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A continuação das aventuras de Bastian na Terra de Fantasia, onde ele enfrenta novos desafios para salvar o mundo e a si mesmo.
Uma sequência que tenta replicar o charme do original, mas falha ao apresentar um roteiro menos envolvente e efeitos visuais inferiores. Apesar do esforço para expandir o universo mágico, a trama não captura a mesma atmosfera do primeiro filme. Uma produção bem inferior ao primeiro.
Uma sequência que tenta replicar o charme do original, mas falha ao apresentar um roteiro menos envolvente e efeitos visuais inferiores. Apesar do esforço para expandir o universo mágico, a trama não captura a mesma atmosfera do primeiro filme. Uma produção bem inferior ao primeiro.
Esse filme foi muito passado na televisão aberta, demorou muito para rever novamente, muitas vezes peguei esse filme pela metade. Aproveitei ver depois de ter assistido a primeira obra, e concluo ainda que o primeiro filme continua sendo bem superior. Os dois atores mirins da primeira obra brilham os olhos quando se impressionam com cada evento do mundo imaginário. Kenny Morrison tem uma atuação deprimente comparado ao Noah Hathaway que é o personagem principal do primeiro filme. Assim o querido Atreyu é d colocado como coadjuvante nessa segunda obra. A história é muito travada em poucos personagens, poucos cenários, a vilã é muito simples, o filme não tem muitas surpresas, se não os robôs. O Jonathan Brandis não toma muitos sustos, não passa por encrencas mesmo. Me parece teve um script bem medíocre, e não teve muito o que fazer nessa história parada em poucas cenas. Com certeza a cidade da Prata, o lago mágico, os robôs, são bonitas e até impressiona bastante as crianças pequenos, mas o filme não transmite uma mensagem bacana e bonita como do primeiro filme. E a relação entre o pai de Bastian e o proprio Bastian parece colada a remendos. Mas é um clássico da infância de muita gente, teve sua época.
A história sem fim 2 aconteceu 6 anos após o primeiro filme. A direção foi para George Miller. Na trama, Bastian (Jonathan Brandis) resolver ler novamente o livro e acaba indo parar dentro de Fantasia. Dessa vez Bastian começa a ajuda de Atreyu (Kenny Morrison) tentam salvar Fantasia de um feiticeira Xayide (Clarissa Burt), que pretende fazer com o vazio tome conta de tudo. Após a rentabilidade e sucesso do primeiro, a Warner resolveu tirar o papel esse segundo filme. Porém, a apesar da produção sair mais cara que no primeiro filme, acabou arrecadando bem menos do que gastou. Embora os personagens tenha sido todos mantidos, o que notamos é logo de cara a troca de atores principais e talvez isso tenha incomodado a maioria das pessoas. Entendo perfeitamente que 6 anos para atores mirins é complicado e isso dá até pra passar o pano. E até aceito que o Jhonata Brandis teve carisma nessa filme. O filme tbm foi baseado numa segunda parte do livro, mas o roteiro teve uma maior liberdade poética. Talvez essa liberdade tenha custado demais ao filme em si. É inegável existir a comparação com o primeiro e por isso classifico esse filme nao como péssimo, mas regular e bem abaixo do seu anterior. Parece que faltou mais ousadia, alguma cena traumatizante, tudo acaba flutuando na mesma. Temos até a novidade de Bastian entra no mundo da Fantasia e entrar numa aventura com Atreyu, mas a aventura fica super previsível. A narrativa procura se dividir com o pai de Bastian que começa a procurar ( e de forma bizarra), procura ler o livro que o seu filho estava lendo. Parece que faltou desenvolver melhor isso. A problemática do filme gira em torno da feiticeira que pretender fazer com que Bastian fique pedindo vários desejos afim de que ele gradativamente vá perdendo a memória do seu mundo real. O roteiro poderia até apelar mais paras as lembranças que o garoto estava perdendo, mas pouco faz isso, ate pq desenvolveu muito mal o Bastian fora da Fantasia. O medo era Bastian se tornar vazio. Logo, para escapar disso, ele deve salvar a princesa. A parte técnica parece nao ter tido nenhuma evolução quando comparado com o primeiro filme. A aposta aqui sao as filmagens com planos mais fechado e escuros para evitar mostrar demais. Faltou tbm uma trilha sonora mais marcante e até mesmo decente. No final, a lição tirada é ser corajoso e enfrentar o medo. Bem bobo comparado com o primeiro filme. Sei que para muito que viram esse filme antes do primeiro filme podem guardar com mais carinho do que o primeiro, mas há de se reconhecer que fica bem abaixo
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