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SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR
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293 críticas
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1,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Quando me deparei com uma fila enorme no Cine Roxy ontem, pensei comigo mesmo, ufa, ainda bem que essa multidão vai assistir "HARRY POTTER E O CÁLICE DE FOGO". Como prefiro cinemas vazios, isso seria uma benção. Esqueci que temas religiosos são extremamente populares no nosso país que é o mais católico e espírita do mundo, por mais incongruente que isso possa parecer. Resumo da ópera: as pessoas amontoadas diante de mim iam assistir "O EXORCISMO DE EMILY ROSE" e não a versão britânica de "O CASTELO RÁ-TCHIM-BUM". O caso da jovem Emily Rose (Jennifer Carpenter) foi real e deu origem a um dos maiores fenômenos de bilheteria com "O EXORCISTA". O diretor Scott Derrickson levou para as barras dos tribunais a trama que culminou com a morte de Emily Rose. O padre Richard Moore (Tom Wilkinson) foi acusado de não ter feito uso dos meios médicos existentes para evitar a morte de Emily por anorexia. O promotor Ethan Thomas (Campbell Scott) baseia os seus argumentos nas evidências médicas de que Emily era portadora de psicose epilética, o que justificaria as alucinações, as alterações de consciência, os automatismos motores e agitação psicomotora. Por outro lado, a advogada de defesa Erin Bruner (Laura Linney), ela que se define desde o início como uma agnóstica, vai pouco a pouco se convencendo de que o exorcismo era a única saída para o caso de Emily Rose. Como o caso ganhou uma repercussão tremenda na imprensa americana, a arquidiocese que contratou os serviços da advogada Erin Bruner para defender o pároco, não queria de forma alguma que ele testemunhasse. Este, por sua vez, fazia questão de expor todos os fatos que levaram ao exorcismo "ineficiente", já que a jovem morreu. Em narrativa "flashback" a platéia vai acompanhando todos os estágios da psicose epilética ou da possessão demoníaca, como queiram vocês queridos leitores. Aliás, desde a Grécia antiga atribuía-se ao poder de possessão pelas divindades a etiologia dos transtornos mentais. De acordo com os atos e as palavras proferidas pelos enfermos considerar-se-ía boa ou má a divindade encarnada. No caso de Emily, certamente a divindade era representativa das "forças malignas", aliás, eram três entidades. Na verdade quem domina o filme é a excelente atriz Laura Linney, que vive uma crise de consciência, pois havia defendido um "bandido" que após sua soltura voltou a matar pessoas inocentes. Não posso esquecer de fazer menção à brilhante atuação de Campbell Scott como o promotor destemido que quer a cabeça do padre Richard Moore. A batalha entre o bem e o mal sempre renderá dividendos para os cofres dos produtores hollywoodianos.
Esse filme é horrivel, só passa mais partes sobre o julgamento, nem deveria ser 1 filme de terror, não da medo, é a mesma coisa que assistir Zumbilândia, ou seja, não da medo, de jeito nenhum, não assusta, é muito fraco esse filme!!
E muito fraco pra ser um filme de terror,o filme se baseia mas dentro do tribunal do que na historia do filme,TOM WILKINSON nao se encaixou nesse filme,um grande ator como ele nao brilhou nesse filminho.NAO RECOMENDO.
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