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Ricardo L.
63.290 seguidores
3.227 críticas
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5,0
Enviada em 9 de julho de 2019
Clássico dos anos 70! O astro John Travolta estrela esse filme que levou uma multidão de pessoas pelo mundo e alavancou a bela carreira da banda Bee Gees com uma trilha sonora inesquecível que até hoje embala a vida de milhares de fãs. Travolta foi indicado a melhor ator e super merecido numa atuação segura e concentrada. Destaque também para o roteiro que é ótimo, com os três atos super desenvolvidos. Os embalos de sábado a noite é um marco do cinema.
Este filme marcou época, tanto pela trilha sonora com os maravilhosos Bee Gees quanto pelo ritmo da dança do personagem Tony Manero. John Travolta esteve muito bem, mas o enredo é fraco. A novela "Dancin' Days" aproveitou o sucesso da discoteca, na época, e fez o merecido sucesso, numa trama bem elaborada.
O filme é espetacular. A trilha sonora, as roupas, as discotecas, enfim a filmagem toda é um retrato das decadas de 70 e 80. Ele traz criticas muito interresantes quanto a sociedade como a influencia que os pais tinham e ainda tem sobre a escolha da carreira dos filhos, o forte preconceito contra latinos e negros, as mulheres vistas como instrumentos sexuais, a preocupação com o "eu" não se importando com o proximo (visto no personagem vivido por John Travolta), etc. É um classico do cinema que não pode deixar de ser assistido.
Tem cousas que não ficam velhas. Esse filme não marcou minha época , mas marcou minha infância. O filme mostra como se dança e como não eram tão diferentes a juventude anos 70 e atual.
Entendo que o filme tenha feito sucesso na década de 1970, por representar a época e por não haver tantos filmes de referência. Não conhecia direito a história e tinha a concepção de que era um filme bom, cult e clássico. O filme é péssimo, a história não faz sentido, não se aprofunda em nada, nem na dança que era o foco. Aliás, o pouco que salva são a música e as coreografias. As cenas machistas e abusivas não cabem a uma sociedade mais evoluída como a de hoje (ou pelo menos não agrada pessoas educadas e inteligentes, talvez possa agradar ignorantes que reproduzem o mesmo comportamento). Enfim, pensei que fosse bom, mas é apenas um trash dos anos 70.
Eu gostei bastante do filme, porém, como o próprio nome diz, o motivo da minha nota boa são as danças. O John Travolta é impecável em seus movimentos, sem falar da trilha sonora feita pelos Bee Gees, que está sensacional! O roteiro, porém, é bastante simples, até mesmo caricato em alguns momentos. No geral, um bom filme, e um prato cheio para quem (como eu), adora assistir filmes sobre dança. Legal! Eu recomendo.
Eu de verdade não entendo o porquê desse filme ser tão famoso. Sério. Os diálogos são totalmente ridículos, as cenas sem sentido. É basicamente o protagonista fazendo pose e dançando na discoteca, ele não tem um bom convívio familiar, só tem amigos tão babaca quanto ele, que tem o ego extremamente elevado e acha ruim quando não consegue o que quer. Além, de ter uma cena de um dos amigos dele, ficando com uma menina a força, dentro do carro. E o final é tipo ????
John Travolta nos apresenta Tony Manero, o rapaz pobre que trabalha em uma loja de tinta e vive com sua sempre esquentada família italiana. Tony é fã de Bruce Lee e, claro, Rocky Balboa e Al Pacino (que alguém diz que ele é parecido). Ele tem uma irmã mais jovem e um irmão mais velho, que para orgulho da família virou padre (sim, é uma família realmente italiana). Tony gosta mesmo é de preparar seu cabelo e sair pela noite com seus amigos. Eles vão à danceteria e é lá que ele mostra seu potencial como dançarino.
Um filme feito em 1978 para um público adulto, que sabe interpretar quando uma cena de estupro, de homofobia, xenofobia ou suicídio são críticas a um determinado período de tempo e a uma geração completamente perdida em bebidas e drogas. O personagem principal deixa muito claro estar inconformado com tudo isso ao fim do filme, mas parece que isso passou batido para alguns.
É um documento fidedigno da era Disco, que está bem longe do glamour que algumas pessoas imaginam nos dias de hoje.
Tudo que surge na minha cabeça quando penso nessa época, devo a esse fenômeno cinematográfico. O estilo disco, as músicas, os passinhos... Eu achei os personagens do filme bastante sinceros, o famoso grupinho boys querendo causar e acabar se metendo em furadas. Um exemplo do poder que a 7 arte tem: criar uma geração que se torna quase um gênero.
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