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Adriano Côrtes Santos
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1.229 críticas
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5,0
Enviada em 9 de dezembro de 2024
A Primeira Noite de um Homem (1967), dirigido por Mike Nichols, é um marco do cinema que apresenta Dustin Hoffman em seu papel revelação. A história de um recém-formado que se envolve com uma mulher mais velha, mas se apaixona pela filha dela, explora questões de desejo, identidade e as complexas relações geracionais. A direção criativa de Nichols, somada à trilha icônica de Simon & Garfunkel, confere uma atmosfera única ao filme, cujas canções se tornaram emblemáticas. Apesar de seu final aberto, a produção resistiu bem ao teste do tempo e se consolidou como um retrato atemporal da juventude e da busca por significado, tornando-se um clássico essencial que ainda ressoa com as novas gerações. Clássico imperdível para quem gosta de filmes antigos e excelentes.
Dustin Hoffman já mostrou neste filme todo o potencial do ótimo ator que viria a ser. Anne Bancroft, excelente, e Katherine Ross, encantadora. A direção de Mike Nichols foi primorosa. Não me esqueço da trilha sonora, de Simon & Garfunkel, e das cenas do personagem Benjamin, nadando na piscina. Filme imperdível.
A média dos filmes do "Adoro Cinema" são ridículas. Óbvio que cada um tem seu gosto e sua opinião (ainda bem, talvez), mas aqui parece que são todos drogados e é impossível confiar nas médias das notas do site. A primeira noite de um homem está na lista dos "1001 filmes para ver antes de morrer" e não é por acaso. É ver para entender.
Um colosso da sétima arte.Um ícone.O marco do fim da era clássica e do início da era moderna do cinema.Uma comédia deliciosa com um roteiro sagaz, que capta os anseios da juventude e joga na tela. Atuações perfeitas, direção impecável e trilha sonora (Simon e Garfunkel, claro) de se apaixonar.
Esse é um filme que possui a alma dos anos 60. Quebra de convenções por todos os lados, e um cuidado especial na condução de uma... quem diria, comédia romântica, em tons sortidos; pelo menos o suficiente para que não encaremos os detalhes inseridos na trama apenas como engraçados, mas também dramáticos; e fiquemos apreensivos pelo destino de um dos heróis mais icônicos e irônicos do Cinema: Ben Braddock.
O que dizer sobre The Graduate ? Esse que é para mim sem dúvidas um dos 50 melhores filmes de todos os tempos. O filme conta a historia de Benjamin, um jovem que ao voltar para casa após se formar é seduzido por Sr. Robbinson, uma mulher de meia-idade amiga de seus pais, até que bem conhece Elaine, filha da Sra. Robbinson e fica perdidamente apaixonado pela garota. Tudo do filme é simplesmente incrível, mas há pontos que valem a pena destacar, como a direção de Mike Nichols(que inclusive foi indicada a Oscar), a trilha sonora que é sensacional e a atuação de todos os atores. Porém, há uma coisa nesse filme que se destaca mais que todas ao meu ver, que é o final, que é simplesmente extraordinário, um final otimista porém pessimista, em que você sabe que os personagens estão felizes naquele momento, porém nota-se pelo olhar deles e até pela trilha sonora uma dúvida na cabeça dos personagens: estamos felizes agora, mas será que seremos felizes para sempre? E é por isso que The Graduate é para mim um dos melhores filmes já feitos na história do cinema.
Filmaço! Nota 10! Drama, comédia e romance muito bem trabalhados, com um roteiro inteligente e humor bem diferente do que vemos hoje em dia. As comédias rudes dos filmes atuais sujaram o gênero, que ao meu ver, é a área mais subestimada.
Lendo as curiosidades, o ator Robert Redford recusou de novo em trabalhar com o diretor Mike Nichols, ele havia rejeitado antes em “Quem Tem Medo de Virginia Woof?”. Neste “The Graduate” ele se defendeu dizendo que não era capaz de passar a candidez que a personagem exigia.
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