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Valquiria N.
3 seguidores
1 crítica
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5,0
Enviada em 3 de novembro de 2014
Melhor filme que assistira! Obra inigualável e sublime! Sem sombra de dúvidas não haverá no futuro nada que se compare a esta magnífica obra, nada mesmo. Não canso de elogiar e nem de assistir...
Para realizar uma ópera o artista leva um bom tempo até sua concepção final. Para a realização de um filme o mesmo deve ser dito. Assim como as óperas existem prazos para os filmes serem finalizados. Arrisco comparar esse filme a realização de uma ópera. Para mim o filme foi desenvolvido como a ópera foi desenvolvida no próprio filme. De maneira que seu realizador teve tanto cuidado, carinho e amor que realizou uma obra impecável (mesmo que em grande parte fictícia) sobre um dos maiores compositores de todos os tempos. O filme é contado por Salieri (F. Murray Abraham), músico da corte do imperador Joseph II que exerce seu poder onde é a atual Áustria. Salieri é um devoto músico que busca em sua entrega a Deus a perfeição em suas notas musicais. Quando se depara com Mozart (Tom Hulce), um gênio, porém que não está nem um pouco interessado em formalidade, dogmas, política, que não possui nenhuma doutrina para compor e que aos seus olhos Deus lhe deu um dom que deveria ser dele, Salieri se enche de inveja e se revolta por Deus não lhe prover de algo tão magnífico. Ao mesmo tempo admira e odeia. Por fim o ciúme sobressai. Para compor personagens os atores em muitos casos fazem laboratório ou bebem da fonte quando é o caso de personalidades contemporâneas. Neste último caso quando desenvolveram os personagens acabam realizando uma cópia dos jeitos e maneiras que compuseram as personalidades contemporâneas em vida. Então chegamos a composição dos personagens desse filme sobretudo Salieri e Mozart. Os dois atores, por não terem como saber além do que foi escrito sobre ambos, compuseram de maneira tão visceral que se tornam os verdadeiros Salieri e Mozart. Não quero nem saber se eles foram diferentes, pois para mim eles foram daquela maneira que foi retratado. Isso se deve a realização magistral de ambos os atores. Apesar de Salieri ser um possível vilão, não sentimos tanta raiva a ponto de o odiarmos. O amor que ele tem pela música é contagiante. Sua maneira de contar a história é com tanto vigor, que assim como o padre demonstra apenas com seu olhar querer saber mais, queremos também saber mais sobre toda aquela história. Tom Hulce compõe seu Mozart como um homem que apesar de seu dom não liga nem um pouco para as convenções. Sua risada diz tudo. É escarnio puro. É deboche. Diferente de Salieri, ele não vê na música algo divino e sim um meio de se manter financeiramente. Ele quer mais é aproveitar a vida. Há claramente uma antítese entre ambos. Milos Forman é sem sombra de dúvida um grande diretor. Basta olhar sua filmografia. Para isso ele deve tentar trabalhar com quem é de sua confiança. Nesse caso os atores, que apesar de não serem atores tão conhecidos, conseguem ser fundamentais para o filme e acredito muito pelas mãos de Forman. Não poderia ser diferente com os outros integrantes da equipe. Sobre a trilha sonora do filme nem precisa comentar. O design de produção é impecável. O roteiro idem. A maneira como é traduzido o sentimento ambíguo de Salieri em imagem através do figurino em que uma máscara possui sua própria ambiguidade é bonito demais. Sabemos que é uma história com pouco material real, mas a forma como é contada faz com que acreditemos na possibilidade de ser algo não ficcional. A posição da câmera também ajuda. Há vários enquadramentos que falam muito por si só. Uma passagem para a casa de Mozart parece que remete para uma entrada em sua própria sepultura. Assim veremos um homem sucumbir dentro de sua própria sepultura. Um filme construído como uma ópera, com cuidado e dedicação por parte de todos integrantes que realizaram uma obra que entrou para a história do cinema.
"Amadeus" é um filme muito interessante por vários aspectos: a ótima recriação de época, os lindos figurinos, a execução das músicas do gênio Mozart, o duelo de personalidades do frágil Mozart e do invejoso Salieri, muito bem interpretados por Tom Hulce e F. Murray Abraham. A fita permanece na memória por muitos anos.
Filme realmente muito belo, Milos Forman fez um grande trabalho de direção neste filme, cuja ambientação e o figurino são perfeitos. Destaque para as incríveis atuações de Tom Hulce e F. Murray A., que roubam a cena com sua química estonteante. Clássico para ser visto e revisto
Obra prima! O melhor filme a respeito de compositores que já assisti. Mas não é necessariamente biográfico pois se baseia em uma peça inspirada em uma fictícia história entre a rivalidade de Mozart e Antônio Salieri. Mesmo assim, a obra traduz muito bem a genialidade sobrehumana da mente brilhante do Amadeus Mozart, um dos maiores compositores de todos os tempos, onde a sua genialidade ia muito além do virtuosismo em vários instrumentos e do ouvido absoluto e interno."Magnum opus!" Alguém acha exagero o talento de Mozart demonstrado no filme? Então procurem pelo gênio brasileiro Hermeto Pascoal, que em um futuro muito próximo será um dos grandes gênios da música mundial. Os vídeos demonstrando as habilidades de Hermeto são impressionantes.
Um excelente filme! Eu sou bem chato quando vejo filmes, sempre acho algo para reclamar ou dizer que poderia ser melhor, mas este só merece elogios. Um filmes extremamente bem feito, a atuação de F. Murray Abraham no papel de "Salieri" é espetacular. Jamais mereceria nota menor que 4.
Filme massa! Não me canso de assistir, e olha q a primeira vez q o vi foi em 1994(+ ou -), e até hj ele conserva a mesma magia. Mt bom mesmo. Destaque para a risada deliciosa que o Tom Hulce faz, rsrs... Contagiante! Mais que indicado =]
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