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Edelviraneres
3 críticas
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3,0
Enviada em 12 de maio de 2024
Para quem gosta de filmes de terror e suspense esse é um ótimo filme para assistir com os amigos que gostam do mesmo tipo de conteúdo. O roteiro é perfeito do inicio até o fim e a ideia de terror psicológico ficou bem evidente.
Um clássico! Uma pena terem recebido "O Iluminado" daquela maneira na época de lançamento [Stanley recebeu um framboesa de ouro de 'Pior Diretor' pelo filme]. Claro que, por ter lido o livro antes, o filme não teve tanto impacto pra mim[mas ainda assim teve algum, reconheço a genialidade de Stanley].
Gostei do filme, mas acho que fui ver com muita expectativa, não é ruim, mas não é uma obra prima de milhões.. A parte visual é maravilhosa e o time do filme também, mas a história é difícil de se pegar, até agora não entendi se o pai enlouqueceu por causa de alguma maldição ou se foi pelo isolamento e por isso todos começaram a alucinar, mas talvez em uma segunda vez assistindo entenda. O filme é bom.
Comecei o filme com certa ingenuidade, não estava confiante da sua evolução. Fui assistindo e a cada momento estava presa naquele universo, até chega o momento que me sentir dentro do hotel.
Foi sufocante, me sentir como o Jack, sendo levada aos poucos pelo hotel. E assim me apaixonei pelo Iluminado.
Eu assisti há alguns meses atrás, muitas pessoas gostaram, agora, particularmente, minha namorada e eu, não achamos tudo isso. É um filme de terror psicológico, achei meio cansativo de assistir. Eu gostei mais do "Dr.Sono" do que do "O Iluminado", se forem assistir ao Doutor, assistam antes esse filme.
Considerando tudo, não recomendo o filme. Se você quiser algo bem construído, contextualizado e desenvolvido, leia a obra e fique somente nela. O filme, baseado numa das maiores obras do Stephen King que leva o mesmo nome, tem uma boa proposta, mas há alguns pontos extremamente importantes a se considerar. Já sabia da existência do filme, que me fora recomendado por um amigo, mas resolvi ler o livro primeiro para pegar a essência e detalhes que muito gosto. Fui assistir o filme com altas, muito altas, expectativas e infelizmente elas não foram supridas. O longa é carente do verdadeiro enredo, um simulacro defeituoso, mal feito e até deturpado do contexto original. Entendo que resumir mais de 450 páginas em pouquíssimas horas de filmagem é um trabalho difícil e exige cortes, sem dúvidas, a problemática aqui é não conseguir manter a originalidade e terror que as páginas têm. A atuação do Nicholson é incontestavelmente boa, mas as outras deixam muito a desejar, a maneira como o filme foi gravado evidencia muito essa deficiência. O estopim para o completo desastre e colapso foi terem alterado completamente o final - já estava ruim a construção em virtude do roteiro mal adaptado -, isso destruiu completamente o meu pensamento predecessor quanto a tudo.
Um filme que prende a atenção. Uma estória misteriosa e interessante. Possui cenas que ficam marcadas na mente de quem assistiu e um final que abre possibilidades para o expectador. Vale a pena assistir!
Ótimo filme , com base na incrível obra de Stephen King , o filme conta a historia da família Torrance onde o pai Jack Torrance vai para entrevista de emprego no hotel no colorado depois de contratado como zelador ele e sua família passam o inverno lá . Porém o isolamento do hotel faz com que Jack Torrance tenha um surto daí para frente é loucuras atrás de loucuras . Recomendo o filme ele é muito bom além de claro ser um grande clássico do terror , para mais informações veja o trailer e o filme .Bom Filme.
Inspirado no romance homônimo The Shining, fecundado pelo expoente de gênero literário similar Stephen King (então influenciado por “experiências pessoais” durante período de reabilitação alcoólica) O Iluminado é obra prima símbolo do terror psicológico.
Herdeiro do medo primitivo e mais sofisticado que seu progenitor (o terror imediato), aqui predomina abordagem intencionalmente sugestiva para conduzir ascendente enredo reflexivo quanto os limites de nossa capacidade de apreensão da realidade: a linha tênue entre o psicológico e o sobrenatural - onde termina o real e começa o delírio?!
O protagonista é professor exonerado consequente ao alcoolismo e suas deturpações comportamentais que, após necessária recuperação, verte para a esfera literária aspirando ser escritor (reside exatamente aqui as semelhanças com o criador da obra original projetados no personagem). Sabe-se que esse tipo de ocupação artística, assim como outras da área, apresenta percalços principiais até obter considerável retorno substancial.
Nesse contexto surge proposta de ocupação temporária como zelador na estação do inverno em hotel localizado nas Rochosas do Colorado (cenário inspirado em episódios extremos como Caravana Donner e Massacre dos cheyennes e araphaos), que prontamente aceita mediante as francas ressalvas do empregador quanto ao histórico de atrocidades cometidas na região (massacre indígena) e dependências devido a pressão do isolamento voluntário.
E então parte com sua esposa e o filho, que manifesta proeminência mediúnico-psiônica, para o suntuoso hotel solitário nas desoladas montanhas agora enevadas pela estação dominante. A partir desse ponto gradualmente manifesta-se trama sobrenatural na qual as forças malignas atuantes que, não obtendo êxito ao tentar se apossar dos poderes do pequeno prodígio, direcionam sua abordagem para o pai que frustrado com sua esterilidade criativa (uma das melhores cenas é a que usa provérbio contra o tédio rotineiro: Todo o trabalho e nenhuma diversão fazem de Jack um garoto chato), passa a descarregar cólera injustificável na esposa e filho movido pelas influências etéreas presentes.
Ponto alto para a psicótica atuação de Jack Nicholson que representa como ninguém a personificação das angústias extremas do homem pós moderno; para o talento interpretativo desprendido do apelo superficialista de atrizes ovacionadas de Shelley Duvall; para a mentoria sensorial misticamente conjurada por Scatman Crothers e pela entrega sobrenatural fora do comum etário para o infante Danny Lloyd (curiosamente hoje exercendo a profissão inicial de seu progenitor fictício). Secundariamente o layout vintage que permeia o interior e o jardim labiríntico corroboram o clima claustrofóbico.
Fatores esses que convergem em simultâneo para consumar “O Iluminado” enquanto arquétipo inquestionável do terror psicológico que pavimenta a emersão de posteriores obras de igual grandeza!
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