Os Embalos de Sábado à Noite
Média
4,0
338 notas

43 Críticas do usuário

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anônimo
Um visitante
4,0
Enviada em 15 de janeiro de 2020
É muito engraçado assistir esse filme hoje em dia. É muito fácil gostar de Embalos de Sábado à Noite, pelos seus personagens histriônicos, sequências musicais enérgicas e bem coreografadas, e, claro, seus temais atemporais. Na superfície, você pode ver apenas um filme muito bobo de dança com um monte de cenas toscas, mas, por incrível que pareça, é um longa com bastante substância. Em seu sub texto nós vemos um conto sobre sonhos, amor, e abandono. É um filme com muito coração que fala, do seu jeito juvenil e popular, de coisas importantes sobre os E.U.A, sendo um apurado retrato daquela época, tanto na questão musical, quanto cultural/política. A Nova York desnudada dos anos 70, cheia de bairros barra pesada e pessoas em estado de alerta. Também é um filme que nunca perde a piada, seja satirizando a inocência quase infantil do Tony Maneiro de John Travolta(no papel de sua vida), seja em cenas e referências de sexo constrangedoras na medida certa. Óbvio, Saturday Night Fever está longe de ser um primor cinematográfico, e certamente não é tão atrativo para audiências mais jovens, mas é sim um divertido e nostálgico retrato de uma época e de um jeito de fazer cinema.
Rodrigo o que?
Rodrigo o que?

118 seguidores 211 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 16 de junho de 2020
Filme que mostra como era de verdade a tão chamada "geração raíz" ou seja, uma geração homofóbica, machista, viciados em sexo, drogas e etc...

Jhon Travolta interpreta muito bem o papel e a trilha sonora❤️❤️❤️
Vinícius d
Vinícius d

614 seguidores 676 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 30 de janeiro de 2020
Filme cult, um dos melhores da história. Retrato marcante dos anos 70s. Talvez não agrade os moderninhos por retratar algumas coisas indesejadas: machismo, homofobia (David Bowie) entre outros do politicamente correto, mas o que pesa positivo nesse filme e o retrato muito fidedigno da juventude dos anos 70s, pelo menos nos EUA, um arquivo para história. John Travolta um dos maiores sucessos. Como alguns falaram assistir o filme hoje leva a umas boas gargalhadas e diversão.
Marcão
Marcão

23 seguidores 81 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 18 de fevereiro de 2016
Alguns filmes ultrapassam os limites da telona e se tornam a marca de uma época. “Os Embalos de Sábado à Noite” pertence a esta seleta categoria, captando com eficiência o espírito da era “Disco” em Nova York, além de apresentar, através do personagem interpretado por John Travolta, um marcante drama adolescente. De quebra, a excepcional trilha sonora tornou-se icônica, assim como as cenas de dança na discoteca “2001”. Por tudo isto, o longa dirigido por John Badham entrou para a história como um símbolo da cultura pop dos anos 70.

Empregado numa pequena loja de tintas no Brooklyn, Tony Manero (John Travolta) só encontra a felicidade quando está nas pistas de dança nos fins de semana. Quando seu irmão Frank (Martin Shakar) desiste de ser padre e volta pra casa, ele encontra uma nova parceira de dança chamada Stephanie (Karen Lynn Gorney) e começa a repensar a maneira que encara a vida e a falta de perspectiva de seu futuro.

Para compreender o fenômeno cultural “Os Embalos de Sábado à Noite” é primordial contextualizar seu lançamento. Após anos de escândalos políticos e participações em guerras, o pessimismo começou a abrir espaço para o escapismo entre os norte-americanos, que procuravam esquecer os problemas e encontrar prazer nas pistas de dança. Este movimento começou a se refletir também no cinema, que vivia os últimos suspiros da Nova Hollywood – um movimento repleto de (excelentes) filmes igualmente pessimistas – e passava a produzir filmes mais alegres, que funcionavam como uma espécie de fuga da realidade, culminando com o estrondoso sucesso da saga “Star Wars”. “Os Embalos de Sábado à Noite” não é necessariamente um filme alegre, pelo contrário, mas retrata com precisão este movimento iniciado em Nova York, em que jovens iam para boates apenas atrás de sexo, drogas e diversão, como forma de esquecer a dura realidade da vida e a falta de perspectiva para o futuro. Expondo o sexo e o uso de drogas com naturalidade, a narrativa encarna o espírito jovem e reflete o pensamento da época, ilustrando também problemas sociais das grandes metrópoles, por exemplo, através das brigas entre os amigos de Tony e os “latinos”.
Maravilhoso, incrível, inesquecível!
Elvira A.
Elvira A.

