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Samuel Santos
1 crítica
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4,5
Enviada em 25 de maio de 2020
A vida é bela:
Este filme é lindo, alegre e triste. É drama, comédia, inclusive com cenas satirizindo as ideologias do regime facista, em meio ao horror da guerra. A guerra e suas atrocidades é pano de fundo, pesado, para o foco q está em um homem e seu amor pela familia, principalmente, pelo filho ao ponto de poupá-lo da maldade humana. O final não é hollywoodiano como o filme não é, mas é esperançoso. A vida é bela apesar dos horrores do mundo envocando o título.
Filme lindo! Um dos melhores que assisti! Após ter assistido fiquei anestesiada ... e até voltar para a realidade. Este filme mostra um pai maravilhoso!
O filme é fantástico. Os primeiros minutos do filme aparentam retratar um filme de comédia, de tão divertido que é. A vida é bela é um filme que te prende do início ao fim. Nele, encontra-se o drama, romance e a comédia, que faz um diferencial enorme no decorrer do filme, pois, quebra um pouco do clima tenso que acontece da metade do filme em diante. É um filme parar rir, ficar aflito, chorar e o mais importante, um filme para nos relembrar da história, principalmente da época macabra em que ocorreu a Segunda Guerra Mundial. Vai para a minha lista de filmes favoritos.
Melodrama travestido de lirismo só para arrancar lágrimas e aplausos a qualquer custo. Desonesto. Não tem construção complexa de personagens, como Spielberg magistralmente faz em "A Lista de Schindler", por exemplo. Também não traz a leveza tensa que "Jo-Jo Rabit" de certa forma consegue transmitir. É só aquele banana italiano fazendo a mesma palhaçada sem-graça do começo ao fim. Desrespeitoso com os judeus que foram vítimas do horror nazista, pois nenhum ser humano poderia se comportar de tal maneira em um campo de concentração. Praticamente todos ali viravam "zumbis" desesperançosos ao meio de tantos maus tratos, desumanidades e atrocidades. Vejam os depoimentos de quem sobreviveu ao holocausto. A academia do Oscar, nunca me surpreende, diga-se de passagem, perdeu ao não dar a estatueta para "Central do Brasil", 100 vezes melhor e mais bem construído. "A Vida é Bela" faz um grande mal à sétima arte até hoje, ao influenciar melodramas igualmente tenebrosos, como o recente "Milagre na Cela 7", por exemplo.
Simplesmente, cativante e capaz de emocionar até os mais bravos homens. A obra de Roberto Benigni é um exemplo cinematográfico de que a combinação de uma história emocionante com atuações carismáticas podem surgir até nos piores contextos em que a humanidade possa está inserida. Sublime.
um filme lindo e ao mesmo tempo mágico.Um drama e comédia que prende o público do começo ao fim! Roberto Benigni dá um show de atuação e direção e merece ser visto e revisto.
Já fizeram inúmeros filmes sobre a tragédia dos judeus na segunda guerra. A vida é bela difere de tudo que já havia sido feito. A triste realidade da opressão nazista em campos de extermínio é substituída pela tentativa obstinada de um pai dedicado em alienar seu filho de todo aquele mundo de sofrimento. Mesmo sem a exposição explícita comum em outros filmes (como A lista de Schindler e O pianista) das terríveis condições a que os judeus eram submetidos, podemos captar sua presença sutil em outras cenas e falas que por serem suavizadas ampliam a dimensão de sua existência. O filme é belo como o título. Nossos problemas se apequenam diante da postura (quase) inabalável do protagonista.
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