Filme muito bom com brilhante atuação e direção de Clint, uma transa envolvente que prende a atenção até o seu desfecho, além da excelente reprodução da época em cenários e figurinos, e uma belíssima fotografia.
Obra Prima !, Tanto é que venceu o Oscar de Melhor Filme de tal edição. Excelente esse filme, que Protagonista carismático, típico machão, Homão da porra, um Filme que aborda também a prostituição, enfim tudo foi excelente, recomendo esse Filme, Muito Bom !
Motivações dos personagens rasas, diálogos extremamente teatrais e quase uma hora e cinquenta minutos para acontecer algo de bom dentro do filme.
É um ótimo filme para dormir, além de ser uma excelente prova que o Oscar não sabe entregar prêmios para filmes que realmente merecem, fato esse que se repete até nos dias de hoje (Vide o péssimo Birdman).
Se quer confiar nas críticas dos outros usuários, vá na fé.
É um dos melhores filmes do gênero , com um final inesperado e surpreendente. O Clint conseguiu fazer um excelente filme de faroeste sem utilizar de duas características que são marcantes nos clássicos desse gênero, que é a trilha sonora e o estilo spaghetti, talvez esse seja o único clássico do faroeste que não tem trilha sonora e os protagonistas não são imortais.
O clássico moderno e desmitificador do Velho Oeste, Os Imperdoáveis (1992), de Clint Easwood, foi selecionado entre os 100 melhores filmes de todos os tempos pelo American Film Institute. Eastwood e Morgan Freeman interpretam foras-da-lei aposentados, abandonados a própria sorte, que pegam em armas uma última vez para receber uma recompensa oferecida por um grupo de prostitutas vingativas de uma cidade remota do Wyoming em 1880. O vencedor do Óscar de Melhor Ator Coadjuvante, Gene Hackman, é o desonesto e brutal xerife local. No caminho, o diretor Clint Eastwood faz uma homenagem inesquecível ao faroeste, o gênero americano por excelência, ao mesmo tempo, que lamenta seus últimos suspiros. “O filme sintetiza tudo o que sinto a respeito do Western”, Eastwood disse ao Jornal Los Angeles Times, e o jornal acrescentou: “Os Imperdoáveis, é o melhor Western em mais de 20 anos”. Indicado a nove Oscars (1993), foi premiado nas categorias de Melhor Filme, Melhor Diretor (Clint Eastwood), Melhor Ator Coadjuvante (Gene Hackman) e Melhor Montagem. Venceu O Globo de Ouro nas categorias de Melhor Diretor (Clint Eastwood) e Melhor Ator Coadjuvante (Gene Hackman), e ainda o BAFTA 1993 (Reino Unido), na categoria de Melhor Ator Coadjuvante (Gene Hackman)
atuando e dirigindo de uma forma como essa é quase impossível, sem espaços confiram na íntegra em: h t t p s : / / rezenhando . wordpress . com /2018/05/18/rezenha-critica-os-imperdoaveis-1992/
oda semana eu e meus melhores amigos estamos fazendo uma sessão de algo inédito a todos sempre acompanhando com algo de comer. Combinamos uma sessão Spaghetti Western ou Faroeste Espaguete comendo um tradicional… Espaguete. E não podia ser um qualquer, tinha que ser um filmão da porra como esse. Confiram a “rezenha” crítica de Os Imperdoáveis.
Assim como padrão e 99% dos filmes de faroeste, envolve uma vingança acompanhado de alguma recompensa.
Bill Munny (Clint Eastwood), um pistoleiro aposentado, volta à ativa quando lhe oferecem 1000 dólares para matar os homens que cortaram o rosto de uma prostituta. Neste serviço dois outros pistoleiros o acompanham e eles precisam se confrontar com um inglês (Richard Harris), que também deseja a recompensa e um xerife (Gene Hackman), que não deseja tumulto em sua cidade.
Clint Eastwood prova o porque marcou uma geração com o seu modus operandi de atuação e a paixão com qualidade no qual dirigia (e ainda dirige) seus filmes, tudo em uma só obra, atuando e dirigindo de uma forma magnífica.