937 seguidores 266 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 4 de outubro de 2013
Este filme marcou época, tanto pela trilha sonora com os maravilhosos Bee Gees quanto pelo ritmo da dança do personagem Tony Manero. John Travolta esteve muito bem, mas o enredo é fraco. A novela "Dancin' Days" aproveitou o sucesso da discoteca, na época, e fez o merecido sucesso, numa trama bem elaborada.
moreiraum
moreiraum

28 seguidores 32 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 27 de agosto de 2014
Tem cousas que não ficam velhas. Esse filme não marcou minha época , mas marcou minha infância. O filme mostra como se dança e como não eram tão diferentes a juventude anos 70 e atual.
João Batista Fulgêncio
João Batista Fulgêncio

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4,0
Enviada em 13 de março de 2021
Um filme feito em 1978 para um público adulto, que sabe interpretar quando uma cena de estupro, de homofobia, xenofobia ou suicídio são críticas a um determinado período de tempo e a uma geração completamente perdida em bebidas e drogas. O personagem principal deixa muito claro estar inconformado com tudo isso ao fim do filme, mas parece que isso passou batido para alguns.

É um documento fidedigno da era Disco, que está bem longe do glamour que algumas pessoas imaginam nos dias de hoje.
Giovanni87
Giovanni87

5 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 26 de abril de 2018
Tinha muito preconceito com este filme, por ter a mesma visão que a grande maioria: Um filme sobre dança.
Forçado a assistir certa vez, vi como este filme tem uma história pesada por trás, e como na verdade, a dança de longe não é o elemento principal do filme.
O filme na verdade, é como pessoas (jovens) frustradas com sua vida, com seu emprego, buscam preencher seu vazio com coisas que, no fim, podem ser apenas superficiais e até maléficas. É nisso que o filme é primoroso; pois ele expõe uma situação aonde estes jovens frustrados com a vida, iam para as danceterias abusar de drogas, cometer abusos sexuais, tudo para esquecer a falta de perspectiva no futuro.
Tony Manero é um jovem de classe baixa, morador do Brooklyn, cuja maior preocupação é comprar uma nova camisa para, sábado, sair e ir dançar nas danceterias de NY, e participar de um concurso de danças. Conhece sua nova parceira de dança, Stephanie, a garota que, apesar de também ir a danceterias, já está em uma fase de amadurecimento, de perceber que talvez esta vida não vale a pena, e que está na hora de crescer e dar um rumo. Tony no princípio acha um absurdo o que ela diz, mas conforme o filme passa, e ele pondera sobre o assunto, percebe que sua vida noturna não o satisfaz; apenas, momentaneamente, esconde uma tristeza que está sempre ali, e que para efetivamente ser feliz, vai precisar mudar sua vida como um todo e amadurecer.
Tony Manero é o retrato de um jovem dos anos 70 de cidade grande, e que existe até os dias atuais. Todos temos uma fase de noitadas, shows, festas, externalizando nossa felicidade em eventos e momentos efêmeros, aonde valorizamos pessoas que provavelmente só teremos contato enquanto estivermos nessa fase, mas que efetivamente não farão nunca parte de nossas vidas, dando a isto uma importância maior do que realmente tem.
spoiler: No final, ele percebe isso, ao ganhar o tão cobiçado concurso de dança (o qual não concorda o resultado, por achar que só ganharam pois o jurado preteriu os segundos colocados por serem latinos). Enquanto ele, o líder do grupo, começa a fazer o movimento de mudança de sua vida, seus amigos continuam a vislumbrar as danceterias e a diversão inconsequente.
Almir Sampaio
Almir Sampaio

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de julho de 2021
Infelizmente eu Li muito mi mi mi... além de erros grosseiros de Português (Quem se prontifica a expressar seu pensamento de forma escrita ao menos que passe o texto no corretor para não ofender os outros) !
Querem falar mal de um filme de época , anos 70 em que as coisas fluiam dessa forma, não havia ainda o Globalismo ATIVO para criar o "Politicamente Correto" e Gays de certa forma eram agredidos. O Filme com meus olhos hoje de adulto é até bobinho é claro que tem uma excelente trilha sonora que dá de mil a zero em qualquer trabalho modernoso de Lady Gaga, Anitta ou Pablo Vital ou qualquer outra coisa de baixa qualidade atual.
Fez sucesso, mostrou uma juventude de época, era um tempo em que havia paqueras em discotecas e em que se dançava ainda de rosto colado. Não sei se é melhor do que hoje ou não, mas foi uma época.
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