Média
4,1
47 notas
5
0 crítica
4
0 crítica
3
1 crítica
2
1 crítica
1
0 crítica
0
0 crítica
Organizar por
Filtrar por:
Tudo
Achei a história bem interessante, mas de certa forma mal explorada. O filme foi mal produzido, com muitos erros e os efeitos fracos se comparado ao antecessor da série.
**STAR TREK V: A ÚLTIMA FRONTEIRA (1989)**
⏱️ **Duração:** 1h47min
**Gêneros:** Ficção científica, aventura
⭐ **Minha nota: 5/10**
**Principais atores:**
William Shatner — James T. Kirk
Leonard Nimoy — Spock
DeForest Kelley — Dr. Leonard “Bones” McCoy
James Doohan — Montgomery Scott
George Takei — Hikaru Sulu
Nichelle Nichols — Uhura
Walter Koenig — Pavel Chekov
**A HISTÓRIA**
Depois de atravessar guerras, inimigos, viagens no tempo e até baleias, a tripulação clássica da Enterprise chega àquilo que poderia ser a maior pergunta de toda a franquia: **quem criou tudo isso? Onde está Deus?**
É justamente aí que surge **Sybok**, um vulcano renegado e irmão de Spock. Diferente da lógica racional característica de seu povo, Sybok segue um caminho quase espiritual, utilizando sua capacidade de compreender e manipular as emoções para conquistar seguidores.
Seu objetivo é chegar ao lugar que acredita ser a morada de Deus. Para isso, toma o controle da nova Enterprise e conduz Kirk, Spock, McCoy e toda a tripulação até aquilo que seria a **“última fronteira”**.
E é nesse ponto que o filme tenta transformar *Star Trek* em uma discussão filosófica sobre fé, criação, espiritualidade e a própria necessidade de acreditar.
**CRÍTICA**
O problema é que a ideia era muito maior do que o filme conseguiu entregar.
Depois de *A Ira de Khan*, *À Procura de Spock* e *A Volta Para Casa*, a expectativa era que a franquia continuasse crescendo. Porém, *A Última Fronteira* parece perder parte da força que seus antecessores haviam construído.
Sybok é uma ideia interessante. Um vulcano que abandona a lógica para seguir a fé poderia render um excelente conflito com Spock e, principalmente, com Kirk. Mas o roteiro não aprofunda suficientemente essa possibilidade.
O filme também apresenta momentos de humor que acabam quebrando a tensão justamente quando a história deveria ganhar peso. A discussão sobre Deus e a origem do universo tinha potencial para ser uma das histórias mais profundas da franquia, mas termina sendo tratada de maneira superficial.
E então chegamos à pergunta de Kirk, talvez uma das melhores provocações do filme: **se esse ser é realmente tão poderoso, por que precisaria de uma nave para viajar?**
A pergunta desmonta a própria situação e abre espaço para o confronto final.
Visualmente, o filme também demonstra algumas limitações. Os efeitos especiais estão abaixo do que a franquia havia apresentado anteriormente, e algumas sequências parecem menores do que deveriam para uma aventura que prometia alcançar a “fronteira final”.
Ainda assim, existe algo especial em rever a formação clássica reunida. **Kirk, Spock, McCoy e toda a tripulação continuam sendo o coração de Star Trek.**
**ATUAÇÕES**
William Shatner assume novamente Kirk e também dirige o filme. Leonard Nimoy e DeForest Kelley mantêm a química que tornou o trio principal tão importante para a franquia.
Sybok, interpretado por Laurence Luckinbill, funciona como conceito e como contraponto espiritual a Spock, embora o roteiro pudesse ter explorado muito mais esse conflito familiar.
**VEREDITO**
*Star Trek V: A Última Fronteira* tinha uma premissa gigantesca: **levar a Enterprise até Deus.**
Mas uma grande pergunta não garante uma grande história.
Depois de filmes que conseguiram equilibrar ficção científica, emoção, aventura e filosofia, este capítulo parece menor. A ideia é interessante, alguns momentos funcionam e rever a tripulação clássica continua sendo prazeroso, mas faltou profundidade justamente onde o filme pretendia ser mais profundo.
