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Adriano Côrtes Santos
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1.229 críticas
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4,5
Enviada em 4 de maio de 2019
Um grande filme francês (literalmente), apesar de não ser para todos. A essência do filme é fornecer um vislumbre das provações e tribulações dos artistas enquanto eles se esforçam para criar arte. Dirigido por Jacques Rivette baseado na narrativa curta de Honoré de Balzac (Le Chef-d'œuvre inconnu) e em três contos de Henry James, temos um primor de arte em todos os sentidos, o cineasta mergulha no processo muito parecido com o que Frenhofer faz. Ele não tem medo de mostrar a real criação de um esboço ou a descoberta de uma pose para a modelo. Narra a relação entre o pintor Édouard Frenhofer (Michel Piccoli) e sua musa Marianne (Emmanuelle Béart,uma beleza impar), reconhecida como a mulher que pôde o entusiasmar modelando para que termine o quadro de sua vida, nunca finalizado. Um longo filme, com ótimos desempenhos, para quem realmente inspira e expira a arte e a beleza.
Um filme lindo e sensível, pela sutileza da arte a busca interminável pela essência da mulher. O filme nos permite viajar pelos pincéis, carvão e lápis do artista ao desenhar e pintar a beleza feminina.
O filme trata do processo criativo de um pintor que pretende conceber sua grande obra. É um filme artístico e voltado a contemplação. Tem longas cenas do artista trabalhando em sua pintura. Então quem vai assistir não pode esperar um filme dinâmico e superestimulante. Mas dentro de sua proposta é um bom filme, e serve para quem gosta de histórias sobre a relação entre o autor e sua obra, e para quem busca uma temática diferente dos filmes voltados para o grande público.
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