Excelente desenvolvimento de personagens (inclusive um vilão que você simpatiza por ele e no começo do filme é enganado achando ser uma boa pessoa, não passando de um burocrata machista), paisagens incríveis muito bem exploradas em excelentes capturas, tensão e uma pitada acertada de comédia com frases marcantes. As mais de duas horas de filme são um deleite aos que amam esta sétima arte que é o cinema.
Fora todos os elogios técnicos aqui descrito o mais importante é a história onde não nos limitamos apenas a uma vingança regada a uma gorda recompensa, nesta simples sinopse somos imergidos a diversas questões que o filme consegue abordar de maneira bem descontraída sem forçar.
Ambições, arrependimentos, mentiras, amor verdadeiro… muitas reflexões são explorados nesta obra prima do cinema e faroeste “contemporâneo”. A desconstrução do personagem fodão que o “mocinho” sempre é, aqui Munny está enferrujado caindo diversas vezes do cavalo.
Filme extremamente recomendado a todos os fãs do gênero western, existem filmes que pode acontecer do espectador se distrair/desfocar do filme por perder o interesse pela história, mas nesse você fica do início ao fim querendo saber o que vai acontecer com os personagens ao decorrer do enredo.
Um western real, uma despedida de um dos gêneros mais importantes da historia do cinema, o filme é sensacional e em minha opinião é um selamento, “Os imperdoáveis” tem um roteiro espetacular, genial, você se importa com cada personagem, você sabe tudo sobre eles, seus dramas, suas angustias, seus desejos e seus sonhos, tudo é muito profundo e bem retratado, e olha que o filme só tem 2 horas, as atuações são magnificas, poucas coisas são mais gratificante no cinema que ver o Clint Eastwood fazendo seu papel de homem sem nome (embora nesse filme ele tenha ganhado um nome), e Gene Hackman também está magnífico, a edição desse filme é ótima, principalmente na cena final, a mixagem de som absurdamente boa, a fotografia linda, a trilha sonora é boa, mas faltou aquele pintada de Ennio Morricone,Se você gosta de cinema, assista “os imperdoáveis”, se você gosta do gênero western, compre o DVD e assista toda semana.
spoiler: : Eu raramente comento o filme dando spolier, mas a cena final pode realmente ser bem destoante do clima do filme, talvez Willian (Clint) tenha que ter morrido, mas matar o homem sem nome é como matar o Superman , Rocky ou o Batman. O personagem é um ícone, quase um super-herói, matar ele, seria como matar o próprio Clint, por isso o diretor(o próprio clint Eastwood) opta por uma redenção, não uma morte.
spoiler: Outro ponto a ser comentado é ver um filme western a onde ninguém puxa a arma e mata 20 pessoas com o olho fechado, e sim um matador que não consegue matar, outro matador que nunca matou e tem problemas de visão e outro que tem visões da morte e mal consegue subir no cavalo, e um Xerife que diz amar a lei e odiar assassinos, espancando pessoas que julga serem criminosas, são cowboys reais, humanos, esse ponto de imperdoáveis é incrível.
spoiler: E o drama pessoal do personagem vivido pelo Clint Eastwood é um contraponto com seu personagem do passado, que matava, roubava, só via o dinheiro, ele tenta se redimir do passado e quase 30 anos depois, o homem sem nome se despede.
-Filme assistido em 18 de Fevereiro de 2016 -Nota 8/10
Bill Munny,interpretado por Clint Eastwood,é um sujeito durão, só Que arrependido de algumas escolhas feitas em seu passado.Já que declara ter matado muitas crianças e mulheres, muitas das vezes,por motivo fútil. Eastwood volta ao gênero que o consagrou em Hollywood,faz um ótimo western, que realmente pode ser chamado de Western bem feito.Atuações memoráveis e uma fotografia lindíssima.
A escolha do elenco foi caprichosa. Temos Gene Hackman, Morgan Freeman e Richard Harris.Só de ver esses nomes na capa,me interessei ainda mais para ver "Os Imperdoáveis".
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