O Exterminador do Futuro - A Salvação
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4,0
1823 notas

45 Críticas do usuário

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Vinícius d
Vinícius d

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3,5
Enviada em 23 de janeiro de 2019
Não sou fã dos filmes do Christian Bale (Batman e ruim tambem) e ainda por cima tiraram o Arnold do filme botando um CGI fajuto essa e a parte negativa. A parte legal foi a sacada das historias paralela ao filme com o pai do John Connor jovem e a robo inteligente ligada em rede. Talvez aqueles "fãs de carteirinha" adorem o filme, mas, sem o Arnold e ruim. Sim, o objetivo foi preencher a lacuna que havia sobre a guerra humano vs robôs e quem seria o tal John Connor da resistência, mas, ficou um vazio.
Leandro Tavares Vasconcelos
Leandro Tavares Vasconcelos

16 seguidores 82 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 27 de junho de 2017
Ótima continuação da franquia Exterminador do Futuro!!Christian Bale foi uma escolha acertada para viver John Connor,sua atuação como sempre foi densa e convincente!!Efeitos especiais e sonoros excelentes,o nível de realismo dos exterminadores surpreendeu!!Destaque para a aparição do T-600,mencionado no primeiro filme,mas outra grata novidade foram as Motos-Exterminadoras!!E claro,não podia faltar homenagens ao segundo filme da franquia,com a clássica música dos Guns N' Roses:"You Cold Ne Mine".E como não poderia faltar,tivemos a presença de Arnold Schwarzenegger (digitalmente falando).Era a partir desse filme que a franquia teria que dar mais ênfase a John Connor,viagens no tempo e a Skynet,mas preferiram fazer "Exterminador do Futuro:Gênesis",uma aberração esquecível que não acrescenta nada para a franquia.
Ctaiti
Ctaiti

50 seguidores 347 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de janeiro de 2023
Minha opinião: Único filme da série que não tem a presença Shwazenneger, tem mais de forma computadorizada. Mas temos um elenco de respeito Christian Bale e Sam Worthington. Além de Anton yelchin (falecido) Bryce Howard, Helena Carter. O único filme dos 6 que se passa totalmente no futuro pós apocalíptico. Onde as máquinas reinam em nosso planeta ao estilo #Matrix e também #MadMax Uma das missões Skynet é encontrar Kyle Reese e assim evitar o nascimento de John Connor. E aqui vemos pai e filho juntos, onde o filho é mais velho que o pai. Mas em tudo isso existe Sam, que acha ser um ser humano normal, até que descobrem que ele é uma máquina construída para enganar a resistência. Onde sua mente é humana e tem o coração também. Todo o resto é androide. Será que Connor irá confiar nele? Bem que este filme o ator principal, não é Bale, mas Sam. Uma boa produção, CGI e efeitos. Máquinas e androides com desing bons. Alá Transformers, Robocop, Matix. Boas cenas de lutas e guerra. O final do filme é bem surpreendente. Creio que na minha concepção 1º Exterminador 2, 2º Exterminador 1, 3º Exterminador 4, 4º Exterminador 6, 5º Exterminador 3, 6º Exterminador 5.
Roteiro e enredo deste filme é oque sai mais da linha do tempo, no filme 5 fazem tanta lambança no tempo que é o pior de todos. Neste ele segue a linha do 1º, 2º e 3º.
Vale apena assistir? Sim
Nota: 8
Lucas Alcântara
Lucas Alcântara

14 seguidores 49 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 28 de agosto de 2016
É verídico dizer que a saga Exterminador do Futuro é uma das franquias que sofre nas mãos dos estúdios hollywoodyanos. De Linda Hamilton a Emilia Clarke a franquia já sofreu várias repaginações e até mesmo reboot, vide o último e decepcionante O Exterminador do Futuro — Gênesis (2015). Porém, foi lá no ano de 1985 que a franquia chegou de mansinho nos cinemas como uma produção independente do diretor James Cameron, que apenas há 3 anos, exatamente em 1981, havia dirigido o sofrível Piranhas II — Assassinas Voadoras (!). Graças aos deuses do cinema, a criação de James Cameron se revelou uma aventura excelente e que contribuiu bastante para o cinema com suas imagens — e a coragem de fazer algo parecido ainda no século XX. Desde então Cameron ganhou merecido destaque, e depois de dirigir o excelente Aliens, O Resgate (1986) e O Segredo do Abismo (1989), o canadense voltou para a sua mina de ouro para dirigir O Exterminador do Futuro 2 — O Julgamento Final (1991). Tão ótimo quanto o primeiro — mas dessa vez contando com um ar de aventura a mais — Cameron fechou a jornada da família Connor e do robô T-800. Mesmo assim, isso não foi o suficiente e a franquia não conseguiu se esconder das mãos dos caçadores de recompensa de Hollywoody, e em 2003 chegou aos cinemas a desnecessária continuação de Julgamento Final: O Exterminador do Futuro 3 — A Rebelião das Máquinas contando apenas com Arnold Schwarzenegger do elenco original. E com A Rebelião das Máquinas iniciou-se um efeito dominó sobre a tão aclamada franquia de James Cameron: não importasse o quanto o outro fosse ruim, eles continuariam batendo na tecla e fazendo mais continuações desnecessárias desrespeitando a clássica duologia da década de 80. Dito isso, em 2009 veio o duvidoso O Exterminador do Futuro — A Salvação. E em 2015 o recente Gênesis, afundando de vez todo o prestígio que a franquia mantinha em Hollywoody. Mesmo assim, apesar de todo esse vai-e-vem nas mãos dos estúdios, apenas um conseguiu se destacar — apesar de muito pouco. E esse um seria O Exterminador do Futuro — A Salvação.