É uma aventura que queria alcançar o infinito, mas acabou encontrando limites no próprio roteiro.
⭐ **NOTA: 5/10**
⏱️ **Duração:** 1h47min
**Gêneros:** Ficção científica, aventura
⭐ **Minha nota: 5/10**
**Principais atores:**
William Shatner — James T. Kirk
Leonard Nimoy — Spock
DeForest Kelley — Dr. Leonard “Bones” McCoy
James Doohan — Montgomery Scott
George Takei — Hikaru Sulu
Nichelle Nichols — Uhura
Walter Koenig — Pavel Chekov
**A HISTÓRIA**
Depois de atravessar guerras, inimigos, viagens no tempo e até baleias, a tripulação clássica da Enterprise chega àquilo que poderia ser a maior pergunta de toda a franquia: **quem criou tudo isso? Onde está Deus?**
É justamente aí que surge **Sybok**, um vulcano renegado e irmão de Spock. Diferente da lógica racional característica de seu povo, Sybok segue um caminho quase espiritual, utilizando sua capacidade de compreender e manipular as emoções para conquistar seguidores.
Seu objetivo é chegar ao lugar que acredita ser a morada de Deus. Para isso, toma o controle da nova Enterprise e conduz Kirk, Spock, McCoy e toda a tripulação até aquilo que seria a **“última fronteira”**.
E é nesse ponto que o filme tenta transformar *Star Trek* em uma discussão filosófica sobre fé, criação, espiritualidade e a própria necessidade de acreditar.
**CRÍTICA**
O problema é que a ideia era muito maior do que o filme conseguiu entregar.
Depois de *A Ira de Khan*, *À Procura de Spock* e *A Volta Para Casa*, a expectativa era que a franquia continuasse crescendo. Porém, *A Última Fronteira* parece perder parte da força que seus antecessores haviam construído.
Sybok é uma ideia interessante. Um vulcano que abandona a lógica para seguir a fé poderia render um excelente conflito com Spock e, principalmente, com Kirk. Mas o roteiro não aprofunda suficientemente essa possibilidade.
O filme também apresenta momentos de humor que acabam quebrando a tensão justamente quando a história deveria ganhar peso. A discussão sobre Deus e a origem do universo tinha potencial para ser uma das histórias mais profundas da franquia, mas termina sendo tratada de maneira superficial.
E então chegamos à pergunta de Kirk, talvez uma das melhores provocações do filme: **se esse ser é realmente tão poderoso, por que precisaria de uma nave para viajar?**
A pergunta desmonta a própria situação e abre espaço para o confronto final.
Visualmente, o filme também demonstra algumas limitações. Os efeitos especiais estão abaixo do que a franquia havia apresentado anteriormente, e algumas sequências parecem menores do que deveriam para uma aventura que prometia alcançar a “fronteira final”.
Ainda assim, existe algo especial em rever a formação clássica reunida. **Kirk, Spock, McCoy e toda a tripulação continuam sendo o coração de Star Trek.**
**ATUAÇÕES**
William Shatner assume novamente Kirk e também dirige o filme. Leonard Nimoy e DeForest Kelley mantêm a química que tornou o trio principal tão importante para a franquia.
Sybok, interpretado por Laurence Luckinbill, funciona como conceito e como contraponto espiritual a Spock, embora o roteiro pudesse ter explorado muito mais esse conflito familiar.
**VEREDITO**
*Star Trek V: A Última Fronteira* tinha uma premissa gigantesca: **levar a Enterprise até Deus.**
Mas uma grande pergunta não garante uma grande história.
Depois de filmes que conseguiram equilibrar ficção científica, emoção, aventura e filosofia, este capítulo parece menor. A ideia é interessante, alguns momentos funcionam e rever a tripulação clássica continua sendo prazeroso, mas faltou profundidade justamente onde o filme pretendia ser mais profundo.
É uma aventura que queria alcançar o infinito, mas acabou encontrando limites no próprio roteiro.
⭐ **NOTA: 5/10**
- As últimas críticas do AdoroCinema
- Melhores filmes
- Melhores filmes de acordo a imprensa