As décadas de 60 e 70, sem dúvida, foram os marcos cinematográficos do 'sy-fy'. Em 68, tivemos o clássico magistral de "2001: Uma Odisseia no Espaço", um filme inteligente, complexo e revolucionário, no sentido técnico. Já em 77, tivemos o fenômeno "Star Wars", dirigido por Geoge Lucas, que novamente revolucionou a parte técnica cinematográfica, além de criar uma das franquias mais míticas da história. Dois anos depois, nós tivemos "Alien", um filme que iria tentar misturar fatores clássicos da ficção científica, com uma atmosfera de suspense. O resultado final: novamente um dos maiores sy-fy's da história cinematográfica.
Ridley Scott é um mito, e faz várias obras que entraram para a história do cinema. O seu segundo filme foi "Alien", e talvez, tenha sido o seu maior marco. O filme é tudo que você pode esperar de uma história de alienígena, pois, além da figura do título ser totalmente diferente do que imaginamos (mais bizarra, mais ameaçadora), a história é bastante 'gore', e até mesmo hoje, mais de 30 anos depois de seu lançamento, causa dobras no estômago de quem assiste.
O filme também trouxe bastantes revelações que hoje são astros consagrados do cinema. Por começar com Sigourney Weaver, que graças a seu papel no filme (e principalmente nas suas sequências) é eleita em inúmeras vezes como a maior heroína feminina do cinema. A personagem é simplesmente mítica! Dentre os outros nomes do elenco, temos o mestre John Hurt, o querido Ian Holm (eterno Bilbo Baggins) e Harry Dean Stanton.
No geral, "Alien: O 8° Passageiro" (o subtítulo dado no Brasil se encaixa perfeitamente na trama) é um daqueles filmes obrigatórios de se assistir, seja você um fã da ficção científica, ou simplesmente goste de bons momentos de suspense, além de admirar sustos inesperados. O filme é o marco de Ridley Scott, de Sigourney Weaver e da história do cinema.