Instinto Selvagem é pastiche Hitchcockiano descarado, mas seu elenco esforçado e direção com personalidade nós faz relevar os defeitos. Anda na linha tênue entre sensualidade e exibicionismo, entre suspense erótico e paródia involuntária. Sharon Stone é a dona do filme, Douglas e Triplehorn também não fazem feio, são prejudicados pelos seus personagens escritos com desleixo, mas tem talento bastante para manter o público ligado neles. A trama é bem quadrada e implausível, mas é executada em um bom ritmo, com um trabalho de montagem e direção que consegue prender o público até o final.
Luxuria é a palavra que resume o tom desse filme que faz a morte andar lado a lado com o sexo em uma trama picante que envolve sedução, poder, hedonismo, desconfiança, obsessão, traição, entre outros elementos. Vemos o erotismo europeu casando com as pompas de Hollywood. Há tambem uma clara influência Hitchcockiana nesse suspense que mantém a intriga no espectador até a revelação final, mas o desfecho deixa as coisas ainda no ar: é assim que um thriller deve acabar. O roteiro reserva bons dialogos e sabe o momento certo em revelar as pistas, porém depende de algumas implausividades para funcionar. Trilha sonora e fotografia acertam em cheio para construir a atmosfera que o mistério da trama exige.
O holandes Paul Verhoeven teve a manha de fazer um filme de suspense extremamente sensual e picante sem se tornar totalmente vulgar. Michael Douglas está fodão e Sharon Stone um furação em pessoa. Jeanne também está sensual. Pena que Verhoeven não dirigiu a continuação que deixou a desejar.
Otimo!!! excelente suspense,belo elenco,belo roteiro uma trilha sonora de arrasar,com a bela Sharon Stone dando um show com seu papel,com Michael Douglas no apice de sua carreira enfim tinha 12 anos quando assiti esse filme escondido dos meus pais as,cenas picantes bem feitas e o final que final recomendo nota 10!
classicos dos classicos haha, esse filme é encantador e você ama a protagonista mesmo se ela for a culpada, a cena do interrogatório é tão sexy e bem feita
A química entre os protagonistas convence. Sórdido, quente, levemente visceral e um clássico para ser visto e revisto. Fico meio que dividido quanto ao final do filme, um misto de amor e ódio, certamente ou talvez fosse isso que o diretor do filme quisesse deixar no ar. Sharon Stone está no ápice da atuação, assim como Michael Douglas. Vale muito assisti e reassisti, as cenas eróticas muito bem gravadas com uma pitada de maestria da fotografia.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade