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Ricardo L.
63.294 seguidores
3.227 críticas
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4,5
Enviada em 19 de setembro de 2019
Ótimo filme de um diretor que não me encanta muito, mas me rendo a nobreza de seu filmes! Aqui temos um roteiro que sem sombras de dúvidas é um dos melhores daquele ano, se não for o melhor, elenco com nomes como Jonathan Rhys Meyers que está razoável, Brian Cox e da lindíssima Scarlett Johansson que está no auge da sua beleza, com toda a sensualidade que encanta a todos, além de sua excelente performance como Nola Rice, merecia sim ter sido indicada ao óscar, mas... Match Point tem um roteiro marcante e final impactante.
Filme muito inteligente, e roteiro muito bem escrito. As atuações de Jonathan e da lindíssima Scarlett são demais. Não achei o final surpreendente, mas sim muito bem trabalhado, vc fica ditando o que aconteceu na sua cabeça por algum tempo. Filme aprovado e recomendo.
Ponto final- Match Point é um filme de drama/suspense que contou com a direção de roteiro de Woody Allen. O filme recebeu 1 indicação ao Oscar de 2006: melhor roteiro original. Na trama, acompanhamos o instrutor e ex-jogador de tênis Chris Wilton (Jonathan Rhys Meyers) que se casa com Chloe (Emily Mortimer) para conseguir um cargo na empresa do seu sogro rico. Chris acaba se apaixonando e se envolvendo com Nola (Scarlett Johansson), a sensual noiva do seu cunhando. O filme no seu início e no seu fim passa a mensagem que talvez seja a mais forte do filme que é sorte duas possibilidades na vida: sorte e azar. Mesmo não concordando com o fim, pois é de fato injusto, mas é compreensível que a moral está sobre a sorte ou azar que cada personagem teve. Focando especialmente em Nola e Chris, que são 2 personagens que se apaixonam e começa a ter uma ascensão social por estarem se relacionado com a mesma família rica e que passam a se acostumar com a nova vida. Mas percebe-se que o lado da sorte fica para Chris e do azar para Nola. O filme nos presenteia com uma opera no fundo em cenas de grande suspense, o que fortalece ainda mais a cena. O primeiro e segundo ato são bons, embora previsíveis, mas o terceiro ato é puro suspense. Atuações sensacionais de Scarlett Johansson e de Jonathan Rhys Meyers, além de uma boa química sexy entre eles .
Os novos ares europeus que Woody Allen passou a respirar a partir da década passada definitivamente o fizeram bem. Nos últimos anos, um cineasta cansado de assinatura pueril, sem dúvidas. Mas é inegável que ainda existem em seu catálogo mais recente obras que contém o que há de melhor no realizador, como Meia-Noite em Paris e este Match Point, seu primeiro filme quase totalmente internacional. Um dos últimos grandes filmes do excêntrico artista do cotidiano. Um tenso thriller filosófico sobre classe e identidade, Ponto Final é interessante e estimulante a cada cena, nem parece que é o filme mais longo do diretor, pois os diálogos são tão bons e as situações que retrata tão identificáveis que a hora passa voando. A direção de Allen é astuta e segura, e é mais que prazeroso andar por Londres no mesmo ritmo e vigor que ele costuma andar por Nova York. Este filme é a verdadeira definição da palavra ''sútil'', um inteligente mosaico social desenvolvido magistralmente através dos diálogos, da música, e das rimas visuais. Scarlett Johansson está magnética como a sensual e emotiva Nola Rice e Jonathan Meyers está surpreendente entregando uma atuação sólida e expressiva. Um conto deliciosamente macabro e moralmente desafiador sobre destino, sorte, ambição e culpa. De longe o melhor filme de Allen dos anos 2000. NOTA : 9.5 / 10
É incrível a forma com que Woody Allen consegue passar de um extremo a outro, das comédias escrachadas de que ele está acostumado, até dramas intensos como este. Match Point é um filme inteligente como poucos, usando a metáfora como principal contraponto narrativo, fazendo com que simpatizemos e odiamos do personagem principal ao mesmo tempo. Filmaço!!!!!!!
O filme é inteligente e mantém o suspense do início ao fim. O personagem principal arrisca com a sorte, que está sempre do seu lado, mesmo quando a situação parece insolúvel. Há um forte componente psicológico na conduta do protagonista. Scarlett Johansonn e Jonathan Rhys-Meyers formam uma boa dupla. A trilha sonora é ótima. O enredo lembra um pouco "Um Lugar ao Sol".
Esse filme é uma pedrada que mexe com os sentimentos dos telespectadores abordando crises existenciais , traições e valores morais . Você pode não gostar do Woody Allen mas é inegável que esse filme é uma obra-prima. Jhonatan Rhys que interpretou o personagem combinou perfeitamente com o papel .
Um filme pontual, o qual realça valores morais e conflitos sociais. Um jogador de tênis que se aposenta para iniciar carreira como professor de tal esporte, conhece Tom um jovem homem da alta sociedade britânica. O Professor Chris é convidado por Tom para um concerto, nesse evento é apresentado à irmã de Tom, Chloe. A partir desse momento o Chris se envolve com Chloe e inicia um relacionamento, o qual aponta para um casamento. Porém Tom é noivo de Nola, uma mulher de passado não muito claro e que é rejeitada pela sogra. A sensualidade de Chloe atiça com Chris, que acaba se envolvendo com essa mulher. Esse jogo perigoso de relacionamentos, acaba por ruir quando Tom cancela o casamento com Chloe e esta passa a querer investir seriamente no professor, porém o desejo do Chris é manter o casório na alta sociedade com a irmã de Tom, querendo apenas diversão fora do casamento.
Assim, ameaças se iniciam, e o irracional humano é colocado em ação. O resto é uma boa história para se assistir.
Um filme conduzido com muita habilidade por Woody Allen, no qual ele tece uma trama que quer demonstrar que na vida não existe a lei da reciprocidade. Chris é um jogador de tênis que resolve ser instrutor para pessoas da classe alta e percebe que tem a oportunidade de dar o golpe do bau casando com Chloe, uma moça de família rica, mas ao mesmo tempo quer dar vazão ao seu instinto sexual em sua paixão por Nola que acaba engravidando e se nega a praticar aborto. A vida como administrador das empresas da família se torna atraente e Nola se torna uma ameaça. Chris consegue sufocar a intuição e planeja friamente como se livrar da amante. O investigador interroga Chris, mas o álibi dele não apresenta falhas, apesar disso o investigador intui com todos os detalhes a culpa de Chris que é salvo pelo anel encontrado no dedo de um drogado morto. Chris tem uma visão em que Nola diz que ele vai colher o que semeou. Embora corroído pela culpa Chris se acha um protegido da sorte por ter usado seu livre arbítrio para o mal. Chris pensa apenas em termos da justiça das leis terrenas criadas pelos homens como se não houvesse a justiça decorrente da atuação das leis divinas que atua no aquém e no além, na matéria ou fora dela.
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