é um filme muito interessante por vários aspectos: a ótima recriação de época, os lindos figurinos, a execução das músicas do gênio Mozart, o duelo de personalidades do frágil Mozart e do invejoso Salieri, muito bem interpretados por Tom Hulce e F. Murray Abraham. A fita permanece na memória por muitos anos
Algumas partes da trama são dramatizadas para efeito cinematográfico, o que pode comprometer a precisão histórica. No entanto, isso não diminui o valor artístico do filme, que continua sendo uma experiência cativante e emocionante para os espectadores.
Após tentar se suicidar, Salieri (F. Murray Abraham) confessa a um padre que foi o responsável pela morte de Mozart (Tom Hulce) e relata como conheceu, conviveu e passou a odiar Mozart, que era um jovem irreverente mas compunha como se sua música tivesse sido abençoada por Deus.
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