma história de assassinato. O filme mostra as dificuldade, peculiaridades e excentricidades na vida de um casal completamente diferente, apesar do amor que existe. A falha de comunicação entre a relação é o que afeta a vida de Alvy Singer e Annie Hall, um dos casais mais formais da sétima arte. Apesar de estar meio que "esquecido" pelo público, Woody Allen merece ser lembrado, talvez, pela eternidade, não só por esse grande trabalho mas sim, por toda a sua carreira, através da eternidade. É um filme muito bom, e pra quem não sabe, super mereceu o ÓSCAR DE MELHOR FILME, DIRETOR, ATRIZ (Diane Keaton) e ROTEIRO ORIGINAL em 1978, tendo derrotado em três categorias o majestoso "Guerra nas Estrelas", de George Lucas...
O filme traz um humor muito inteligente e perspicaz sem falar do desfecho nem um pouco tradicional se tratando de comédias românticas. Woody Allen traz para o filme um roteiro cheio de piadas profundas e até mesmo de humor negro sem perder a delicadeza e suavidade do roteiro . Anne Hall traz um conceito muito legal que é a quebra da 4 parede quando o personagem conversa com o espectador e isso serve para uma quebra total da tensão de alguns diálogos deixando o filme leve e engraçado. Em suma o filme traz muitas referencia e faz uma critica muito interessante de como funciona os relacionamentos atuais , pois é "nós precisamos dos ovos".
Uma divertida e leve comedia sobre amores e desamores de nossa vida nesse que considero o melhor filme de Woody Allen. Nao se deixe enganar, apesar de ser uma divertida comedia, é um perfeito estudo de relacionamentos humanos e suas angustias. A fotografia de uma NY suja, cinza e claustofica nos ajudam a entender melhor as duvidas dos personagens.
Genial. A direção de Allen é perfeita e inovadora, ele consegue transmitir a química do casal Alvy e Annie, mas também ser realista, trazendo pensamentos interessantes, não só sobre o amor, mas também, sobre a vida e a sociedade em geral. Um daqueles filmes que mudam o nosso jeito de viver, recomendo demais.
Não consigo saber de qual filme do Woody gosto mais. Annie Hall está, junto com outros, no primeiro lugar do pódio. É comédia, é romance, é crítica ao controle masculino sobre a mulher, a ascensão dela, sua mudança, sua tomada de controle da própria vida. O diálogo deles na fila do cinema é hilariante. Um filme maravilhoso, uma mescla divertida de assuntos. A frase final é magnífica. Adorei
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