Média
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**A FAMÍLIA DA NOIVA (2025)**
**Duração:** 1h35min
**Gênero:** Comédia, Romance
**Principais atores:** Ashton Kutcher (Matt), Zoë Saldaña (Thérèse), Andy García (Nick), Robin Thede (Rachel)
### Estória
*A Família da Noiva* revisita uma fórmula que o cinema já explorou inúmeras vezes: o encontro entre o namorado e a família da noiva, onde diferenças culturais, familiares e pessoais transformam um simples jantar em uma sucessão de situações constrangedoras.
Matt acredita estar preparado para dar o próximo passo no relacionamento com Thérèse, mas existe um pequeno detalhe: conhecer a família dela. E quando Nick, o pai da noiva, percebe que o futuro genro é branco, o encontro ganha uma camada adicional de tensão. A partir daí, o filme utiliza o choque cultural e familiar como combustível para suas situações cômicas.
O problema é que a premissa, embora atual, não consegue fugir completamente dos clichês. O roteiro tenta transformar questões raciais e culturais em humor, mas muitas situações parecem previsíveis e algumas piadas dependem mais da fórmula conhecida do que de criatividade.
### Atuações
Ashton Kutcher parece confortável no papel do sujeito atrapalhado, descontraído e constantemente colocado em situações embaraçosas. Porém, existe uma sensação de repetição: ele interpreta uma variação do personagem que já conhecemos em outras comédias.
Andy García funciona bem como o pai protetor e desconfiado, enquanto Zoë Saldaña consegue equilibrar o romance e os conflitos familiares. O elenco tem química suficiente para sustentar a produção, mesmo quando o roteiro não ajuda.
### Humor e romance
O filme aposta naquele humor de constrangimento que já conhecemos de *Entrando Numa Fria*, *A Sogra* e outras comédias sobre famílias que não conseguem aceitar facilmente o relacionamento dos filhos.
Algumas situações funcionam e arrancam boas risadas, mas falta aquela surpresa que transforma uma comédia comum em uma produção memorável. O romance também segue um caminho bastante previsível, sem grandes riscos.
### Roteiro e produção
A produção é competente, mas segura demais. O filme sabe exatamente o que quer ser: uma comédia romântica leve, com conflitos familiares e algumas discussões sobre diferenças culturais e raciais.
O problema é justamente não conseguir ir muito além disso. A temática poderia render uma discussão mais inteligente sobre preconceito, identidade e expectativas familiares, mas o roteiro prefere permanecer quase sempre no terreno confortável da comédia.
### Crítica
*A Família da Noiva* não é um desastre, mas também está longe de ser uma nova referência no gênero. É aquele tipo de filme que você coloca para assistir sem grandes expectativas e que cumpre sua função de entretenimento.
Ashton Kutcher entrega novamente o personagem meio perdido e atrapalhado que já conhecemos, enquanto Andy García dá peso ao conflito familiar. A química entre o elenco funciona, mas não consegue esconder a sensação de que estamos assistindo a uma história que já vimos com outras famílias, outros personagens e outras piadas.
É uma comédia simpática, mas esquecível.
### Veredito
Uma comédia romântica que recicla uma fórmula conhecida, com algumas boas situações e um elenco que segura a produção. Não é o melhor filme do gênero, mas também está longe de ser o pior.
**⭐ Minha nota: 5,5/10**
Um filme para assistir, dar algumas risadas e seguir para o próximo. Não chega a ser ruim — apenas não encontra uma maneira realmente nova de contar uma história bastante conhecida.
**#AFamíliaDaNoiva #ComédiaRomântica #AshtonKutcher #ZoëSaldaña #AndyGarcía #Cinema #Filmes #CríticaDeFilme #Netflix #MovieReview**
**Duração:** 1h35min
**Gênero:** Comédia, Romance
**Principais atores:** Ashton Kutcher (Matt), Zoë Saldaña (Thérèse), Andy García (Nick), Robin Thede (Rachel)
### Estória
*A Família da Noiva* revisita uma fórmula que o cinema já explorou inúmeras vezes: o encontro entre o namorado e a família da noiva, onde diferenças culturais, familiares e pessoais transformam um simples jantar em uma sucessão de situações constrangedoras.
