O papel feminino principal foi originalmente oferecido para Bette Davis em 1938, com David Niven como Charlie. Depois foi oferecido para ela de novo em 1947 com James Mason como Charlie, mas ela teve que recusar porque estava grávida. Quando Davis tentou pegar o papel em 1949 ele já era de Katharine Hepburn.
As primeiras escolhas para o papel foram John Mills e Bette Davis.
No making of, Katharine Hepburn descreveu a viagem que fez junto da equipe do filme como "Quando eu fui pra África com Bogie (Humphrey Bogart), Bacall e Huston (John Huston) e quase fiquei louca". Isso porque eles tiveram que percorrer 3.5 milhas de Biondo até o Rio Ruiki e foram necessários 5 carros e caminhões apenas para levar a equipe, os atores e os equipamentos. Depois tiveram que entrar em barcos e navegar mais 2.5 milhas para chegar até o local das gravações na África. Lá eles tiveram que lidar com desinteria, malária, água contaminada, cobras venenosas e diversas picadas de mosquitos. A maioria da equipe e dos atores esteve doente em grande parte da filmagem. Além disso eram mal vistos no local, como disse John Huston em fevereiro de 1952 para um artigo do The New York Times. John Huston contou que ele contratou nativos para ajudarem a equipe, mas muitos não apareceram porque estavam com medo que tanto equipe quanto atores fosse canibais.
Para mostrar o descontentamento com a quantidade de alcool que John Huston e Humphrey Bogart consumiam durante as filmagens, Katharine Hepburn bebeu apenas água. Como resultado, ela sofreu de uma séria desinteria.
Este é o papel que rendeu a Humphrey Bogart o único Oscar da sua carreira.