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Alexandre C.
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5,0
Enviada em 24 de março de 2019
Como não dar 5 estrelas pra esse filme? Em pleno 1979 um filme com efeitos a frente de sua época, eu fico imaginando o impacto que teve na época, Alien o 8° passageiro é uma aula de como misturar ficção com terror .
Um sci-fi maravilhoso e épico, Ridley Scott inspirado, cria uma atmosfera imersiva e cheia de suspense e tensão, personagens carismáticos e fortes, Ripley sem dúvidas é um personagem inesquecível do cinema, tal como o xenomorfo. Tudo é feito com muita paciência,não há pressa na narrativa, é muito bem calculado, apesar do ritmo lento o filme nunca fica desinteressante, pelo contrário, ele cria um interesse enorme no público de saber mais sobre esse universo. Apesar do Alien não aparecer muito, a tensão claustrofóbica que cerca o filme supre a ausência da criatura que é mais vista no final. Roteiro simples e sólido, bons diálogos, personagens fortes e inteligentes, oque é raro pois em filmes assim sempre tem uma cambada de burros que só servem pra morrer, Filme cheio de momentos inesquecíveis, reviravoltas geniais fazem deste um dos melhores sci-fi ever, tem uma música discreta mais muito operante e o melhor, um Ridley Scott com tesão de fazer filme bom. Clássico!
É quase que obrigação a todo fã de ficção-científica e até mesmo de terror assistir a este grande filme. Dirigido pelo óºtimo Ridley Scott, Alien o 8º Passageiro é um clássico aclamado até hoje, seja por sua otima história, ou por suas boas cenas de terror para a época, os efeitos sonoros são perfeitos e dão ainda mais tensão no filme. Sigourney Weaver está perfeita, e os outros atores não comprometem. Muito bom.
Começo dos anos 80 e esse seria o início de uma saga Alien que segue até hoje. Este filme rodado com 11 milhões de dólares arrecadou mais de cem milhões o que fez criar a franquia. Sim é um bom filme se formos considerar a época que foi feita, com baixo orçamento comparado aos filmes de hoje, com apenas 8 atores (no geral) atuando num espaço fechado. Temos que considerar os ótimos efeitos especiais para a época, tema inclusive do Fantástico e que rendeu prêmios técnicos. Mas sabemos que existem falhas, como a falta de gravidade em nenhum momento do filme, a alimentação servida praticamente igual a Terra ou poderem fumar dentro da nave, bem como a construção dela como se fosse um enorme galpão de indústria inclusive com vazamentos de água constantes (essa água provém da onde). Não sendo tão ranzinza Sigourney Weaver é lembrada até hoje exatamente por esta franquia, mesmo que tenha feito outros trabalhos até melhores, mas a força do Alien permanece em sua história que lhe rendeu uma estrela na calçada da fama. É um bom começo de trama, mas acredito que outros filmes da franquia foram melhor explorados como Prometeus por exemplo.
Um clássico do terror contemporâneo. Criou uma nova abordagem para o gênero, assim como kubrick no fabuloso 2001,uma odisseia no espaço, Alien, o oitavo passageiro inaugura um novo tempo para filmes de suspense e terror.
Poucos filmes envolvendo histórias com efeitos especiais complexos sobreviveram tão bem ao teste do tempo como Alien. De uma época em que o termo “blockbuster” ainda era novo – com filmes como Tubarão, Star Wars e Contatos Imediatos de Terceiro Grau – poucos imaginavam que o trabalho de direção de Ridley Scott seria uma importante referência para o gênero até hoje em dia, já que o ainda jovem cineasta demonstra um domínio completo de condução de (ótimos) atores, clima de suspense e o uso acertadíssimo de enquadramentos fechados e, por isso, claustrofóbicos, ajudando a dar uma atmosfera realmente aterrorizante dentro do escuro e apertado interior da nave Nostromo – brilhantemente e funcionalmente recriada pela direção de arte inovadora de Roger Christian.