Matt acredita estar preparado para dar o próximo passo no relacionamento com Thérèse, mas existe um pequeno detalhe: conhecer a família dela. E quando Nick, o pai da noiva, percebe que o futuro genro é branco, o encontro ganha uma camada adicional de tensão. A partir daí, o filme utiliza o choque cultural e familiar como combustível para suas situações cômicas.
O problema é que a premissa, embora atual, não consegue fugir completamente dos clichês. O roteiro tenta transformar questões raciais e culturais em humor, mas muitas situações parecem previsíveis e algumas piadas dependem mais da fórmula conhecida do que de criatividade.
### Atuações
Ashton Kutcher parece confortável no papel do sujeito atrapalhado, descontraído e constantemente colocado em situações embaraçosas. Porém, existe uma sensação de repetição: ele interpreta uma variação do personagem que já conhecemos em outras comédias.
Andy García funciona bem como o pai protetor e desconfiado, enquanto Zoë Saldaña consegue equilibrar o romance e os conflitos familiares. O elenco tem química suficiente para sustentar a produção, mesmo quando o roteiro não ajuda.
### Humor e romance
O filme aposta naquele humor de constrangimento que já conhecemos de *Entrando Numa Fria*, *A Sogra* e outras comédias sobre famílias que não conseguem aceitar facilmente o relacionamento dos filhos.
Algumas situações funcionam e arrancam boas risadas, mas falta aquela surpresa que transforma uma comédia comum em uma produção memorável. O romance também segue um caminho bastante previsível, sem grandes riscos.
### Roteiro e produção
A produção é competente, mas segura demais. O filme sabe exatamente o que quer ser: uma comédia romântica leve, com conflitos familiares e algumas discussões sobre diferenças culturais e raciais.
O problema é justamente não conseguir ir muito além disso. A temática poderia render uma discussão mais inteligente sobre preconceito, identidade e expectativas familiares, mas o roteiro prefere permanecer quase sempre no terreno confortável da comédia.
### Crítica
*A Família da Noiva* não é um desastre, mas também está longe de ser uma nova referência no gênero. É aquele tipo de filme que você coloca para assistir sem grandes expectativas e que cumpre sua função de entretenimento.
Ashton Kutcher entrega novamente o personagem meio perdido e atrapalhado que já conhecemos, enquanto Andy García dá peso ao conflito familiar. A química entre o elenco funciona, mas não consegue esconder a sensação de que estamos assistindo a uma história que já vimos com outras famílias, outros personagens e outras piadas.
É uma comédia simpática, mas esquecível.
### Veredito
Uma comédia romântica que recicla uma fórmula conhecida, com algumas boas situações e um elenco que segura a produção. Não é o melhor filme do gênero, mas também está longe de ser o pior.
**⭐ Minha nota: 5,5/10**
Um filme para assistir, dar algumas risadas e seguir para o próximo. Não chega a ser ruim — apenas não encontra uma maneira realmente nova de contar uma história bastante conhecida.
**#AFamíliaDaNoiva #ComédiaRomântica #AshtonKutcher #ZoëSaldaña #AndyGarcía #Cinema #Filmes #CríticaDeFilme #Netflix #MovieReview**
muito engraçado. saber que isso ja aconteceu muito entre famílias é muito loko, mas nesse filme eles usam como graça. fora que é muito bonito que o rapaz continua com mulher e o amor deles cresce ainda mais. recomendo
Comédia legal com um elenco ok e diálogos que em parte são bem engraçados, ressalvas para o roteiro que é meio vazio e peca em seu desenvolvimento.
Amei esse filme. Fala das diferencas raciais que no final eles percebem que isso nao quer dizer nada....o que importa e o amor. Deixem quem quiser falar!
Uma boa comedia romântica,não é melosa e nem tão exagerada,uma boa historia e muito engraçado.RECOMENDO
Em 1967, o diretor Stanley Kramer lançou o filme “Adivinhe Quem Vem Para o Jantar?”, no qual o lendário casal de atores Spencer Tracy e Katharine Hepburn interpretavam os pais de uma jovem (Katharine Houghton, que era sobrinha de Hepburn na vida real). A personagem de Houghton era branca, de uma família de classe média alta e estava indo para casa numa determinada noite para apresentar o noivo (Sidney Poitier), que era um rapaz negro, para os pais. O filme se passava durante a noite em que o jantar em família ocorreu e tratou, com muita competência, o tema do preconceito racial e o que significava para dois jovens de raças diferentes se unir nos anos 60.
