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Filme meloso, ruim demais. Só serviu para tentar deixar as pessoas comovidas com aquele atentando esquisito. Aquelas cenas do bombeiro preso nos escombros não convecem ninguém. O filme tenta passar uma visão diferente dos debates reais, pois na vida real existem dezenas de controvérsias a respeito das causas do atentado.Por exemplo, existem teorias de que o atentado na realidade foi promovido pelo próprio governo americano para iniciar uma nova guerra contra o oriente médio, inclusive engenheiros apoiam essa teoria pelo fato das torres terem sido implodidas, pois o choque dos aviões não seria suficiente para derrubá-las totalmente...
Filme muito bacana mostrando todo o drama daquela data trágica e toda a bravura de bombeiros e policiais envolvidos nos resgates e de suas famílias vivendo o drama que o mundo inteiro acompanhou. Pra quem não gosta do Nicolas uma notícia, ele arrebentou denovo.... confira!!
Uma lição de superação e vida, emcorporada pelos atores, entendo que a intenção dos produtores eram revelar a preocupação do povo norte americano com a vida, ignorando de certa forma o atentado sofrido.
Sinceramente, esse foi um filme muito fora das minhas expectativas, eles deveriam ter mostrado mais cenas da queda dos edifícios, mas ao contrário só mostra algumas partes, que a gente tem a capacidade de ver que são fotos... sinceramente muito ruim mesmo.
Infelizmente, mais um filme que defende a história americana. Claro que podemos considerar desastroso e de "grande barbárie" para os humanos ali presentes. Mas pq nunca se fala daqueles que os EUA atacam?...mais uma vez os Americanos saem como vítimas ou Herois.
Um otimo filme e quase que um documentario mas com otimas atuações tantos dos atores Nicolas Cage como do Michael Pena, sem falar de uma lindissima trilha sonora e com as atrizes dando ao filme um clima de drama quase que real quando o vi pela primeira vez achei que seria muito dificil ele não estar no oscar e isso aconteceu mas e assim. So tem que aplaudir esse belo e emocianante filme dessa horrivel tragedia.
Para quem não sabe, o nova-iorquino Oliver Stone serviu seu país como soldado na guerra do Vietnã e nos brindou com excelentes filmes que questionavam a forma como o Império Americano agia em termos políticos para alcançar a hegemonia mundial. Exemplos são "NASCIDO EM 4 DE JULHO", "SALVADOR - MARTÍRIO DE UM POVO" e "ENTRE O CÉU E A TERRA". O sujeito que sempre questionou o sistema, agora sucumbiu ao mesmo neste frágil "AS TORRES GÊMEAS". Dá a impressão que Oliver Stone passou de democrata para republicano. Será que ele se cansou que questionar o sistema e se rendeu à fisiologia da dinastia Bush que domina a América? Stone bem que tentou abordar o tema mais ocupou a mídia em todos os tempos de uma maneira sui generis: o relato de dois funcionários da polícia portuária nova-iorquina, John McLoughlin (Nicolas Cage) e Will Jimeno (Michael Pena), que foram soterrados pelos escombros das torres gêmeas quando tentavam salvar vidas no trágico dia 11 de setembro de 2001. A visão de Stone é a dos dois oficiais de um lado, que passam a maior parte do filme soterrados, e do outro lado, dos seus familiares que vivem a insegurança e o temor de que ambos pudessem ter morrido. Oliver Stone não "politiza" o filme. Sua mensagem é simples: em momentos de crise, o sentimento de união entre os seres humanos aumenta. OK. Mas, como pode ser possível discutir 11/09 sem avaliar a política externa norte-americana, particularmente, o ramo direcionado aos países islâmicos???? O uso que o diretor de "THE DOORS" faz da religião é vergonhoso; um ex-mariner sente-se chamado por Deus para a missão de salvar pessoas nos restos das torres. Pior ainda, o personagem e co-autor do livro em que o roteiro foi baseado, Will Jemeno vê Cristo com um copo de água nas mãos é simplesmente ultrajante. É claro que se você está numa situação daquelas, até mesmo a desidratação de Will pode ter desencadeado a alucinação divina. Porém, cabe ao diretor colocar ou não colocar determinados trechos do livro. Este trecho Stone deveria ter deletado. Quer assitir a um bom filme deste polêmico cineasta, pegue qualquer um dos mencionados, ou melhor ainda, alugue "TALK RADIO - VERDADES QUE MATAM".
Contrariando ao que a maioria das pessoas julgam antes de ver ou até se deixam confundir depois de assistir, achei muito bom o foco do filme, o sentimento de aflição constante, fugindo um pouco da auto-defesa dos principios americanos nos acontecimentos, não fugiu totalmente pois o filme é um filme americano retratando uma tragédia, mas foi tudo na medida certa. É um filme nota 8, interessante de assistir mas também nada surpreendente demais. Ótimo para passar o tempo.
O filme é muito bom quanto ao lado dramático, com ótima representação de Maggie Gyllenhaal; contudo o bidode em N.Cage é tudo de esquisito. Agora o principal, dá vontade de sair do cinema quando se vê os americanos postos TODO o filme como vítimas, todos mocinhos de bom caráter e vidinhas felizes,com um "mocinho" fuzileiro falando em "revidar" (o que consegue na vida real, indo para o Iraque), em nenhum momento faz menção a causa do ataque,para o filme não existem muçulmanos e/ou iraquianos, crianças mortas fora dos EUA simplesmente não existem. É até de se esperar de Oliver Stone, diretor de Platoon, Nascido em 4 de Julho, Salvador, Talk Radio, JFK, entre outros "trabalhos" (sic).
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