Lincoln
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4,1
768 notas

83 Críticas do usuário

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João V.
João V.

11 seguidores 3 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 2 de junho de 2013
Lincoln é um filme surpreendente, é uma magnífica e autêntica aula de história, onde a luta pela abolição do regime escravicionista do sul dos EUA e a Guerra de Secessão são abordados de maneira intensa e fria. um momento histórico importantíssimo na história dos Estados Unidos da América.
O tema central do filme é a 13º emenda, sendo assim, é um drama parado com pouca ação e emoção, digamos, em algumas partes, cansativo, é um tipo de filme que não prende e cativa o espectador a ficar frente à tela até o fim.
O grande diretor Steven Spielberg pecou na falta de emoção ao longo do filme, sendo assim, o longa tornou-se duro e seco.O ator Daniel Day Lewis incorporou o 16º presidente americano de maneira excepcional e realista, digno de um Oscar de melhor ator.
No final o presidente Lincoln é assassinado, as cenas passaram rápidas demais e foi mal abordado, em minha opinião o assassinato tinha que ser abordado de maneira mais detalhada.O título do longa transmite uma coisa, mas o longa passa outra,apesar de ter o nome "Lincoln", não aborda de maneira precisa a trajetória deste presidente que foi importantíssimo na história dos EUA, aborda somente a 13º emenda, somente!
Quem não tem uma certa bagagem intelectual sobre a história dos EUA não irá assimilar algumas partes.
A trilha sonora é bastante diversificada e bem produzida, a maquiagem,trajes e roteiro espetacular dos personagens impressiona pela fidelidade.
Apesar de alguns defeitos aqui apresentados, o longa tem suas qualidades, vale a pena assistir!
Thomas Jefferson
Thomas Jefferson

192 seguidores 133 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 31 de janeiro de 2013
Cansativo e deslumbrante! Steven Spielberg fez um filme cheio de diálogos longos, Ele tentou mostra como e difícil a luta por algo que muitos discorda. A Atuação de Daniel Day-Lewis e arrebatadora, cada gesto, cada passo, cada fala e maravilhosa. O Filme tem uma bela trilha sonora, uma bela mensagem, tem um tom de leveza e pureza.
Estevan Magno
Estevan Magno

5.246 seguidores 490 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 11 de junho de 2014
A história de uma personalidade incrível e fantástica, Abraham Lincoln. Um filme perfeito, tudo está excelente. Um filme feito para ficar na história como ficou o presidente americano. Com um elenco e atuações espetaculares, fotografia, trilha sonora, tudo perfeito. Steven Spielberg tem uma das melhores direções de sua vida. Cenas excelentes e de muita qualidade. Parabéns a todos que estão envolvidos ao filme. Agora só falta o OSCAR.
Shy Boy
Shy Boy

44 seguidores 107 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 1 de setembro de 2013
Para dizer a verdade, apenas os cinéfilos e aqueles que gostam de um drama histórico vão se deliciar com esse filme. Não cai no gosto popular, porque 95% das cenas se passam em gabinetes, em fóruns intermináveis. Mas eis que surge Daniel-day-Lewis e o filme toma novo rumo. Evidente, que apenas aqueles que previamente sabem algo de Abraham Lincoln , a Guerra Civil, o Exército do Norte, Os Confederados, a Abolição da Escravatura vão poder avaliar com propriedade o ator principal e o filme. Daniel mereceu mais um Oscar e o filme retrata um dos períodos mais conturbados da história americana. Analisando as fotos do parlamentar Thaddeus Stevens e comparando com o semblante carregado de Tommy Lee-Jones, é possível afirmar que a escolha de Tommy no papel de Thomas foi muito feliz. Como gosto de história e sou cinéfilo, gostei do filme e minha nota é 7,5.
Demetrius W
Demetrius W

33 seguidores 18 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 2 de fevereiro de 2014
A vida e a obra de um dos maiores presidentes americanos e sua determinação em conseguir a união dos Estados Unidos por meio do fim da escravatura. Excelente documentário produzido pela ótica de Steven Spielberg.
Patrick Ilan
Patrick Ilan

