O Exterminador do Futuro - A Salvação
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4,0
1820 notas

45 Críticas do usuário

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Neto S.
Neto S.

30.586 seguidores 773 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 16 de dezembro de 2013
2018. John Connor (Christian Bale) é designado para liderar a resistência humana ao domínio das máquinas, coordenadas pela Skynet e seu exército de exterminadores. Um dia surge Marcus Wright (Sam Worthington), cuja última memória que possui é de estar no corredor da morte. Connor precisa descobrir se Wright foi enviado do futuro ou resgatado do passado, ao mesmo tempo em que a Skynet prepara seu ataque definitivo. O Exterminador Do Futuro - A Salvaçao Esta Longe De Ser Um Filme Ruim Mais Tambem Nao é Um Filme Tao Bom , Com Otimo Elenco e Otima Atuaçoes , Com Bons Efeitos Nota 7.5
wesleyaxe
wesleyaxe

10.962 seguidores 680 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Adorei o filme, acho que exterminador do futuro tem moral pra variar em suas estórias com máquinas do jeito que quiserem pq são muito competentes os diretores que levam esse projeto à frente... adorei!!
Anderson B.
Anderson B.

11 seguidores 49 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 13 de setembro de 2012
Esse foi o quarto filme da série Exterminador e pode ser considerado um prelúdio como uma continuação porque conta a história depois do julgamento final e antes dos Exterminadores serem mandados para mudar o passado, (bem complicado), tendo as participações de Christian Bale (John Connor) que fez os dois últimos Batman e Sam Worthington (Marcus Wright) que estreou a pouco tempo os dois filmes Fúria de Titãs. Apostando em grandes atores e nos efeitos especiais mais novos para tentar ao menos chegar aos pés de seus antecessores com uma história completamente original partindo que agora eles terão que vencer no presente e não no passado. John Connor agora terá a chance de usar tudo que ele foi a vida toda preparado para fazer, vencer a Skynet.
Jordy C.
Jordy C.

27 seguidores 87 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 15 de dezembro de 2012
Tentado esquecer o fraco terceiro filme da série, aqui temos uma mudança no foco da história, voltada agora mais para John Connor, com isso filme ganha um folego, mas pouco inova, porém com uma boa atuação de Sam Worthington o filme ganha bons momentos, a partes desnecessárias como o que ocorre no final,um ponto positivo são as cenas de ação bem realizadas, praticamente impecáveis na questão técnica, contudo esse filme não chega perto dos dois primeiros da série, mais é bem melhor que o terceiro filme.
Adriano Silva
Adriano Silva

1.614 seguidores 481 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 23 de novembro de 2017
Tentando recomeçar após o fiasco anterior.
O EXTERMINADOR DO FUTURO - A SALVAÇÃO (Terminator Salvation).

Após o péssimo O EXTERMINADOR DO FUTURO 3 - A REBELIÃO DAS MÁQUINAS (2003), eis que em 2009 (6 anos depois) surge o quarto filme da franquia. Dessa vez o responsável em suprir (ou pelo menos tentar) a angustia deixada nos fãs pelo filme anterior, é o diretor Joseph McGinty Nichol, mais conhecido como McG (As Panteras).

O longa ficou marcado por ser até então, o primeiro sem o grande e inigualável Arnold Schwarzenegger, que deixou a produção logo após o T3. O próprio considerou o quarto filme da cinessérie como um "LIXO" e deu graças a Deus em não ter participado do longa-metragem.

O EXTERMINADOR DO FUTURO - A SALVAÇÃO funciona como um recomeço, trazendo um elenco completamente renovado, em relação aos filmes anteriores, e um roteiro um tanto quanto inusitado (eu diria). Porém, o filme não é ruim, muito pelo contrário, o roteiro é bom e funciona direitinho (se você buscar ligações com as sequências anteriores). O novo roteiro tenta remontar uma nova história contada em sequência aos anteriores e com ligações à um passado antes mesmo de T1, o que eu achei bem plausível e funcional. Sendo o primeiro filme da série a demonstrar um ambiente pós-apocalíptico, onde as máquinas da SkyNet estão em guerras contra os humanos e os perseguem constantemente.

O longa funciona em vários aspectos, como a fotografia, que está muito boa, destacando um tom mais acinzentado do ambiente pós-apocalíptico. A trilha sonora de Danny Elfman também está dentro dos padrões, destaque para "Rooster" (Alice in Chains) e a clássica "You Could Be Mine" do Guns'n Roses, tema de T2. Os personagens principais também funcionaram - Como o próprio Christian Bale, que esteve bem em seu novo John Connor, se mostrando um líder/aliado na guerra e destruição das máquinas da SkyNet. Sam Worthington está muito bem, eu diria que ele se destaca até mais que o próprio Bale, em seu ciborgue com uma mente e um coração que ainda funciona em busca de respostas e vingança, em relação ao seu passado.

Temos ainda o ator falecido no ano passado, Anton Yelchin, que deu vida à um personagem muito importante dentro da franquia, o lendário Kyle Reese. Uma apresentação mais normal, sem grandes expectativas, mas até que eu gostei da entrada de Kyle Reese no filme, funcionou de uma maneira um tanto curiosa, ao ver a busca de Connor pelo próprio pai, sendo a primeira apresentação de ambos juntos em um filme (John Connor e Kyle Reese). Ainda tivemos a participação da grande atriz Helena Bonham Carter, como Dr. Serena Kogan, responsável por um início bem interessante no personagem Marcus Wright. Sem deixar de mencionar o rosto de Schwarzenegger que foi incluído digitalmente no corpo de Roland Kickinger, para uma rápida aparição do personagem T-800 (um tanto quanto questionável esta cena), e a voz de Linda Hamilton/Sarah Connor (saudades eternas).

