Loucademia de Polícia 5 - Missão Miami Beach: Recentes críticas
Loucademia de Polícia 5 - Missão Miami Beach
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Carlos Taiti
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2,5
Enviada em 26 de julho de 2026
**LOUCADEMIA DE POLÍCIA 5: MISSÃO MIAMI BEACH (1988)**
**Ano:** 1988 ⏱️ **Duração:** 1h 30min **Principais atores:** Steve Guttenberg (Carey Mahoney), Bubba Smith (Moses Hightower), Michael Winslow (Larvell Jones), David Graf (Tackleberry), Marion Ramsey (Hooks), Leslie Easterbrook (Callahan), G. W. Bailey (Thaddeus Harris) e George Gaynes (Comandante Lassard). ️ **Gêneros:** Comédia, Policial
⭐ **Nota: 5/10**
**ESTÓRIA:** A franquia *Loucademia de Polícia* chega ao seu quinto capítulo levando a turma para Miami, em uma nova aventura que coloca o comandante Lassard no centro da confusão. Ao viajar para receber uma homenagem, ele acaba se envolvendo em uma trama criminosa e, como não poderia deixar de ser, seus inseparáveis policiais entram em ação para protegê-lo.
**CRÍTICA:** *Loucademia de Polícia 5* representa claramente o momento em que uma fórmula que funcionou muito bem começa a mostrar sinais de desgaste. A série, que nasceu em 1984 e conseguiu produzir sete filmes em apenas uma década, já havia encontrado sua identidade, seus personagens e seu tipo de humor. O problema é que, neste ponto, a sensação é de que os roteiristas estão tentando repetir a mesma receita sem a mesma inspiração.
A ausência de Carey Mahoney, interpretado por Steve Guttenberg, é bastante sentida. O personagem era uma das principais figuras da franquia e funcionava como uma espécie de elo entre o público e aquela louca equipe policial. Sem ele, a dinâmica perde parte de sua força, embora Michael Winslow, Bubba Smith, David Graf e George Gaynes continuem entregando momentos divertidos.
O grande destaque aqui é justamente Lassard, que ganha mais espaço e se torna o motor da história. George Gaynes demonstra um excelente timing cômico, mas o filme depende demais das situações absurdas e previsíveis para provocar risadas. Há bons momentos de humor físico e algumas cenas que carregam o espírito trash e despretensioso da franquia, porém já não existe a mesma espontaneidade dos primeiros capítulos.
A ambientação em Miami traz uma mudança visual interessante, mas não é suficiente para renovar completamente a série. O roteiro é simples, as situações são exageradas e a trama policial serve apenas como pano de fundo para uma sequência de gags.
No fim, *Loucademia de Polícia 5* ainda consegue cumprir sua missão mais básica: divertir sem exigir muito do espectador. Porém, comparado aos primeiros filmes, especialmente ao original e ao terceiro capítulo, fica evidente que a franquia começava a perder força criativa.
É um filme que funciona melhor pela nostalgia e pelo carinho que temos pelos personagens do que propriamente pela qualidade de sua história. Uma comédia leve, irregular e claramente inferior aos melhores momentos da série.
**ATUAÇÕES:** O elenco mantém a química construída nos filmes anteriores, com destaque para George Gaynes, que assume maior protagonismo. Michael Winslow continua sendo uma das figuras mais carismáticas, enquanto os demais personagens conhecidos garantem a familiaridade necessária.
**ROTEIRO E ENREDO:** Simples, previsível e pouco inventivo. A trama funciona como desculpa para colocar os personagens em novas confusões, mas falta criatividade para recuperar o frescor dos primeiros filmes.
**HUMOR:** Ainda existem boas situações cômicas, principalmente no humor físico e nas trapalhadas de Lassard e sua equipe. Porém, a fórmula começa a ficar repetitiva e algumas piadas parecem apenas uma repetição do que já funcionou anteriormente.
**CONCLUSÃO:** *Loucademia de Polícia 5: Missão Miami Beach* é um daqueles filmes que carregam o peso de uma franquia que já entregou seus melhores momentos. Continua simpático e divertido para quem gosta do estilo, mas está longe do brilho dos primeiros capítulos. É uma aventura que mantém a identidade da série, mas demonstra que a criatividade já não acompanha o entusiasmo do público.
O 5° filme que alegra muita gente até hoje! Aqui ainda eleva os alegria a um bom patamar, pois é filme cativante e espontâneo. vale muito a pena sempre reve-lo.
Envolvido com as gravações de Três Solteirões e um Bebê,Steve Guttenberg não pôde participar do quinto filme.A Warner não quis esperar até que ele estivesse liberado,o que poderia comprometer seu planejamento de um filme por ano,o que faria com que o quarto filme fosse o último com Mahoney. Filme foi fraco não pela ausência do personagem Mahoney e sim por ter um ritmo que não empolga e poucas situações engraçadas.
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