Obviamente a única coisa em que o filme soa datado agora são os usos de alguns computadores da época – barulhentos e com aquelas letras garrafais comuns dos primeiros computadores criados para uso do grande público – que acabam por quebrar um pouco a verossimilhança de quem tenta acompanhar uma história que se passa por volta do ano 2120 – onde o ser humano já explora o espaço, a fim de lucrar com a exploração e colonizar mundos novos. A nave Nostromo se encontra nessa situação. Com seus sete tripulantes em estado de hibernação (para sobreviverem a longa e demorada viagem), logo eles são despertados ao se aproximarem do (aparentemente) desconhecido planeta LV-426, da onde um misterioso sinal de emergência emana. Ao chegarem lá, encontram uma enorme nave alienígena, onde, dentro dela, são encontrados misteriosos ovos – de onde uma criatura sai e gruda no capacete do astronauta Kane (Hurt). Levado de volta a Nostromo, depois de algum tempo, o ser desconhecido se desgruda, aparentemente deixando Kane livre – mas logo o tal do “oitavo passageiro” surgirá, trazendo medo e tragédia aos tripulantes.
A concepção do alienígena assassino ainda impressiona, dada a natureza incrivelmente violenta dela – precisa de um hospedeiro para ser criado – no caso, foi o pobre Kane o “escolhido”, conforme a clássica cena da mesa de jantar mostra bem – o sangue da criatura é composto por acido, portanto, tentar mata-lo é mais arriscado ainda, além de sua capacidade de camuflagem entre os encanamentos e compartimentos da nave. Misto de um boneco animatrônico com um ator vestindo uma fantasia, o Alien é uma criação do especialista em efeitos especiais H.R Giger e do roteirista Dan O’Bannon – vide os inúmeros filmes que se influenciaram desta concepção – sem falar das próprias continuações do longa.
Mas outro elemento fundamental para a boa sobrevivência ao tempo de Alien, está em seu elenco. Com uma criação de personagens inteligente, que consiste em dar uma atenção a cada um deles, para não deixar aquele clima fácil de se imaginar quem seriam os “próximos a morrer”, o roteiro de O’Bannon e Walter Hill é esperto em começar mostrando o Capitão Dallas de Tom Skerrit como o centro dos tripulantes – só para depois demonstrar que a Ellen Ripley de Sigourney Weaver é, de fato, o personagem principal da trama. Weaver fez história de fato – a primeira heroína de uma franquia – justamente por ser retratada pela atriz como um ser humano, e não um mero pretexto para demonstrar heroísmo barato. Os demais personagens chamam a atenção por este humanismo também – ou a proposital falta dele em um certo integrante da nave – deixando, para o terceiro ato, uma chocante revelação.
Com um clima de terror estabelecido por completo com a brilhante trilha-sonora do mestre Jerry Goldsmith, Alien, O Oitavo Passageiro sobrevive ao tempo, sendo umas das ficções cientificas de horror que mais influenciaram as produções seguintes do gênero – é uma perfeição estética, narrativa e de clima de suspense tão boa que vive mesmo após inúmeras revisões e imitações.
ALIEN, O 8º PASSAGEIRO é um marco na universo do cinema!!!
Lançado em 1979, ALIEN se tornou uma obra-prima do gênio Ridley Scott. Hoje, após 38 anos, o filme é considerado uma obra épica, um trabalho fantástico, mostrando o começo de uma criatura que se tornou uma verdadeira LENDA.
Assistindo novamente, eu pude comprovar um Sci-FI verdadeiro, contemporâneo, que marcou época. Eu sou fã da franquia ALIEN, sempre assistia quando ainda era uma criança, e com o passar dos anos, eu fui entendendo cada vez mais desse universo fictício e aprendendo à amar a franquia até os dias atuais.
ALIEN (O 8º PASSAGEIRO foi o nome dado ao filme no Brasil), conta a estória da nave Nostromo em uma viagem do planeta Thedus para a Terra, a nave estava carregada com vários itens valiosos e uma tripulação de 7 passageiros. Quando a MÃE resolve fazer uma parada em um planeta vizinho, para explorar o local, é ai que a nave é danificada e os tripulantes saem para verificar e são confrontados com a CRIATURA.
O longa dirigido por Scott é perfeito, um roteiro bem elaborado e funcional, com cenários fantásticos, um clímax sombrio e aterrorizante, a trilha sonora contribuiu muito com à trama, te levando para dentro dos cenários macabros (principalmente fora da nave). Os efeitos especiais foi um grande destaque para a época, principalmente na construção do ALIEN, um ponto que causava um certo desconforto para Ridley Scott, até por isso que talvez o ALIEN aparecia mais em ambientes escuros e sombrios, muita das vezes mostrando apenas o rabo, o que nos causa ainda mais agonia, em imaginar como realmente seria a criatura. Os efeitos especiais ganhou o Oscar de 1980.