“A Família da Noiva”, filme do diretor Kevin Rodney Sullivan, utiliza como ponto de partida a idéia de “Adivinhe Quem Vem Para o Jantar?” e situa seu roteiro nos dias atuais nas cidades de Nova York e Nova Jersey para contar a história de Simon Green (Ashton Kutcher), um corretor de uma empresa de ações, e de Theresa Jones (Zoe Saldaña), uma fotógrafa. Simon e Theresa acabam de ficar noivos e se preparam para contar a grande novidade para a família dela. A oportunidade perfeita surge quando Simon e Theresa decidem viajar para Nova Jersey para passar o fim de semana com os pais dela, Percy (Bernie Mac) e Marilyn, que estão preparando uma festa para comemorar os seus 25 anos de casados.
Simon, obviamente, está bastante preocupado e nervoso em conhecer o tão falado Percy, um homem que é muito cuidadoso com as filhas e que é o terror de qualquer namorado. Percy é a desconfiança em pessoa e não hesita em investigar cuidadosamente o passado dos candidatos a genro. Entretanto, Simon é um homem honesto, tem um emprego estável, uma carreira em ascensão e, principalmente, é apaixonado por Theresa. Ele seria o genro que toda mãe pediu a Deus. O detalhe peculiar nesta situação é que a família de Theresa é formada por negros e Simon é branco. Para o casal de noivos, a diferença racial não é um problema; mas para os outros (e olha que estamos no ano de 2013), isso é inadmissível.
No entanto, ao contrário de “Adivinhe Quem Vem Para o Jantar?”, “A Família da Noiva” não discute seriamente a questão do preconceito racial e dos obstáculos que irão surgir eventualmente no caminho de Simon e Theresa. O filme usa a diferença racial como justificativa para a inserção de piadas a respeito dos mundos diferentes nos quais vivem negros e brancos. A partir do momento em que Simon entra na casa dos Jones, os roteiristas também colocam o jovem em situações muito parecidas com as que Ben Stiller passou para conquistar a aprovação do futuro sogro em “Entrando Numa Fria”. A originalidade, como se pode notar, é algo que não está presente em “A Família da Noiva”.
Como um filme de comédia, “A Família da Noiva” é bastante eficiente, pois possui um elenco com um ótimo timing cômico e retrata situações que arrancam muitas risadas da platéia. Entretanto, como uma peça artística que tem a capacidade de influenciar as pessoas que venham a assisti-la, “A Família da Noiva” é um fracasso. Em um período marcado por demonstrações de racismo como o que vivemos atualmente, filmes como este, que retratam brancos e negros de maneira estereotipada, não fazem diferença nenhuma.
“A Família da Noiva”, filme do diretor Kevin Rodney Sullivan, utiliza como ponto de partida a idéia de “Adivinhe Quem Vem Para o Jantar?” e situa seu roteiro nos dias atuais nas cidades de Nova York e Nova Jersey para contar a história de Simon Green (Ashton Kutcher), um corretor de uma empresa de ações, e de Theresa Jones (Zoe Saldaña), uma fotógrafa. Simon e Theresa acabam de ficar noivos e se preparam para contar a grande novidade para a família dela. A oportunidade perfeita surge quando Simon e Theresa decidem viajar para Nova Jersey para passar o fim de semana com os pais dela, Percy (Bernie Mac) e Marilyn, que estão preparando uma festa para comemorar os seus 25 anos de casados.
Simon, obviamente, está bastante preocupado e nervoso em conhecer o tão falado Percy, um homem que é muito cuidadoso com as filhas e que é o terror de qualquer namorado. Percy é a desconfiança em pessoa e não hesita em investigar cuidadosamente o passado dos candidatos a genro. Entretanto, Simon é um homem honesto, tem um emprego estável, uma carreira em ascensão e, principalmente, é apaixonado por Theresa. Ele seria o genro que toda mãe pediu a Deus. O detalhe peculiar nesta situação é que a família de Theresa é formada por negros e Simon é branco. Para o casal de noivos, a diferença racial não é um problema; mas para os outros (e olha que estamos no ano de 2013), isso é inadmissível.
