O Iluminado
Média
4,5
3805 notas

255 Críticas do usuário

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Vinícius d
Vinícius d

614 seguidores 676 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 2 de janeiro de 2021
Gostei do filme, um terror com pouco suspense, um filme sarcástico com toque tipico do Stanley Kubrick o Jack Nicholson da o brilho no filme inteiro, atua muito bem ao ponto de você gostar mais do vilão do que as vitimas (geralmente no filme de terror e o contrario, o que não e um bom sinal). O ator mirim Danny se sai muito bem tal como a atora S.Duvall. Muitas sacadas engraçadas, com certeza um filme de terror mas suspense mediano. Um bom trabalho o filme inteiro brindado com bastante originalidade, sem apelar para efeitos ja manjados da época. Principalmente o maior medo do filme e o tamanho do hotel praticamente horripilante passar as 24h do dia, além dos eventos paranormais que rondam o filme inteiro.
Fa Waughan
Fa Waughan

5 seguidores 29 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 2 de novembro de 2020
Um clássico do suspense com um bom roteiro e elenco recomendo a todos que gostem desse gênero de terror e suspense 
Crismika
Crismika

1.192 seguidores 510 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 23 de outubro de 2019
Um clássico é um clássico e ponto, não importa se você está vendo pela primeira vez ou revendo pela enésima vez que o filme vai te prender do início ao fim. Quem não viu ASSISTA e quem viu não perca a oportunidade de REVER.
Caio M
Caio M

17 seguidores 87 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 5 de julho de 2019
Excelente, Jack Nicholson realmente uma atuação digna do terror, muito bom, terror e suspense no gelo...
Alexandre C.
Alexandre C.

5.235 seguidores 525 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 31 de março de 2019
Um filme com um terror discreto que às vezes se torna perturbador, com um suspense pisicologico muito bem dirigido por Kubrick, e Jack Nicholson merecia o Oscar por sua atuação, O iluminado é um clássico.
Matheus B
Matheus B

3 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 24 de dezembro de 2018
Minhas impressões sobre o filme são muito boas. O filme é muito imersivo e trabalha bastante as sensações do publico, principalmente o pavor. Aliás, tal característica é o que norteia o filme tematicamente. Os personagens são suficientemente bem construídos. Vou nem falar das cenas icônicas, tais quais Jack dedilhando as mesmas frases ininterruptamente, e é claro, a cena da porta sendo destruída pelo machado do implacável Jack, talvez fazendo jus ao nome. Poderia citar outras, mas... Acho que tais cenas simbolizam muito o clima da obra.

Conclusões finais: Acho um filme imprescindível para os amantes do terror e do cinema como o todo, mas não acho o melhor do gênero. Além disso, tem um final deveras insatisfatório, pelo menos para mim.
Marco Silva
Marco Silva

132 seguidores 185 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 19 de agosto de 2018
Sim, é um clássico, um cult e tudo o mais. Além disso, advém da pena de King. Influenciou e influencia até hoje as produções do gênero. A história envolve a chamada "síndrome da cabana", com a aura macabra que situa Torrance entre a psicose e a possessão. A magia de King foi bem transposta para a linguagem cinematográfica. Apenas tenha cautela (caso realmente não tenha visto até hoje) com a síndrome da expectativa --- não espere respostas.
Elielson M.
Elielson M.

8 seguidores 32 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 10 de janeiro de 2018
Assisti em 1080p, show de imagem por ser um filme de 1980, pela época deve ter feito muito sucesso, pois é um suspense de primeira, com belas atuações dos atores, só não dou 5 estrelas, pelo final que poderia ter sido mais bem elaborado, mas enfim um clássico do cinema mesmo!
Roberto O.
Roberto O.

26 seguidores 59 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 30 de agosto de 2016
“Só trabalho sem diversão faz do Jack um bobão!" Quem já circulou pelas ruas do centro de Curitiba, certamente já viu na Rua XV de Novembro, próximo ao Teatro Guaíra, um enorme mural onde se lê, em letras garrafais, a frase acima citada, acompanhada da pintura de um jovem Jack Nicholson com a sua tradicionalíssima expressão de psicótico sorridente e, ao fundo, a reprodução das linhas e cores, com predominância pelo vermelho sangue, que compõem aquele tenebroso tapete sobre o qual um certo menino de oito anos passeava com seu triciclo nos corredores do Overlook Hotel. Trata-se, claro, de uma bela intervenção urbana que homenageia um dos filmes de terror psicológico mais lembrados pelo público: O Iluminado, clássico de Stanley Kubrick. Qualificar como clássico um filme deste cultuadíssimo cineasta pode até parecer redundante, já que quase todos os 13 longas-metragens que ele dirigiu recebem essa alcunha. Talvez seja mais condizente dizer que, entre os clássicos de Kubrick, este é um dos mais célebres.
Lançado em 1980, e baseado em livro do Mestre do Terror Stephen King, O Iluminado traz Nicholson, então com 43 anos, no auge de sua fenomenal carreira, repleta de pontos altos (quatro anos antes, ele tinha ganho o Oscar de Melhor Ator por Um Estranho No Ninho). Seu personagem no longa também se chama Jack, é o Jack Torrance, escritor que aceita ser o zelador de um enorme hotel, o Overlook, durante todo o rigoroso inverno, período em que a neve toma conta da região, tornando-a quase intransitável. Jack, então, se muda para lá, acompanhado de sua esposa Wendy (Shelley Duvall) e o filho do casal, vivido por Danny Lloyd, que também se chama Danny na história, e que é o ‘iluminado’ ao qual o título se refere. Além de ‘ver gente morta’(você já ouviu isso em outro filme!), o menino também visualiza o que já aconteceu e o que pode acontecer. Jack quer aproveitar as horas vagas, que serão muitas, para terminar seu mais novo romance. As supostas alucinações causadas pelo isolamento definirão o nível de perturbação mental pelo qual Jack passará, até culminar em sua total perca de sanidade.
Quando a famosa frase, que citei lá no começo, surge no filme, em um dos seus muitos momentos de tensão, o contexto em que se apresenta é mesmo de arrepiar! A importância deste longa para a Cultura Pop é tamanha que foi realizado um curiosíssimo documentário sobre ele, Room 237, lançado em 2012, no qual o diretor Rodney Ascher vai esmiuçando cada detalhe da realização deste terror kubrickiano, além de especular sobre as supostas ‘mensagens subliminares’ e dicas sobre ‘teorias da conspiração’ que o cineasta teria deixado em inúmeras cenas. Mais de três décadas já se passaram após o lançamento desta obra-prima, que permanece iluminada. Constantemente lembrado por cinéfilos do mundo inteiro, este filme está sempre em evidência, ganhando exibições especiais nos cinemas, citações em outras mídias, e até belíssimas intervenções urbanas, como a que temos em Curitiba!
Vlad D.
Vlad D.

8 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 17 de maio de 2016
Obra prima....

Texto...
Clima...
Atores...
Música...
Fotografia
História...
Perfeito....obra prima, imperdível, mesmo hoje, quase 40 anos depois, arrepia os cabelos ver este filme sozinho...o livro então, sensacional, também o li.....

até hoje REDRUM me arrepia a alma....
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