ALIEN veio a se tornar uma franquia de grande sucesso, inspirando vários filmes do gênero até hoje, tornando-se jogos de vídeo games, vendendo bonecos, camisetas....enfim, de tudo um pouco, realmente marcou época.
O longa é protagonizado por Tom Skerritt, Sigourney Weaver, Veronica Cartwright, Harry Dean Stanton, John Hurt, Ian Holm e Yaphet Kotto. Todos, sem exceção, estão muito bem na trama, mas Sigourney Weaver foi realmente o maior destaque. Uma mulher forte, madura, que interpretou com muita maestria a Tenente Ellen L. Ripley e virou uma lenda que é retratada até hoje, uma grande representação feminina, um grande trabalho coeso e singular.
Hoje em dia a franquia ALIEN vive mal das pernas com seus dois últimos filmes (Prometheus 2012 / Covenant 2017), o que está fazendo a Fox repensar muito o seguimento da franquia (uma pena pra mim como fã).
Uma obrigação para todos os cinéfilos, ALIEN, O 8º PASSAGEIRO é uma obra-prima, que sempre será lembrado pelo resto de nossas vidas!!
Um Sci-Fi de raiz. Em um resumo direto e simplista, "Alien" é um filme sobre coisas que podem saltar do escuro e matá-lo. Partilha um parentesco com filmes como: tubarão, halloween e outros que envolvam aranhas variadas, cobras, tarântulas e perseguidores. Mas a parecenças terminam muitos antes disso. Um dos grandes pontos fortes de "Alien" e consequentemente do diretor Ridley Scott, é o seu ritmo. "Alien" leva o seu tempo. Ele espera. Permite silêncios (os majestosos tiros de abertura são sublinhados por Jerry Goldsmith com apenas vibrações metálicas distantes). Isso sugere a enormidade da descoberta da equipe, construindo-se com pequenos passos: a intercepção de um sinal (é um aviso ou um SOS?). A descida para a superfície extraterrestre. O bitching por Brett e Parker, que se preocupam apenas com a coleta de suas ações. O golpe mestre da superfície escura através do qual os membros da tripulação se movem, suas luzes de capacete dificilmente penetram a sopa. O esboço sombrio do navio alienígena. A visão do piloto alienígena, congelada em sua cadeira de comando. A enormidade da descoberta dentro do navio. "Alien" usa um dispositivo complicado para manter o alienígena fresco ao longo do filme: ele evolui a natureza e a aparência da criatura, então nunca sabemos exatamente o que parece e o que ele pode fazer. Assumimos que, em primeiro lugar, os ovos produzirão um humanoide, porque essa é a forma do piloto petrificado no navio alienígena há muito perdido. Mas é claro que nem sabemos se o piloto é da mesma raça que a carga de ovos coriáceos. Talvez ele também os considere como uma arma. A primeira vez que damos uma boa olhada no alienígena, quando ele explode no baú do pobre Kane ( John Hurt ). É inconfundivelmente de forma fálica, e o crítico Tim Dirks menciona sua "boca vaginal aberta e pingando". Certamente, o personagem de Ripley, interpretado por Sigourney Weaver , teria atraído os leitores da Era de Ouro da Ficção Científica. Ela tem pouco interesse no romance de encontrar o alienígena, e ainda menos nas ordens do seu empregador de que ele seja trazido de volta para casa como uma arma potencial. Depois que ela vê o que pode fazer, sua resposta ao "Pedido Especial 24" ("Retornar a forma de vida alienígena, todas as outras prioridades rescindidas") é sucinta: "Como podemos matá-lo?" Seu ódio implacável para o alienígena é o fio comum que atravessa as três seqüências "Alien", que gradualmente desceram em qualidade, mas mantêm sua obsessão motivadora. Por último, fica a herança que "Alien" possibilitou ao gênero Sci-Fi e para além disso e muito mais além dos filmes de franquia que seguiram após o filme de 1979, vislumbra a relação artesanal de produzir um filme que poderia enveredar pelos anseios do cinema comercial e também pela relação de não abrir mão do embrião originário e não clichê entre suspense, terror e ficção.
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