Média
4,4
2270 notas
5
78 críticas
4
44 críticas
3
8 críticas
2
2 críticas
1
1 crítica
0
0 crítica
Organizar por
Filtrar por:
Tudo
Esse é um dos grandes clássicos dos filmes de ficção e o primeiro da franquia do Alien. Neste filme, com direção de Ridley Scott teve um produção impecável. Pois o mesmo conseguiu construir parte da trama uma sensação de solidão e confinamento que vemos facilmente em outras obras do gênero. Assim, o filme começa com os 7 tripulantes acordando, e o sistema da nave alertando que não estavam indo para à Terra como previsto e sim para um planetoide, na qual estavam recebendo estranhos sinais. Ao chegar lá, um dos tripulantes são atacados e acaba levando e acaba levando (sem saber) um alien dentro dele. Ao nascer, o Alien provoca um verdadeiro terror e suspense dentro da nave. Precisamos falar também da direção de arte, que para aquela época conseguiu construir algo de espetacular, ao apresentar a nave alienígena no planetoide: uma nave orgânica. Outra coisa que merece atenção é a atuação de Sigourney Weaver que é a nossa heroína não apenas desse filme, mas dos filmes principais dessa franquia.
-Alien, a oitava maravilha das ficções científicas.
Ridley Scott entrega uma ficção científica pautada em um suspense magistralmente bem regido por sua direção firme e competente. Onde se mistura o terror e o sci-fi de forma orgânica e bem conversada. O elenco está funcionalmente equilibrado, onde temos alívio cômico, personalidades fortes bem construídas e apresentadas e um conflito implícito entre eles que é bem legal de assistir. Toda a parte técnica é um show de efeitos práticos e uma ambientação muito boa imposta pela excelente fotografia de Derek Vanlint e bem estruturada pela ótima trilha sonora de Jerry Goldsmith.
Como ficção cientifica, Alien (1979) é arrebatador na construção de sua atmosfera e trama sci-fi, com uma mini aventura de exploração espacial que é bem integra e bem regida pela direção de Ridley Scott, e, como terror, é meticuloso na criação de tensão por meio do suspense em volta do alien. A obra além de ter ótimos elementos para o sci-fi e para o terror, conta também com o equilíbrio narrativo perfeito entre essas duas vertentes, digo que não só tem o equilíbrio perfeito como as duas coisas conseguem ser uma mistura homogênea perfeita, é difícil designar onde a ficção científica termina e onde o terror começa e/ou visse versa, pois os dois gêneros andam juntos desde o primeiro ato até o último em uma harmonia grandiosa e incessantemente bem vigorosa.
Toda essa qualidade narrativa passa não somente pela direção de Ridley e/ou pelo roteiro, pois não basta somente equilibrar essas duas coisas mas também acoplar bem a trama e o elenco dentro delas e também trazer uma cinematografia que dialogue com tudo isso. E aqui você tem os dois, pois o elenco está bastante encaixado na proposta, conta com uma boa variedade de personalidades que juntas dão a química e a mecânica perfeita para a trama soar atrativa e dinâmica. Ripley (Sigourney Weaver) rouba a cena ao ser bem incisiva nas suas decisões e entrar sempre em combate com os outros personagens, Dallas (Tom Skerritt) é suave em seu tom de voz mas é um líder que consegue ter sua presença bem notada ao decorrer da trama, ele esbanja compreensividade em suas atitudes e isso traz um ar de empatia para seu com seu personagem, já Ash é uma espécie de personagem neutro mas que quando sob pressão consegue mostrar atitudes e expor suas unhas e dentes além de ter uma boa atuação de Ian Holm nesse papel, pois ele consegue trazer olhares profundos e diversos durante a trama.
