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Brenda raveli
1 crítica
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5,0
Enviada em 22 de fevereiro de 2026
Essa e uma das melhores adaptação de livros que já vi. E claro, por ser um filme não tem como ter a riqueza de detalhes do livro, mas o que me deixa feliz e é o fato de a história não ser alterada. O filme é ótimo, um dos meus favoritos. Se você assistir o filme e ficar curioso sobre alguns personagens, no livro você encontra a explicação mais detalhada. Mas só assisti. Se tu curti fantasia, irá adora
Eu achei o filme macabro, distorcendo um pouco quem é do mal e quem é do bem, o filme é bem sombrio, mas a Ofélia o torna leve e mágico. Eu percebi algumas coisas bem macabras como no totem onde mostra o fauno, a Ofélia e o irmão dela, embaixo fica desenhado bem redondos os números seis umas quatro ou três vezes, o que fez eu acabar que o fauno não era algo do bem e que ele não ia levar a Ofélia por reino encantado, vale lembrar a marca de nascença da Ofélia ser uma lua desse jeito: , achei estranho porque essa lua não representa uma coisa boa. Esse filme tem muitas camadas, a gente tem discernir o que é do bem e o que não é. Eu fiquei triste que a Ofélia morreu, porém foi por culpa do fauno que não a ajudou, percebi que ele é totalmente do mal, fiquei decepcionada com esse filme, eu achei que seria tipo Nárnia, mas é tão macabro, eu sinceramente não assistiria com uma criança, porque o horripilante para uma criança. Tirando isso a cenas e os personagens foi bem construídos as fadas pareciam realmente reais, foi super bem feitos, eu amei a cinegrafia do filme. Esse filme foi super bem feito, por mais da história ser traumatizante e com algumas coisas meio malignas e macabras, o filme foi bem feito. Aliás não recomendo crianças verem, recomendo acima de 18 anos.
Obra prima do Del Toro como ele mistura fantasia e um conflito real, como a fantasia tem um certo horror, quando assisti a primeira vez com 13 anos não entendi muito mas hoje MUITO FODA Nota
O labirinto do fauno é um filme de fantasia que contou com a direção e roteiro de Guilermo del Toro. O filme recebeu 6 indicações ao Oscar de 2007: Melhor filme estrangeiro, Melhor roteiro original, melhor trilha sonora, Melhor direção de arte, Melhor fotografia e melhor maquiagem (vencendo as últimas 3 indicações mencionadas). A trama é ambientada na Espanha, em 1944, onde a jovem Ofélia (Ivana Baquero), junto com a sua mãe muito doente são hospedes em um dos postos de guarda, na qual o capitão é marido de sua mãe. O capitão Vidal (Sergi López) é um homem cruel e sádico que tenta conter uma guerrilha próximo ao seu posto. Ao mesmo tempo que Ofélia descobre um labirinto e um fauno com que lhe oferece 3 missões a fim de torná-la imortal. Sendo esse filme considerado o grande divisor de águas na carreira de Del toro, aqui o cineasta mexicano conseguiu misturar o que há de melhor no horror, fantasia e aventura, em um conto dentro do contexto da Segunda Guerra. Seguindo as premissas dos contos de fadas tradicionais, Del toro insere a essência da violência indispensável numa guerra e a inocência de uma criança como contraste. Ofélia precisou sonhar com um conto de fadas para fugir do terror em que estava vivendo. Embora que não tenha conseguido escapar da sua realidade (a sua própria fantasia a condenou), mas aquilo serviu de alívio. Precisamos falar da incrível trabalho de maquiagem tanto pelo Fauno quanto pelo mostro que tem os olhos na mão na cena clássica do banquete, ambos foram interpretados pelo ator mímico Doug Jones (trabalho corporal impecável). Ótimas sacadas nos usos de metáforas nas tarefas que Ofélia teve que realizar.
Muito bom filme. O cenário, uma ditadura, é perfeito para uma menina viver uma história de magia. Pra mim, o filme não deixa claro se é um mundo mágico mesmo ou apenas imaginação da menina para fugir do cruel mundo real, mas acho que os dois cenários são impactantes. Uma frase dita no filme marcou, quando o capitão questiona porque o médico não seguiu suas ordens. "Obedecer sem questionar é coisa para gente como você".
Filme sublime de Guilherme del Toro! Poético e que deixa uma mensagem de que o mundo ainda pode ser tocado pela beleza da natureza humana, visível apenas aqueles que sabem enxergar. Obra-prima!
Dirigido por Guillermo del Toro, O Labirinto do Fauno é um filme carregado de simbolismo. Ele mistura fantasia sombria com o terror real da guerra, criando um contraste pesado entre a inocência da infância e a brutalidade do mundo adulto. É um conto de fadas distorcido, melancólico, que lembra aquela época em que a imaginação era uma fuga — e às vezes, a única forma de lidar com o sofrimento.
A protagonista, Ofelia (Ivana Baquero), representa essa criança que, cercada por um ambiente opressor — com a mãe doente e um padrasto militar abusivo —, se apega ao fantástico como forma de sobrevivência emocional. E nisso, o filme acerta em cheio. A linha entre realidade e imaginação é tênue o tempo todo, e isso prende a atenção de forma sutil, mas constante.
Agora, falando bem sério aqui... o fauno, na minha opinião pessoal, não presta. Ele se apresenta como um guia, se faz de bom moço, cheio de palavras bonitas e missões enigmáticas, mas não ajuda em absolutamente nada. Vive sumido, reaparece pra julgar, cobra atitudes da guria, fala em enigmas — e no fim das contas, parece mais um manipulador do que um protetor. A real é que o fauno é um pnc que se esconde por trás da fantasia, e essa falsidade dele só serve pra deixar a gente ainda mais desconfiado. Pode até ser uma figura simbólica importante, mas como personagem... é um arrombado.
A estética grotesca do filme é outro ponto marcante. Guillermo del Toro acerta ao criar um mundo estranho, sujo e desconfortável, que conversa perfeitamente com o caos interno de Ofelia. Não é bonito — e nem tenta ser. É um visual feio, mas feio com personalidade, e isso acaba funcionando.
Quanto ao final, mesmo com o diretor afirmando que a menina realmente foi para outro mundo como princesa, eu não compro essa ideia. Pra mim, tudo aquilo foi fruto da imaginação dela — uma fuga mental criada pra suportar a tragédia ao redor. A fantasia é uma cortina que ela mesma puxou pra não encarar a dor. E sim, no fim ela morre. Mas dentro da própria mente, encontrou o final feliz que o mundo nunca lhe deu.
Conclusão: O Labirinto do Fauno é um filme forte, simbólico e inesquecível. Tem uma protagonista cativante, uma direção visual ousada e uma história que fala mais do que mostra. Mas o fauno? Um dois-de-paus vestido de guia espiritual. Fica o aviso. Mesmo assim, o filme como um todo entrega uma experiência única, dessas que ficam na cabeça depois que os créditos sobem.
O filme parece ter um começo interessante, mas ao longo das horas você fica totalmente perdido em que se trata a história. Uma hora fala sobre a guerra entre dois grupos e noutra conta a história de uma menina fazendo 3 pedidos do fauno . Filme me deu dor de cabeça até, fotografia horrível. Poderia ter feito um roteiro com foco apenas na menina . Misturaram violência atoa com ficção científica. Não recomendo
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