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Ricardo L.
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3.227 críticas
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5,0
Enviada em 9 de julho de 2019
Clássico dos anos 70! O astro John Travolta estrela esse filme que levou uma multidão de pessoas pelo mundo e alavancou a bela carreira da banda Bee Gees com uma trilha sonora inesquecível que até hoje embala a vida de milhares de fãs. Travolta foi indicado a melhor ator e super merecido numa atuação segura e concentrada. Destaque também para o roteiro que é ótimo, com os três atos super desenvolvidos. Os embalos de sábado a noite é um marco do cinema.
John Travolta nos apresenta Tony Manero, o rapaz pobre que trabalha em uma loja de tinta e vive com sua sempre esquentada família italiana. Tony é fã de Bruce Lee e, claro, Rocky Balboa e Al Pacino (que alguém diz que ele é parecido). Ele tem uma irmã mais jovem e um irmão mais velho, que para orgulho da família virou padre (sim, é uma família realmente italiana). Tony gosta mesmo é de preparar seu cabelo e sair pela noite com seus amigos. Eles vão à danceteria e é lá que ele mostra seu potencial como dançarino.
Filme cult, um dos melhores da história. Retrato marcante dos anos 70s. Talvez não agrade os moderninhos por retratar algumas coisas indesejadas: machismo, homofobia (David Bowie) entre outros do politicamente correto, mas o que pesa positivo nesse filme e o retrato muito fidedigno da juventude dos anos 70s, pelo menos nos EUA, um arquivo para história. John Travolta um dos maiores sucessos. Como alguns falaram assistir o filme hoje leva a umas boas gargalhadas e diversão.
É muito engraçado assistir esse filme hoje em dia. É muito fácil gostar de Embalos de Sábado à Noite, pelos seus personagens histriônicos, sequências musicais enérgicas e bem coreografadas, e, claro, seus temais atemporais. Na superfície, você pode ver apenas um filme muito bobo de dança com um monte de cenas toscas, mas, por incrível que pareça, é um longa com bastante substância. Em seu sub texto nós vemos um conto sobre sonhos, amor, e abandono. É um filme com muito coração que fala, do seu jeito juvenil e popular, de coisas importantes sobre os E.U.A, sendo um apurado retrato daquela época, tanto na questão musical, quanto cultural/política. A Nova York desnudada dos anos 70, cheia de bairros barra pesada e pessoas em estado de alerta. Também é um filme que nunca perde a piada, seja satirizando a inocência quase infantil do Tony Maneiro de John Travolta(no papel de sua vida), seja em cenas e referências de sexo constrangedoras na medida certa. Óbvio, Saturday Night Fever está longe de ser um primor cinematográfico, e certamente não é tão atrativo para audiências mais jovens, mas é sim um divertido e nostálgico retrato de uma época e de um jeito de fazer cinema.
Esperei tanto tempo para assistir esse filme e acabei me decepcionando. Só vale mesmo as músicas, o figurinho, mas a história e o roteiro deixam a desejar.
Este filme marcou época, tanto pela trilha sonora com os maravilhosos Bee Gees quanto pelo ritmo da dança do personagem Tony Manero. John Travolta esteve muito bem, mas o enredo é fraco. A novela "Dancin' Days" aproveitou o sucesso da discoteca, na época, e fez o merecido sucesso, numa trama bem elaborada.
esse filme eu nunca mais vou esquecer antigo e moderno retrata temas que podem ser vistos hoje a juventude transviada em volto a bebidas,drogas,sexo e farra um musical maximo super classico de 70 marcou,um dos meus filmes e musicais favoritos,imperdivel.
Eu de verdade não entendo o porquê desse filme ser tão famoso. Sério. Os diálogos são totalmente ridículos, as cenas sem sentido. É basicamente o protagonista fazendo pose e dançando na discoteca, ele não tem um bom convívio familiar, só tem amigos tão babaca quanto ele, que tem o ego extremamente elevado e acha ruim quando não consegue o que quer. Além, de ter uma cena de um dos amigos dele, ficando com uma menina a força, dentro do carro. E o final é tipo ????
Alguns filmes ultrapassam os limites da telona e se tornam a marca de uma época. “Os Embalos de Sábado à Noite” pertence a esta seleta categoria, captando com eficiência o espírito da era “Disco” em Nova York, além de apresentar, através do personagem interpretado por John Travolta, um marcante drama adolescente. De quebra, a excepcional trilha sonora tornou-se icônica, assim como as cenas de dança na discoteca “2001”. Por tudo isto, o longa dirigido por John Badham entrou para a história como um símbolo da cultura pop dos anos 70.
Empregado numa pequena loja de tintas no Brooklyn, Tony Manero (John Travolta) só encontra a felicidade quando está nas pistas de dança nos fins de semana. Quando seu irmão Frank (Martin Shakar) desiste de ser padre e volta pra casa, ele encontra uma nova parceira de dança chamada Stephanie (Karen Lynn Gorney) e começa a repensar a maneira que encara a vida e a falta de perspectiva de seu futuro.
Para compreender o fenômeno cultural “Os Embalos de Sábado à Noite” é primordial contextualizar seu lançamento. Após anos de escândalos políticos e participações em guerras, o pessimismo começou a abrir espaço para o escapismo entre os norte-americanos, que procuravam esquecer os problemas e encontrar prazer nas pistas de dança. Este movimento começou a se refletir também no cinema, que vivia os últimos suspiros da Nova Hollywood – um movimento repleto de (excelentes) filmes igualmente pessimistas – e passava a produzir filmes mais alegres, que funcionavam como uma espécie de fuga da realidade, culminando com o estrondoso sucesso da saga “Star Wars”. “Os Embalos de Sábado à Noite” não é necessariamente um filme alegre, pelo contrário, mas retrata com precisão este movimento iniciado em Nova York, em que jovens iam para boates apenas atrás de sexo, drogas e diversão, como forma de esquecer a dura realidade da vida e a falta de perspectiva para o futuro. Expondo o sexo e o uso de drogas com naturalidade, a narrativa encarna o espírito jovem e reflete o pensamento da época, ilustrando também problemas sociais das grandes metrópoles, por exemplo, através das brigas entre os amigos de Tony e os “latinos”. Maravilhoso, incrível, inesquecível!
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