O restante do elenco entrega bem seus papeis, que são funcionais e bem oportunos, Veronica Cartwright (Lambert) atua bem como a personagem encarregada de entregar momentos melodramáticos de gritarias incessantes nos momentos de terror e horror; Harry Dean como Brett e Yaphet Kotto Parker são os personagens encarregados de nos dar o alívio cômico, eles o fazem muito bem e não comprometem em nada essa parte, além de no fim os três servirem muito bem o papel de carne fresca pronta para o abate, engraçado e bem coeso mesmo é o roteiro estar ciente disso e brincar em um diálogo cômico de cota de salários da tripulação, que claramente é uma alusão ao salário dos atores para uma mesma função final no filme: morrer para o alien. Além disso a obra carrega boas qualidades técnicas, como os efeitos práticos para a construção dos cenários complexos do planeta rochoso; a fotografia de Derek Vanlint dentro desse aspecto ajuda muito e a trilha sonora de Jerry Goldsmith que é excelente ao trazer incômodo e instigar bem nos momentos de tensão.
No mais, Ridley Scott entrega uma ficção científica arrebatadora com um suspense bem dirigido e uma atmosfera única, traz uma direção que eleva toda essa narrativa ao criar essa atmosfera pesada e conta com efeitos práticos muito bons, que junto de uma fotografia e trilha sonora excelentes ajudam nesse aspecto. O elenco está mágico e Sigourney Weaver entrega uma personagem perseverante e junto de Ian Holm e Tom Skerritt mantém a intensidade do longa até o fim.
Ridley Scott entrega uma ficção científica pautada em um suspense magistralmente bem regido por sua direção firme e competente. Onde se mistura o terror e o sci-fi de forma orgânica e bem conversada. O elenco está funcionalmente equilibrado, onde temos alívio cômico, personalidades fortes bem construídas e apresentadas e um conflito implícito entre eles que é bem legal de assistir. Toda a parte técnica é um show de efeitos práticos e uma ambientação muito boa imposta pela excelente fotografia de Derek Vanlint e bem estruturada pela ótima trilha sonora de Jerry Goldsmith.
Como ficção cientifica, Alien (1979) é arrebatador na construção de sua atmosfera e trama sci-fi, com uma mini aventura de exploração espacial que é bem integra e bem regida pela direção de Ridley Scott, e, como terror, é meticuloso na criação de tensão por meio do suspense em volta do alien. A obra além de ter ótimos elementos para o sci-fi e para o terror, conta também com o equilíbrio narrativo perfeito entre essas duas vertentes, digo que não só tem o equilíbrio perfeito como as duas coisas conseguem ser uma mistura homogênea perfeita, é difícil designar onde a ficção científica termina e onde o terror começa e/ou visse versa, pois os dois gêneros andam juntos desde o primeiro ato até o último em uma harmonia grandiosa e incessantemente bem vigorosa.
Toda essa qualidade narrativa passa não somente pela direção de Ridley e/ou pelo roteiro, pois não basta somente equilibrar essas duas coisas mas também acoplar bem a trama e o elenco dentro delas e também trazer uma cinematografia que dialogue com tudo isso. E aqui você tem os dois, pois o elenco está bastante encaixado na proposta, conta com uma boa variedade de personalidades que juntas dão a química e a mecânica perfeita para a trama soar atrativa e dinâmica. Ripley (Sigourney Weaver) rouba a cena ao ser bem incisiva nas suas decisões e entrar sempre em combate com os outros personagens, Dallas (Tom Skerritt) é suave em seu tom de voz mas é um líder que consegue ter sua presença bem notada ao decorrer da trama, ele esbanja compreensividade em suas atitudes e isso traz um ar de empatia para seu com seu personagem, já Ash é uma espécie de personagem neutro mas que quando sob pressão consegue mostrar atitudes e expor suas unhas e dentes além de ter uma boa atuação de Ian Holm nesse papel, pois ele consegue trazer olhares profundos e diversos durante a trama.
