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Carlos Henrique S.
13.791 seguidores
809 críticas
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4,5
Enviada em 25 de julho de 2019
O Oscar de 99 foi um dos mais polêmicos da história mas uma justiça foi feita,La vita e Bella venceu na categoria de melhor filme estrangeiro.O filme é dirigido e protagonizado por Roberto Benigni que dá um show aqui,e em seu melhor longa metragem como ator e diretor.Em época de segunda guerra mundial na Itália Guido e seu filho Giosué são levados a um campo de concentração,afastado da mulher e com seu filho inocente Guido usa a imaginação e inventa que aquilo é uma grande brincadeira com intuito de protegê-lo da violência.O ponto forte do filme são as atuações e a situação dos personagens que é comovente,Roberto Benigni está incrível,é um cara carismático atrapalhado e engraçado que tenta sempre ver o lado bom das coisas.O roteiro sabe abordar bem a parte em que Guido e Dora se conhecem até o seu filho e a situação do holocausto.La Vita e Bella é um filmaço,engraçado na medida certa triste e emocionante,um grande trabalho de Roberto Benigni.
Um dos filmes mais bonitos que já assistí, pq é uma comédia dramática que de tão linda o drama divide espaço com a felicidade de ver esse filme, belíssimas atuações e uma história ímpar!!!
Nada mais belo do que o amor verdadeiro, o amor de mãe, de namorados, de pai. Neste película belíssima, Italiana à moda. A Segunda Guerra é novamente palco de histórias emocionantes e de rasgar o coração. Esta família vai te deixar impressionado com a capacidade de amar incondicionalmente alguém. A vida bela, quando acreditamos que é, e é isso em que o pobre garoto acredita, e muito graças ao pai, que não deixou o filho até o último momento, onde o fim é conhecido por todos nós.
O cinema Itáliano sempre teve sua tradição, mas nos anos 90 ja estava em decadência, eis que surge a vida e bela, assisti quando criança na escola, um belo filme um drama com uma história muito rica.
Visto que o filme "A vida é Bela", foi escrito, produzido e protagonizado por Roberto Benigni, fiquei impactado. Porém, para mim, esse Clássico só não se tornou um filmaço pelo fato de Guido ser um exaregado bobão. Creio que Roberto Benigni, melou o caldo ao criar o protagonista.
O efeito sentido por mim ao assistir esse clássico não foi dos melhores. E não é porque é clássico que irei dá nota alta.
Um filme bom e poético que indico, que relata bem esse drama, judeus e holocausto, é o filme "O menino de pijama listrado".
A Vida é Bela (1997), colocou o ator, realizador e argumentista Roberto Benigni, em uma grande polêmica por fazer humor com um tema mundialmente pesado e funesto que foi o holocausto. Benigni por saber que pisava em um terreno perigoso, já no início do filme tenta arrefecer possíveis criticas, deixa claro não ser uma história fácil e se tratava de uma fábula, mesmo assim foi mal visto e criticado por fazer humor com uma das maiores tragédias da humanidade. Para entender o diretor e apreciar sua obra é preciso se permitir adentrar o jogo do pai Guido Orefice (Roberto Benigni) e seu filho Giosuè Orefice (Giorgio Cantarini), como uma saída para arrefecer o sofrimento do bambino. Duas cenas antológicas: Guido servindo de tradutor oficial nazista e ditando as regras do “jogo”, e a segunda com um tom totalmente crítico, Guido em um carro sem freios pedindo com acenos que as pessoas saiam do caminho, seu gesto é confundido com a saudação nazista em uma Itália dos anos 30 onde germinava o antissemitismo. Não dá para desvincular Benigni de Charles Chaplin, principalmente no filme O Grande Ditador. Na fábula de Benigni toda a tragédia se suaviza, até mesmo a pilha de corpos lembra difusamente um quadro impressionista. A primeira parte do filme é um prelúdio com tons de pura poesia cômica que nos faz enternecer como em Carlitos de Chaplin. Que bom seria se realmente os horrores do Holocausto fosse somente uma lenda desmesurada! Indicado a sete categorias ao Oscar de 1999, venceu três: Melhor ator (Roberto Benigni), Melhor Filme Estrangeiro e Melhor Trilha Sonora Original, desbancando nosso querido Central do Brasil e o magistral Filhos do Paraíso. “A Vida é Bela”: uma fábula de amor e sobrevivência.
O filme tem um ótimo roteiro, porém o que estraga é Roberto Benigni querer fazer pastelão com um assunto sério. Contou com um lobby tremendo da Miramax para levar a estatueta de filme estrangeiro, mas o pior mesmo foi Benigni ganhar o Oscar de melhor ator. Inacreditável.
Gostei da abordagem diferente sobre um tema tão doloroso como o Holocausto. Roberto Benigni tem cenas muito bonitas com o menino que faz seu filho e com a esposa. Uma mensagem comovente do amor do pai pelo filho, em meio aos horrores do campo de concentração. Oscars merecidos.
Roberto Benigni consegue unir vários gêneros em um só filme.Incrível como podemos nos emocionar e ao mesmo tempo nos divertir. Roberto manda bem tanto na atuação,quanto em sua direção.A cada cena,nos presenteia com algo simplesmente espetacular,e não há nada que pareça clichê que envolva o gênero. A forma em que o personagem aborda um ato sério com tranquilidade,é fantástico.
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