Alien, o 8º Passageiro
Média
4,5
2219 notas

132 Críticas do usuário

5
78 críticas
4
43 críticas
3
8 críticas
2
2 críticas
1
1 crítica
0
0 crítica
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Guilherme M.
Guilherme M.

197 seguidores 163 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 16 de agosto de 2013
Assustadoramente Aterrorizante !! O grande classico de ficção e suspense !!
Eduardo S.
Eduardo S.

20 seguidores 26 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de maio de 2013
“No espaço, ninguém pode ouvir você gritar.”

Dois anos após sua estreia com “Os Duelistas”, pelo qual foi indicado a Palma de Ouro em Cannes, o diretor britânico Ridley Scott fazia sua estreia no cinema americano, com um dos maiores clássicos da ficção e com uma mudança radical de gênero. O que virou uma constante em sua carreira, sendo um dos mais ecléticos em atividade.
Fugindo do estilo das populares sagas Star Wars e Star Trek, os roteiristas Dan O’Bannon & Ronald Shusett escreveram um misto de ficção e horror, de forma original e bastante criativa. Até as filmagens muita coisa foi alterada no roteiro pelos produtores Walter Hill & David Giler, que por incrível que pareça conseguiram contribuir de forma positiva, principalmente pela adição de um dos personagens mais interessantes do filme. Outra mudança importante e significativa foi do título que originalmente seria “Star Beast”, mas O’Bannon não gostou e acabou alterando para “Alien”, devido a quantidade de vezes que a palavra aparecia no roteiro. A dupla O’Bannon & Shusett merecidamente levaram os créditos, pelo segundo roteiro de ambos e um dos melhores roteiros de ficção.
Para a direção vários nomes foram mencionados, desde O’Bannon que pensou que iria filmar seu roteiro ao produtor Walter Hill, que era o preferido do estúdio. Mas com a desistência de Hill, surgiram nomes como de Peter Yates e Robert Audrich, mas graças ao seu longa-metragem de estreia, que os produtores viram e gostaram, que surgiu o convite e a oportunidade de Ridley Scott entrar de vez no cinema americano.
Com o convite aceito, Scott fez storyboards detalhados do filme todo, com isso fazendo o estúdio aumentar o orçamento do filme.
Tom Skerrit (Dallas) foi convidado desde o início do projeto, tendo recusado o convite pela indefinição de diretor e pelo baixo orçamento, mas com a chegada de Scott, sua decisão foi outra. Apesar de seu nome ser o primeiro nos créditos, foi a novata Sigourney Weaver (Ripley) em seu terceiro longa de cinema, quem roubou cenas e destacou-se.
Outros destaques do elenco são o extraordinário Ian Holm (Ash), Veronica Cartwright (Lambert) que com apenas 30 anos e mais de 20 anos de carreira, foi uma das melhores atuações do filme, junto com John Hurt (Kane) que foi a primeira opção de Scott, mas devido a outros compromissos quase não participou de Alien, em seu lugar entrou Jon Finch que por problemas de saúde, foi obrigado a abandonar o projeto. Com sua saída, Hurt pode voltar para o que seria um dos melhores papéis de sua carreira e com uma das cenas mais famosas do cinema. O filme ainda tem as presenças marcantes de Yapet Kotto (Parker) e Harry Dean Stanton (Brett).
Foi O’Bannon que supervisionou o conceito de arte do filme e foi quem apresentou para Scott, os trabalhos do artista plástico H.R. Giger e a partir daí com o entusiasmo de quem encontrou o que estava procurando, Scott tratou de que o artista fosse contratado e ficasse com a função de criar todo o conceito visual do Alien, desde os ovos da criatura ao planeta e a nave. Giger cumpriu sua função com maestria, fazendo sua estreia no cinema de forma fantástica e excepcional.
Outros artistas como Ron Cobb & Chris Foss ficaram com o outro lado visual do filme, como a espaçonave Nostromo e os trajes dos tripulantes. Dando um visual moderno e ao mesmo tempo realista, tanto para a espaçonave quanto para os trajes.
Fazendo parte deste time também, o designer gráfico Saul Bass quem fez os créditos de abertura, mas lamentavelmente não foi creditado.
O time de diretores de arte (Michael Seymour, Leslie Dilley, Roger Christian & Ian Whittaker) e o figurinista John Mollo, com certeza fizeram um grande trabalho em conjunto com os artistas conceituais.
A maquiagem de Pat Hay é muito bem feita e os efeitos especiais foram muito bem empregados e criativos, pelo grande time (H.R. Giger, Carlo Rambaldi, Brian Johnson, Nick Allder & Dennis Ayling). Outro destaque fica por conta da estreia do diretor de fotografia Derek Vanlint, com um excelente trabalho, seguindo a estética do filme, com visual predominantemente sombrio.
A edição do filme ficou a cargo da dupla Terry Rawlings & Peter Weatherley, que fizeram um ótimo trabalho, com cortes precisos e dinâmicos.
O trio Derrick Leather, Jim Shields & Bill Rowe, fizeram um excelente trabalho com o som e efeitos sonoros, combinando perfeitamente com a atmosfera sombria do filme.
O grande maestro Jerry Goldsmith fez um trabalho memorável, mas infelizmente parte da trilha composta para Alien, foi ignorada por Scott. Mas mesmo assim permanece como uma das grandes composições de Smith.
O filme ganhou merecidamente o Oscar de Efeitos Visuais e foi indicado para Direção de Arte.
Com orçamento de 11 milhões de dólares e mais de 100 milhões de bilheteria no mundo, o sucesso acabou resultando numa franquia, que ainda gera muito lucro para o estúdio.
O filme permanece, como um dos grandes clássicos do gênero e um exemplo da criatividade e versatilidade do diretor Ridley Scott, que ao longo dos mais de 30 anos de seu 2º longa-metragem não dá sinais de que vai se aposentar.
Wlademir T.
Wlademir T.

