Amadeus
Média
4,5
983 notas

99 Críticas do usuário

5
71 críticas
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Maria Luiza L
Maria Luiza L

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4,5
Enviada em 5 de agosto de 2019
extremamente belo e dramático! ambientação e estética extraordinários! belíssima obra, belíssimos cenários, belíssimas caracterizações. O Mozart está incrível.
Luciano
Luciano

7 seguidores 48 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 23 de janeiro de 2019
Filmaço que retrata um pouco da vida do Mozart pela perspectiva de um músico contemporâneo, trilha sonora excelente, um belo trabalho de figurino sem contar as ótimas atuações.
Beto C.
Beto C.

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 7 de janeiro de 2019
Uma obra de arte! Um clássico que não canso de assistir. Música, interpretação, cenário, figurino e tudo mais.
Adriana P.Carvalho
Adriana P.Carvalho

4 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 21 de abril de 2018
Filme com uma interpretação visceral de Tom Hulce,como Mozart,fotografia,narrativa,tudo ótimo no filme,adorei!
Sérgio M.
Sérgio M.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de outubro de 2017
Um dos melhores filmes já feitos na história do cinema. Apaixonante, intenso, assustador, emocionante. Impossível não amar essa obra-prima!
Gabriella Tomasi
Gabriella Tomasi

128 seguidores 106 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de agosto de 2016
O filme vive a história de Mozart (Hulce), mas nos olhos e na mente de Salieri (Abraham), o antagonista. Nós passamos a conhecer quem é este personagem, assim como sua história de vida e valores.

Encontramos inicialmente Salieri, velho e decadente, em um hospício, confessando sua culpa. Do contrário do que se presume, nós nos identificamos com a sua frustração, tão brilhantemente transmitida através da atuação de F. Murray Abraham. Compositor da corte do imperador quando mais jovem, é tão devoto à música quanto à sua religião, mas vê seus esforços imensos - em se tornar o melhor músico – diminuídos, por testemunhar alguém, com talentos inalcançáveis, compor óperas grandiosas sem uma gota de suor. Assim, Salieri, consumido por um ódio e uma inveja tão grandes, relata ao padre em sua confissão, o plano que elaborou para matar Mozart.

Ocorre que, Salieri é dividido por sentimentos de amor pela música de Mozart, e ódio à sua pessoa, principalmente aquele gosto amargo de não poder negar quão perfeita suas obras são. É uma batalha interna que não tem fim. É a problemática da injustiça de sua vida, da busca por uma justificação divina para um talento tão grande (Seria Mozart o escolhido por Deus para tocar a Sua música?). Em conjunto com a interpretação do ator, a direção impecável dos precisos movimentos de câmara, em conjunto com uma trilha sonora maravilhosa (às vezes inserida no mundo diegético) sustentam todos esses sentimentos e casam perfeitamente com as cenas.

Tom Hulce, por sua vez, faz uma interpretação magnífica como Mozart. Ele é retratado com um ego tão grande quanto sua genialidade. Olhamos ele de acordo com a descrição de Salieri: um narcisista imaturo, de tal modo que os demais personagem pensam que ele é um vagabundo, quando, na realidade, trabalha o dia todo e batalha muito para conseguir algum reconhecimento, enquanto o único que realmente dá valor à suas obras é o próprio Salieri - ironicamente. Nós adoramos Mozart, e sentimos também todas as suas frustrações, principalmente no declínio de sua carreira e na sua relação com o pai.

Toda esta narrativa foi perfeitamente moldada com uma direção de arte e fotografia de qualidade, utilizando espaços, figurino e maquiagem que representaram a realidade da época e o mundo, no qual estamos inseridos. O luxo e a grandeza da nobreza da corte são filmados em planos abertos e cores claras, ao contrário do que vemos nos ambientes mais humildes, os quais são sempre representados em cores mais pálidas e escuras e planos mais fechados.

E é pelo amor à música que os personagens se unem, finalizando da maneira mais emocionante possível.
Arthur P.
Arthur P.

3 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 10 de abril de 2016
Filme muito interessante com um figurino de época muito bonito. As músicas dão um charme maior a obra. Filme um tanto longo, mas não chega cansar. Tirei como mensagem principal do filme o poder da inveja na destruição da pessoa e de quem está ao redor. Recomendo.
Elisete Maria Z.
Elisete Maria Z.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 2 de junho de 2015
Assisti o Filme Amadeus 11 vezes, e não me canso...Na minha opinião o filme retrata o que a inveja pode fazer com um ser humano, Além da belíssima historia de Mozart é claro, Figurino maravilhoso , produção nota mil..... Recomendo e sempre indico aos amigos. AMADEUS THE BEST.
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 13 de março de 2016
-Filme assistido em 13 de Março de 2016
-Nota 9/10

Recebendo o total de 10 indicações ao Oscar,"Amadeus" é um dos filmes mais intensos que o cinema já realizou.Com a duração de 160 minutos,o filme conta com detalhes a história de Mozart,o gênio da música (como diz a sinopse).Tom Hulce protagoniza,consegue se destacar pela forma ousada.Uma pena ter perdido a disputa no Oscar por Melhor Ator,para seu companheiro Murray Abraham.
Trilha sonora,figurino e Fotografia são pontos que também merecem destaque.
Khemerson M.
Khemerson M.

61 seguidores 74 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 13 de dezembro de 2014
Escrito por Peter Schaffer a partir da própria peça, Amadeus centra-se nos últimos anos de Mozart, quando o genial compositor residiu em Viena e produziu seus melhores trabalhos (O Rapto do Serralho, As Bodas de Fígaro, Don Giovanni e A Flauta Mágica – todas mostradas no filme). Entretanto, Schaffer de forma brilhante ao invés de trazer Mozart como protagonista, opta por focar na trágica e comovente história de seu “rival”, Antonio Salieri, um sujeito cujo legado artístico de outrora evapora-se com o avançar dos anos, levando-o à tentativa de suicídio e, por conseguinte, ao relato de sua vida e conflituosa relação de inveja, amor e ódio com Mozart.

Concebendo uma história cujos eventos retratados não correspondem necessariamente à verdadeira história de Mozart e Salieri – uma vez que sua intenção era explorar outras perspectivas* – Peter Schaffer e Milos Forman conseguem produzir uma obra tão transcendente que fica difícil não nos conectarmos emocionalmente à narrativa, uma vez que os temas retratados são suficientemente universais para que não dependam da veracidade dos fatos apresentados. Além do mais, Milos Forman, nos brinda com duas interpretações atemporais e inesquecíveis: Tom Hulce, como Mozart, personificando com perfeição o genial e extrovertido compositor, e F. Murray Abraham, como Salieri, encarnando aquele que é um dos maiores personagens já vistos no cinema, certamente... (LEIA MAIS NO LINK EM ANEXO)
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