27 seguidores 7 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 7 de junho de 2013
Excelente filme! Retrata todo jogo político e a importância na época que a emenda representou para os negros americanos e posteriormente a toda America.. Recomendo, uma lição de história!
Bruno Maschi
Bruno Maschi

444 seguidores 215 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 5 de abril de 2016
Aprendi mais com Lincoln do que qualquer aula de história em toda minha vida. Vale muito a pena ver.
Antonio R
Antonio R

17 seguidores 51 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 8 de março de 2013
O início do filme que nos mostra a crueza de um sangrento confronto entre sulistas e nortistas, dá um falsa impressão de que Spielberg iria repetir uma sequência com o mesmo impacto daquela que foi vista em "O Resgate do Soldado Ryan", mas o que vem a seguir é um Spielberg contido, intimista e longe do cineasta que ficou consagrado como aquele que para muitos infantilizou o cinema. Em "Lincoln" o Spielberg mestre da aventura e dos efeitos especiais não se faz presente. Aqui ele prefere interiores e longos diálogos para narrar os últimos anos da vida do presidente americano. Também achei a primeira parte um pouco cansativa, mas a partir da metade do filme fiquei empolgado e bastante impressionado com a interpretação realmente fantástica de Daniel Day-Lewis no papel título. Um belo filme.
Tassiana
Tassiana

13 seguidores 41 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2013
Spielberg tem uma característica própria e, ao contrário do que muitos podem esperar, Lincoln é diferente por não proporcionar o tão aclamado entretenimento sem compromisso. Por outro lado, considerando alguns de seus filmes, em Lincoln também existe uma metáfora acerca da política nos EUA. Mais do que um filme, considero um documento histórico, embora tenha focado em uma breve passagem da vida de Abraham Lincoln. Constrói-se aqui um mito antes de mais nada. Se há erros históricos ou não, o que importa aqui é o envolvimento que Lincoln nos proporciona.

Há muitos diálogos! Diálogos bem construídos e envolventes. Eis o poder que a palavra tem e de que, quando bem utilizada, pode eternizar; a exemplo de sua utilização em busca desse ideal que muda a história dos EUA, do mundo e dos negros. Admirável!

Para os apaixonados por história e política é claro, Daniel Day-Lewis interpreta e incorpora aqui um personagem grandioso. E que interpretação! O elenco todo merece meu respeito. Outro aspecto impressionante é a semelhança entre os atores e personagens reais.

Lincoln tem um excelente roteiro porém, não há como não se incomodar com as trilhas incidentais desnecessárias e chatas. Com Lewis em cena, trilhas são totalmente indispensáveis.

O filme nos proporciona uma reflexão sobre o poder, sobre a corrupção e, ao mesmo tempo, sobre a solidão, o destino e, principalmente, sobre o valor e o direito à igualdade e à liberdade. Proporciona brilhantemente uma reflexão sobre o "homem".

Belíssimo!
Willian Lopes
Willian Lopes

27 seguidores 7 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 30 de janeiro de 2013
Dois soldados negros conversam com o presidente Lincoln sobre suas experiências de guerra, enquanto um deles revela tramas sobre tratamentos diferenciados na União. Dois soldados brancos se unem a eles pouco tempo depois. E entre um tom humorado e simpático de Lincoln o cabo negro se afasta recitando as últimas frases do Discurso de Gettysburg.

Essa é a cena de abertura de Lincoln novo filme de Steven Spielberg que concorre ao Oscar de Melhor Fotografia, Figurino, Diretor, Edição, Trilha Sonora, Efeito Sonoro, Filme, Roteiro Adaptado, Atriz Coadjuvante (Sally Field), Ator Coadjuvante (Tommy Lee Jones), Ator (Daniel Day-Lewis) e Direção de Arte.

Cinebiografia, do 16º presidente norte-americano que liderou o Norte dos Estados Unidos na vitória durante a Guerra Civil. O longa enfatiza os tumultuados meses finais do presidente no cargo. Em um país dividido pela guerra e varrido por fortes ventos de mudança, Lincoln (Daniel Day-Lewis) segue estratégia para encerrar a guerra, unir o país e abolir a escravatura. Com coragem moral e determinação férrea de vencer, suas escolhas nesse momento crítico mudarão o destino das gerações futuras.
Essa é a premissa de um filme que nasceu para o Oscar. Mas...

