Concordo totalmente com o que disse o Tadeu, não vou dizer que é melhor finais fspoiler: elizes ou não, mas o protagonista fazer tudo que fez e os investidores nem outros personagens do filme não descobrirem nada, muito fraquinho, são duas horas em que a primeira hora é bastante arrastada, na parte final houve um desenvolvimento melhor, mas gostei do final, o cara saiu totalmente impune, muito fraco.
Wood Allen consegue agradar a gregos e troianos nessa obra. À crítica, não faltam estimulantes: o retrado da alta sociedade inglesa, os personagens pré moldados às suas personalidades: inocentes, ambiciosos, inescrupulosos, instintivos. Ao grande público, não faltaram os temas que tendem ao sucesso: traição, descontrole emocional, problemas familiars, crimes. Mas nada disso nao teria acontecido se nao fosse o ponto alto deste filme: seu elenco. Jonathan Rhys Meyers tem a atuação de sua vida. Passa de um humilde professor de tenis a um homem ambicioso e sem escrúpulos.. A medida que seu personagem vai se depreciando, ele consegue levar o telespectador junto. Scarlett Johansson nao fica atrás em sua atuação. Emily Mortimer e Matthew Goode compoe o lado inocente da trama e complementam a antagônia presente em todo filme. Mas sinceramente, excetuando as otimas atuações, nao vejo tanta diferença nessa obra e numa novela brasileira. Se nao fosse de Wood Allen, dúvido que ganhasse alguma indicação, visto que o tema é clichê.
Filme sobre interação humana, família, dinheiro, traição e sexo. O filme passa quase todo tempo no ponto de vista do ator Jonathan Rhys-Meyers, e sua ascensão pessoal e na carreira, mas as cenas crescem muito com a Scarlett Johansson, que faz parte do elemento principal da trama, filme na medida certa, com boas interpretações, diálogos, trilha sonora e final surpreendente.
Filme de bom roteiro, com atuações convincentes, e uma história cheia de surpresas ao final do filme, prendendo atenção desde o seu início. Recomendo para quem gosta de suspense e drama
Fantásticas atuações com destaque para o Jonathan Rhys Meyers e a esposa Emily Mortimer que consegue construir um personagem que mesmo sendo rico demonstra grande frustração, timidez e ingenuidade. Certamente é o primeiro e brilhante longa de Woody Allen e é fascinante como cada diálogo, cada evento conseguem motivar a seguir enfrente da tela até o desfecho final. A fotografia, a música, o figurino, o roteiro são espetaculares !!!! Obrigado Allen !!
Um bom filme, apenas isso. Por ser um filme do Woody Allen deixou a desejar. Acho que deveriam escolher melhor o ator, nada contra o Jonathan Rhys Meyers mas ele é meio zoadinho para ficar com a Scarlett Johansson.
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