10 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 4 de fevereiro de 2013
spoiler: Em 79, eu tinha 12 e assisti esse filme num cinema ao livre, dentro da base aérea , em Pirassununga, SP, numa gelada e estrelada noite de inverno. Estavamos lá eu e meus amigos, todos enrolados nos cobertores e sentados nos bancos de cimento, pois o cinema é dentro da vila, na base aérea!! Me lembro minuciosamente de cada susto, do terror que esse filme perpetuou em minha mente e ainda hj, nas noites frias e estreladas, no silencio dela, acabo me recordando do alienígena. É incrivel como um filme, ousado para época, com impecável direção, fotografia e elenco esmagador, consegue criar raiz no profundo da mente. Lembro das expressões de terror de Sigourney Weaver e da dilacerante surpresa e medo estampados nos olhos de Verônica Cartwright ao ver o peito do personagem de John Hurt sendo destroçado pelo embrião do Alien. Note-se aqui que o diretor não revelou a Veronica essa sequência. Ela não sabia que na cena em questão isso ocorreria e assim o diretor conseguiu dela o medo mais real, mais puro, conseguiu aquela expressão de medo ancestral da mulher Veronica e não da atriz dando vida a seu personagem. Ainda hj, qdo posso alugo pra assistir e até mesmo sei de cor as falas mas ainda me arrepio ( aquele arrepio q sobe pela espinha e que eu tenho ainda hj como o tinha quando vi Alien em 79), ainda fico angustiado com a claustrofobia da Nostromo, e aquela corrida dos personagens, e o som de cirenes e luzes psicodelicamente estudados pra produzir em nós o medo de dentro pra fora e de fora pra dentro, porque o diretor nos coloca dentro da nave, convivendo com a equipe e com o Alien. É perturbador, é desolador, é visceral, é aterrorizador estar dentro da Nostramo, nessa 1h e 56 minutos de filme!! Falo, sem demagogia, que as noites frias e estreladas nunca mais foram as mesmas pra mim. Nessas noites, se eu forçar nisso o meu pensamento, ainda ouço a Mãe contanto de forma regressiva o tempo antes da auto destruição, ainda se acendem aquelas luzes infernais em meu cerebro e ainda leio, lá nos arquivos da memória, com olhos esbugalhados de medo e pavor, os creditos com os nomes do elenco e toda equipe técnica!! Tudo isso, num passado distante de 36 anos que mais parece anos luz num espaço solitário e sombrio.. " afinal no espaço ninguém pode ouví-lo gritar "!! Recomendassímo!!
spoiler:
anônimo
Um visitante
5,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Maravilhoso! Ao se falar desse filme parecemos sempre ser redundantes, porque de fato é um grande clássico da ficção científica. Essa é praticamente a estréia de Ridley Scott no cinema e já começa marcante a carreira desse fantástico diretor que soube trazer ao público a mistura na medida de ficção científica, suspense e terror, com uma direção firme e sem apelações ou cenas gratuitas de mutilações etc. O terror está no imaginário, aonde não vemos, e esse é um mérito louvável e que foi atingido com perfeição.