O filme conta com um roteiro meticuloso, repleto de diálogos eloquentes e exasperados, rápidos que conduzem o espectador pela historia americana de uma maneira mais saudosista do que realmente educativa.
Fatos históricos são levianos aos olhos de Spielberg que escolheu mostrar um presidente carismático e extremamente humano, sem dar muita importância a historia do país realmente. O filme, não o personagem.

O patriotismo é latente em cada cena, desde a direção de arte onde mulheres aristocratas surgem com as cores vermelho e azul da bandeira americana, ate a trechos entre as falas em alguns momentos com palavras contidas no hino nacional americano. É mais um ode aos EUA mas que peca quase absurdamente e de maneira absurda no tratamento que dão aos negros ali retratados. Os negros aparecem passivamente diante da própria luta pela liberdade e fim da escravidão.

A sensação que fica é que o filme demonstra a bondade social dos brancos com relação a essa ação humanitária e econômica pratica de constituir a abolição. Os negros em questão não assumem papel direto ou mesmo indireto em nada. Só estão La para compor elenco. E isso é imperdoável.


A rara exceção é o trabalho fantástico mesmo que momentâneo da Sra. Keckley interpretada pela atriz Gloria Reuben; que foi uma das costureiras negras mais famosas da historia, que com sua habilidade e talento se tornou a costureira oficial da Sra. Lincoln primeira dama dos EUA, e que com seu oficio conseguiu comprar sua liberdade e de seu filho.
A atriz demonstra uma sobriedade; numa ansiedade contida, entre a amargura e sofrimento e medo muito interessantes.

O figurino é um primor a parte durante o longa. Vestimentas ousadas e bem demarcadas e caracterizadas.
Mas falhas de visão e tratamento de enredo de lado, Spielberg mais uma vez demonstra amadurecimento e domínio na linguagem que escolhe usar. Sua direção é segura e inventiva, seja na escolha de elenco e trilha sonora, ou mesmo nos planos mais longos que ajudam ao espectador a se sentir parte de uma historia que – no caso nós brasileiros- não é deles.

Mas o destaque esta para Sally Field como a Primeira Dama. Sua postura emocional levianamente descontrolada psicologicamente caracteriza um personagem denso, complexo e extremamente dramático. Um ótimo trabalho sem duvidas.

Igualmente bem esta Daniel Day-Lewis como Lincoln. Com trejeitos e impostações de voz soberbas. Interessante notar a escolha do ator de caracterizar seu personagem como se ele fosse um monumento vivo, tal qual a exibia e famosa estatua do Ex-presidente. Correto.

Não estranhamente uma das cenas mais fantásticas do filme esta no embate entre diálogos, numa discussão entre Lincoln e a Sra. Lincoln acerca de permitir um de seus filhos a participar da revolução. Cena lindíssima de entrega de ambos os atores.

Ao final, se não bastasse as longas tomadas aliadas a trilha sonora saudosista e extremamente carregada de apelo emocional, O filme desponta numa cena que seca ate a ultima estancia o final do presidente. em uma montagem que dialoga diretamente com a emoção do espectador, deixando-nos com a sensação de que seriamos insensíveis se não vertêssemos ou não ameaçássemos derrubar algumas lagrimas.

Tecnicamente o filme é soberbo, a ponto de não parecer nenhum atrevimento dizer que não contem erros. Seja nos posicionamentos de câmera nas longas tomadas que prezam em construir gradativamente as passagens geográficas contundentes do pais à época. na fotografia com iluminação corretíssima que dá a ilusão realmente terem sido captadas apenas pela luz das velas. Spielberg revela uma direção segura, consistente e extremamente experiente, num meticuloso trabalho de fato.

O saldo final que fica de Lincoln é que levara alguns prêmios sim, é um filme correto, redondo, bom; não se pode negar, mas que causa certo desconforto seja por seus diálogos longos ou simplesmente pela maneira obtusa que escolhe levar um fato histórico de extrema importância não só para o pais EUA mas para a historia humana, que é a questão da escravidão. E principalmente por despontar os negros como simples agentes passivos de sua própria historia.

Excelente filme. Mas..
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