O EXTERMINADOR DO FUTURO - A SALVAÇÃO é de longe bem melhor que O EXTERMINADOR DO FUTURO 3, porém, o longa conta com alguns problemas. Como a falta de planejamento em cima do personagem John Connor, que muda de ator em todos os filmes (até no quinto filme da franquia), não da tempo nem de criar uma empatia pelo ator/personagem. Alguns personagens desse quarto filme é mal trabalhado, alguns são mal inseridos, ou, estão no filme unicamente para preencher lacunas, como a própria Kate Connor e a Blair Williams, que pra mim não fizeram nenhuma diferença. Algumas partes que não funcionaram tão bem, em que parece mostrar que os seres humanos não sofrem nenhum tipo de danos nos domínios das máquinas da SkyNet, ou, um conflito mal escrito entre o homem e as máquinas. Até a própria ausência de Schwarzenegger é muito sentida nesse quarto filme da franquia.

Mesmo com alguns erros e alguns acertos, O EXTERMINADOR DO FUTURO - A SALVAÇÃO consegue acertar até aonde consegue ir. Sendo um filme melhor que o terceiro e muito abaixo dos dois primeiros, mas para os fãs da franquia desde o início (assim como eu), ainda esperamos uma continuação à altura de Terminator 1 e Terminator 2. O que parece estar cada vez mais distante e talvez nunca mais irá acontecer!!!
Fernando M.
Fernando M.

33 seguidores 51 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 25 de agosto de 2015
Para quem acreditava que o Exterminador acabava no segundo filme (1991), eis que ele consegue chegar ao quarto capítulo.

O Exterminador do Futuro – A Salvação tem todas as coisas boas e ruins de uma superprodução. Defeitos e qualidades que são ampliados quando se pretende continuação de uma obra já consagrada. Efeitos especiais incríveis, um elenco de alta octanagem... mas uma história distante, sem o “espírito” original de James Cameron. Tanto é que nem Cameron gostou do filme, nem Arnold Schwarzenegger.

O filme é ousado, e desde o começo já desaprova o contorcionismo que o terceiro da franquia fez, entre inovar e manter. As mudanças são drásticas: a história se passa no futuro, o filme não começa com o Exterminador surgindo no tempo presente... aliás, nem tem o “Carvalho Austríaco” no elenco, apenas uma reconstituição sem graça em CGI.

A alteração mais radical na história é apresentada sob a forma de um ser híbrido – metade homem, metade máquina – chamado Marcus Wright (Sam Worthington), que, embora com capacidades incríveis, não abdicou de sua humanidade.

Ora, nos primeiros filmes, as máquinas eram vistas com um misto de terror e fascínio. O que havia de crítico, até mesmo de “filosófico” nas obras fundadoras da franquia, era justamente essa contraposição entre homem e máquina. No T2, embora a máquina consiga se “humanizar”, o fantástico final coloca as coisas em seus devidos lugares.

Pois bem. Em T4, tudo muda de figura. Aqui há uma espécie de “redenção” às máquinas. Quer dizer, a guerra é entre homens e máquinas, mas aparece um Robocop, um ente do “terceiro time”.

O roteiro é interessante, mas tem mais buracos que um queijo suíço. Há uma profusão de ideias, misturadas em liquidificador. O diretor McG – pseudônimo de Joseph McGinty Nichol – era um nome surgido de seriados e clipes, com As Panteras (2000) e sua continuação (2003) no currículo. Até que faz um bom trabalho, mas não consegue fazer milagres com um roteiro assim na mão.

Christian “Batman” Bale está sem sal no papel do messiânico John Connor. Talvez o mais interessante seja o adolescente Kyle Reese (Anton Yelchin), acompanhado da garotinha surda (Jadagrace Berry).

De qualquer maneira, T4 surge como aquele filho rebelde que, querendo tanto se diferenciar e distanciar dos pais, vive o dilema de pouco se parecer com eles e de não possuir uma cara própria. Não deixa de ser, portanto, um filme legal, bacana, “da hora”, como tantos e tantos outros filmes badalados e esquecíveis.
Otávio S.
Otávio S.

16 seguidores 103 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 27 de setembro de 2020
Bom filme cheio de ação...
ThiagoLRocha
ThiagoLRocha

2 seguidores 12 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
... Gostei do filme, mas achei muito "robotizado". Faltou o fator humano, como nos três primeiros!!!!
Jhonathan C.
Jhonathan C.

3.325 seguidores 415 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 10 de julho de 2013
Neste quarto filme, o foco foi todo para John Connor e Marcus Wright. Foi excelente filme, com ótimas lutas, mas com falhas no roteiro, e principalmente na história. Christian Bale se saiu bem, mas o destaque vai para Sam Worthington, que deu vida ao personagem. A falta de Schwarzenegger no filme foi pouca, até mesmo pela história mudar de rumo um pouco.
Vinícius d
Vinícius d

614 seguidores 676 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 23 de janeiro de 2019
Não sou fã dos filmes do Christian Bale (Batman e ruim tambem) e ainda por cima tiraram o Arnold do filme botando um CGI fajuto essa e a parte negativa. A parte legal foi a sacada das historias paralela ao filme com o pai do John Connor jovem e a robo inteligente ligada em rede. Talvez aqueles "fãs de carteirinha" adorem o filme, mas, sem o Arnold e ruim. Sim, o objetivo foi preencher a lacuna que havia sobre a guerra humano vs robôs e quem seria o tal John Connor da resistência, mas, ficou um vazio.
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