Aqui vemos uma tripulação de sete pessoas que estão em uma missão no espaço à bordo de uma nave comercial. Após receberem um sinal de vida fora da nave, os tripulantes param e exploram o local. Um deles é atingido por um estranho ser que gruda em seu rosto. O que parecia ser um incidente isolado, ainda mais depois quando o ser se desgruda do rosto da pessoa atingida, na verdade ele havia depositado algo dentro do corpo da vítima e começa a se desenvolver dentro dele. Pouco depois, já fora do corpo e ficando cada vez maior, o ser começa a levar pânico dentro da imensa nave e nenhum lugar ali parece mais seguro, pois o ser começa a fazer suas vítimas, provocando pânico indescritível a todos à bordo.

É nesse clima de suspense total e terror constante que a trama se desenvolve e envolve o espectador de uma maneira impressionante. Especialmente para a época (1979), o filme apresenta gigantes e modernos cenários através de uma impecável direção de arte, e que junto com a fotografia escura e sinistra consegue criar o clima ideal. A idéia de um local isolado de tudo e todos deixa a todos ainda mais agoniados e tensos. Não poderia deixar de citar os perfeitos efeitos visuais que podem ser comparados com filmes de hoje em dia, inclusive, e é claro a maquiagem incrível.

Destaco aqui o elenco fabuloso, liderados por uma forte e destemida Sigourney Weaver em uma excelente interpretação, especialmente na última hora do filme onde sua personagem toma as rédeas da situação. O filme é um marco do cinema que imortalizou os personagens Alien e a tenente Ripley, e catapultou ao estrelato o então iniciante mas desde sempre competente Ridley Scott em um grande trabalho e que merece ser aplaudido de pé por sua qualidade inquestionável. Filme imperdível!
hall
hall

3 seguidores 18 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 20 de janeiro de 2013
A Sigourney sempre disse que a tenente Ripley foi o pior papel de sua carreira e que so atuou pelo cache, mesmo assim ela mandou muito bem.
jack
jack

1 seguidor 6 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
...simplismente um classico dos cinemas, não tem nada que se possa reclamar desse filme ainda mas se tratando de seu ano de lançamento, simplismente perfeito a produção e todo o filme.
Thiago Lopes
Thiago Lopes

4 seguidores 22 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Pra mim existem filmes ruins, razoáveis, bons, muito bons e os top de linha. Alien, o oitavo passageiro é top de linha na ficção científica. O Ridley Scott conseguiu construir um clássico que mistura bem suspense, ficção científica e terror.
Apaludo de pé o filme!
anônimo
Um visitante
5,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
sem dúvida uma das mais brilhantes ficçoes cientificas do cinema,um suspense unico Sigourney Weaver fantastica,um suspense magnifico de roer as unhas ,cada cena é memoravel Riddley scott dirigiu muito bem esse classico que é digno de ser um dos melhores ficçao do cinema
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa