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Cid V
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660 críticas
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3,5
Enviada em 8 de junho de 2025
O que menos importa no filme é o enredo. Antes a forma como se configuram diversos tempos narrativos, flashbacks e flashbacks dentro de flashbacks que compõem a talvez mais intrigante tessitura já realizada com a montagem cinematográfica. As situações levam ao (re) encontro entre uma mulher (Seyrig) e um homem (Albertazzi), que alega ter desfrutado de sua companhia em outro local e a presença do provável marido da mulher (Pitoëff) nas imediações. Utilizando interpretações não naturalistas, em que por vezes o elenco permanece estático, assim como repetições ao infinito de situações e diálogos/monólogos, o filme consegue de forma ímpar refletir algumas das sensações ligadas à memória que mais dificilmente se poderiam reproduzir a contento na forma cinematográfica, como a sensação de se estar vivendo uma situação que já ocorreu tal e qual anteriormente.
Delphine Seyrig era uma das grandes maravilhas do cinema na época.Ao lado do sempre ilustre Giorgio Albertazzi,conseguem fazer um belo par romântico nesse filme.Tudo é extremamente encantador,fotografia,figurino e trilha sonora.O caso mais interessante no filme,é quando os personagens principais se encontram.Já que A (Seyrig),já é uma mulher comprometida.E sempre desperta admiração em X (Giorgio).Um drama romântico que não pode passar despercebido.
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