O restante do elenco entrega bem seus papeis, que são funcionais e bem oportunos, Veronica Cartwright (Lambert) atua bem como a personagem encarregada de entregar momentos melodramáticos de gritarias incessantes nos momentos de terror e horror; Harry Dean como Brett e Yaphet Kotto Parker são os personagens encarregados de nos dar o alívio cômico, eles o fazem muito bem e não comprometem em nada essa parte, além de no fim os três servirem muito bem o papel de carne fresca pronta para o abate, engraçado e bem coeso mesmo é o roteiro estar ciente disso e brincar em um diálogo cômico de cota de salários da tripulação, que claramente é uma alusão ao salário dos atores para uma mesma função final no filme: morrer para o alien. Além disso a obra carrega boas qualidades técnicas, como os efeitos práticos para a construção dos cenários complexos do planeta rochoso; a fotografia de Derek Vanlint dentro desse aspecto ajuda muito e a trilha sonora de Jerry Goldsmith que é excelente ao trazer incômodo e instigar bem nos momentos de tensão.
No mais, Ridley Scott entrega uma ficção científica arrebatadora com um suspense bem dirigido e uma atmosfera única, traz uma direção que eleva toda essa narrativa ao criar essa atmosfera pesada e conta com efeitos práticos muito bons, que junto de uma fotografia e trilha sonora excelentes ajudam nesse aspecto. O elenco está mágico e Sigourney Weaver entrega uma personagem perseverante e junto de Ian Holm e Tom Skerritt mantém a intensidade do longa até o fim.
Filme muito original pra época e com bons efeitos pra 1979, mas não se preocupa muito com dar lógica as ações no espaço. Inclusive o oitavo passageiro não era o alien, mas sim o gato: Jones é de longe a única coisa inteligente naquela nave. O salvamento de Jones é uma das cenas mais engraçadas se virava bem melhor sozinho. Ainda assim é um ótimo filme mesmo hoje em dia.
É um filme que cumpre o esperado do seu gênero. Quem não é aficionado por filmes sobre aliens vai achar um filme razoável.
Me surpreendi com a qualidade do filme, tanto do roteiro, muito bem escrito e envolvente, quanto dos efeitos. Principalmente os efeitos, considerando o ano do filme. Ótima atuação do elenco, principalmente da Weaver (adoro essa atriz) e do Tom Skerritt. Excelente obra, e vale ser revisto
Um dos grandes filmes da história do cinema. Uma obra impecável, ótimo como sci-fi e ainda melhor como horror. Filmaço!
O filme tem um roteiro incrível que se passa por uma expedição no espaço, que acaba numa tragédia, porque um alien invade a nave. A protagonista é muito boa, e é impressionante saber que os caras montaram um cenário inteiro de uma nave naquela época que não havia CGI.
Clássico do cinema, que apresentou grandes novidades na época e que envelheceu bem. Filme com suspense, terror, bons efeitos, bom roteiro, ação e excelentes atuações. Se você tem claustofobia, este filme vai ser um ótimo desafio. Muitas surpresas e sustos durante este filme, mas com um enredo que funciona muito bem. Tipo de filme que irá ficar marcado na sua memória. Ótimo filme.
Um clássico que realmente merece o titulo de atemporal.
Até os dias de hoje, 'Alien' de Ridley Scott não envelhece mesmo mais de 40 anos de seu lançamento. A história é coesa e rica em mistério e suspense, temos efeitos de ponta que venceram o oscar e uma construção assustadora. Genial e perfeito.
Até os dias de hoje, 'Alien' de Ridley Scott não envelhece mesmo mais de 40 anos de seu lançamento. A história é coesa e rica em mistério e suspense, temos efeitos de ponta que venceram o oscar e uma construção assustadora. Genial e perfeito.
Chatice de filme meu deus , lento que só deus . Zero terror ou suspense. Muito fraco não recomendo . Até desanima continuar assistindo o restante da franquia
- As últimas críticas do AdoroCinema
- Melhores filmes
- Melhores filmes de acordo a imprensa