No entanto, ao contrário de “Adivinhe Quem Vem Para o Jantar?”, “A Família da Noiva” não discute seriamente a questão do preconceito racial e dos obstáculos que irão surgir eventualmente no caminho de Simon e Theresa. O filme usa a diferença racial como justificativa para a inserção de piadas a respeito dos mundos diferentes nos quais vivem negros e brancos. A partir do momento em que Simon entra na casa dos Jones, os roteiristas também colocam o jovem em situações muito parecidas com as que Ben Stiller passou para conquistar a aprovação do futuro sogro em “Entrando Numa Fria”. A originalidade, como se pode notar, é algo que não está presente em “A Família da Noiva”.
Como um filme de comédia, “A Família da Noiva” é bastante eficiente, pois possui um elenco com um ótimo timing cômico e retrata situações que arrancam muitas risadas da platéia. Entretanto, como uma peça artística que tem a capacidade de influenciar as pessoas que venham a assisti-la, “A Família da Noiva” é um fracasso. Em um período marcado por demonstrações de racismo como o que vivemos atualmente, filmes como este, que retratam brancos e negros de maneira estereotipada, não fazem diferença nenhuma.
Uma divertida comédia romântica com todos os elenco de bom
Esse filme é bem legal, principalmente na parte que o pai da Theresa(Zoe Saldana) pega ela e o Simon(Ashton Kutcher)na cama foi ilario eu sorri tanto, foi muito legal.
Um ótimo filme. Bernie Mac, Zoe Saldana e Ashton Kutcher estão muito bem e garantem ótimas cenas juntos. Uma mistura muito competente de comédia e drama que transpassa barreiras culturais e raciais. Um filme leve, divertido e super recomendado para todos!
E não é que a questão racial está de volta às telonas, justamente quando o episódio Grafite ainda domina os noticiários tupiniquins. O queridinho das adolescentes, Ashton Kutcher, interpreta Simon Green, funcionário de uma companhia de Wall Street, que namora com Theresa (Zoe Saldaña). Atentem para o detalhe: ela é negra, ele é branco. O tumulto atingirá o seu ápice quando Theresa apresenta Simon para os seus pais no evento em que eles estão prestes a renovar os laços de matrimônio, após 25 anos de vida em comum. Marilyn (Judith Scott), a mãe de Theresa, aceita o namoro inter-racial. O mesmo não pode ser dito de Percy Jones (Bernie Mac), o pai da futura noiva. Ele almejava alguém que praticasse esporte, especialmente basquete ou futebol americano, fosse médico, conhecesse a família Cosby e a do falecido reverendo Martin Luther King, e, principalmente, fosse negro, se possível Denzel Washington. Nos primeiros diálogos com Percy, Simon sentiu-se obrigado a mentir ao dizer que havia participado de corrida de automóveis Nascar, que os americanos tanto adoram. Somando-se a isso o fato de Percy ter pego os dois jovens pombinhos se agarrando no quarto da filha, a decisão foi de levar Simon para uma hotel próximo. Ao levar o futuro genro para algum hotel da cidade de Nova Jersey, Percy liga o rádio e repare nas músicas que estavam tocando: "Ebony and ivory", de Stevie Wonder e Paul McCartney; "Walk on the wild side", de Lou Reed, músicas que fazem mençãò à questão racial. Igualmente engraçado é o jantar familiar em que Simon é forçado a contar piadas de negros. É evidente que a relação entre Percy e Simon, após um grande período de de inépcia, se normalizará no final. O mérito do diretor Kevin Sullivan é atualizar o filme "ADIVINHE QUEM VEM PARA JANTAR", aquele que notabilizou o ator negro Sidney Poitier, que encontra-se com a família de sua noiva branca. A opção é nítida pela comédia romântica, não pelo discurso político-racial característico de um Spike Lee. E o ator Bernie Mac dá conta do recado. O mesmo não pode se dizer de Ashton Kutcher, que filme após filme, parece só conseguir interpretar a si mesmo. A comparação óbvia entre "A FAMÍLIA DA NOIVA" e "ENTRANDO NUMA FRIA", recentemente exibido, deixa o primeiro numa condição de inferioridade. Vale como uma sessão da tarde descompromissada.
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