O tipo de filme que muitos amam e muitos odeiam. O Iluminado ultrapassa o conceito do terror-suspense para um lado mais psicológico que alguém que ainda não viu o filme pode esperar. Mesmo que grande parte da obra de Stephen King não tenha sido apresentada e aprofundada como tal, percebemos que Kubrick queria que fosse mais do que um filme de terror, e sim como um tipo de reflexão (vide todos os seus outros filmes). Na primeira vez que assisti eu ja tinha gostado, mas não tinha entendido algumas coisas que pareceram sem sentido. Assistindo o muito bem feito documentario Room 237 ou no Brasil com o titulo de O Labirinto de Kubrick, muitas teses levantadas analisando o cenário e as caracteristicas das personagens nos fazem ter uma melhor compreensão da mensagem que Kubrick queria passar, algo que ele adorava fazer: fazer o público pensar e tentar uma compreensão do que ele quis passar, mesmo que outras teses levantadas no documentário sejam bem absurdadas e irrelevantes para o entendimento de O Iluminado. A atuação do grande Jack Nicholson foi espetacular e não á toa é tão elogiado e cultuado como um dos melhores atores de todos os tempos, e claro suas clássicas machadadas e o "HEEEEEERE'S JOHNNY!!". Uma ótima obra e complicada, e justamente por ser difícil o entendimento, O Iluminado tornou-se um clássico do terror e do cinema geral.
Ainda é meu filme de terror preferido, mas, é necessário dizer: isto não é apenas um filme de terror, isso é Stanley Kubrick trabalhando. Fosse outro diretor que tivesse adaptado a obra de Stephen King, este seria apenas mais um filme banal e cheio de altos baixos, ou filme irregular ou apenas interessante, como são várias outras adaptações de obras do autor. A questão é o poder de Kubrick em construir a obra como bem entende, os atores são instrumentos, a história se enverga e tudo se transforma em um quadro espetacular. Nisso, tenho que discordar dos que massacraram a interpretação de Shelley Duvall, porque ela incorporou o desespero e a confusão que realmente se espera em uma pessoal normal que se vê diante de elementos de loucura e de sobrenatural, mais convincente de que certos atores/atrizes (normalmente dentro do padrão de beleza) que mostram uma coragem de super-homem e não se abalam mesmo diante de situações extremas. Por fim, assinalo as cenas de Danny no velocípede e a no labirinto enevado como as minhas preferidas, são extremamente plásticas e assustadoras, meu sonho é vê-las em uma tela de cinema.
Tensão é a palavra mais apropriada para esta maravilha obra cinematográfica de Stanley Kubrick. Dotado de horror psicológico, o filme lhe conduz por cenas primorosas, sem falar no medo, emoção que se espera quando procuramos filmes de horror/suspense. Sem surpresas a ótima (umas das melhores) atuação de Jack Nicholson e do menino Danny Lloyd.
Quando uma obra é bem adaptada,fica mesmo pra sempre na histó mas,quando estão em cena,Stanley Kubrick e Stephen King.Não poderia ser diferente.O Iluminado,é sim o grande pioneiro nesse tipo de gê adota vários meios de colocar medo,mesmo que seja com no início,iremos apenas observar diálogos,que irão parecer bem chato,mas os mesmos que servem pra fazer a lógica de todo o resto da ção na atuação de Jack Nicholson,até a produção espetacular em volta do pontos são bem aproveitados,primeiro a edição de coloca medo de verdade,e que também estão em sincronia majestosa com as cenas.E o outro ponto,são os movimentos das câmeras,que acompanham de perto tudo e todos,te deixando ainda mas apreensivo com o acompanhamento de ional.
Um filme que prende a atenção. Uma estória misteriosa e interessante. Possui cenas que ficam marcadas na mente de quem assistiu e um final que abre possibilidades para o expectador. Vale a pena assistir!
1980 um ótimo filme de muito terror e suspense um dos únicos filmes de terror que eu gosto de verdade. Mai um excelente trabalho de Stanley Kubrick, o ator principal é nada mais nada menos que o Jack Nicholson que exerce um magnífico trabalho. Durante a produção do filme era comum Stanley Kubrick ligar de madrugada Stephen King e fazer-lhe perguntas do tipo: "Acredita em Deus?" - Houve tantas mudanças no roteiro durante as filmagens que, a certa altura, Jack Nicholson parou de lê-lo. A partir daí, ele leria apenas as páginas novas que recebia todos os dias
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