A nova sequência se situa no ano de 2018, e tem como John Connor dessa vez o jovem Christian Bale. A trama segue a designação de John para liderar a resistência humana ao domínio das máquinas da SkyNet. Os problemas de Connor aumentam quando Marcus Wrihgt (Sam Worthington), um desmemoriado surge na resistência, e agora o líder se vê na tarefa de descobrir de onde Wrihgt veio, ao mesmo tempo que a SkyNet prepara um ataque destrutivo.

Depois de Cameron fechar a saga do T-800 no ano de 91 e não deixar absolutamente nenhuma ponta solta, e depois de um terceiro filme sofrível que oferecia apenas uma péssima reciclagem dos clássicos de Cameron, o que o filme do diretor McG, conhecido principalmente por dirigir As Panteras (2000) e As Panteras — Detonando (2003), poderia oferecer de novo para enriquecer a saga do exterminador e recuperar seu fôlego nos cinemas? Isso mesmo, exatamente nada. Mesmo assim Mcg e o roteirista Michael Ferris buscam explorar — com a tecnologia 3D já avançada — um ponto de vista interessante: contar uma história do Exterminador do Futuro que finalmente se passa no futuro!

Mesmo assim isso de fato não é garantia para que o material dê certo. A ambientação completamente futurística — e apocalíptica — pode ter estragado o filme? De todo, não. Mas vamos aos poucos.

Um dos erros da sequência de 2003 fora que tinha sido bastante morna, com um ritmo lento bastante inferior ao primeiro Exterminador do Futuro — e inclusive ao Julgamento Final. Sendo assim, essa sequência de 2009 pretende acertar dois pontos: ao mesmo tempo que ela tenta recuperar todo o ritmo frenético do filme de 1991, ela tenta superar — e muito! — o ritmo morno do longa de 2003.

O resultado é claro: querendo ou não O Exterminador do Futuro — A Salvação sai completamente de aventura e se joga de cabeça na ação com uma atmosfera bastante militarizada. E apesar desse ser um retrato bem fiel quanto ao futuro do jovem John Connor, toda a ação frenética de A Salvação destoa do clima principal do filme — que é o sci-fi. Enquanto os filmes de Cameron continham poucos elementos de ficção científica mas mesmo assim conseguiam ser uma, esse aqui tem e não consegue. E apesar desse ritmo frenético ser uma melhora visível ao antecessor, os fãs mais saudosos não vão aprovar o resultado.

As cenas de ação computadorizadas e ricas de efeitos especiais e a ambientação militar estão lá e esse é o novo que o filme de McG oferece. Apesar disso, como uma digna continuação de um clássico, o diretor também traz o velho — completamente repaginado.

É Chistian Bale quem dessa vez vive John Connor e o que pode se dizer do personagem definitivamente não é muito. Em 1991 Connor havia sido interpretado — e eternizado — pelo mirim Edward Furlong. Já em 2003 quem encarava a responsabilidade era o jovem Nick Stahl. E toda essa mudança abrupta quebra automaticamente a jornada do protagonista que o público faz questão de acompanhar e transforma o John Connor de Christian Bale — que nesse longa dá uma interpretação longe de vergonhosa — num personagem oco e vazio longe de ser queridinho pelo público.

A Salvação nos traz pela primeira vez um novo Kyle Reese, dessa vez interpretado por Anton Yelchin. Diferente do personagem de Bale, Reese está em suas origens e sendo assim o personagem conta com certo desenvolvimento, enriquecido ainda mais pela tentativa — apesar de fraca — de Yelchin se assemelhar com o Kyle Reese original de Michael Biehn.

E o personagem novo dessa vez se revela Marcus Wright, interpretado pelo britânico Sam Worthington (que viria a protagonizar Avatar — também lançado em 2009 — de James Cameron). De relevância a trama o personagem não tem nada a oferecer, se destaca bastante do tom do filme e se torna inútil e desnecessário ao desenrolar da trama e a atuação de Worthington, que apenas reprisa a si mesmo, não colabora em nada.

Fora velhos personagens que voltam repaginados nesse filme há uma cena completamente nostálgico no terceiro ato do filme, contando com a presença ilustre de um dos maiores ícones da franquia e com a trilha sonora original do filme — e essa pode ser uma das únicas partes na qual o fã dos filmes de Cameron pode se emocionar.

E apesar de tudo o roteiro é mais uma vez reciclagem do Julgamento Final. Segue a mesma linha estrutural para a sua narração e talvez o ponto alto seja os encaixes cronológicos que o filme faz quanto aos acontecimento dos seus antecessores.

Sendo assim, Exterminador do Futuro — A Salvação é bom... se tratando do gênero ação. Para o fã mais saudoso se torna mais uma continuação desnecessária que só serve para, afinal, arrancar nossos dinheiros.

Nota: 5.9/10
LuanGuilherme91
LuanGuilherme91

41 seguidores 90 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 16 de janeiro de 2016
Acho que os faltou nesse filme foi um vilão como papel secundário, pq os efeitos, cenas de ação e história são legais

Pior que o terceiro ele não foi, mas não foi nada de espetacular exatamente por falta de um exterminador como papel secundário
apenasumr
apenasumr

3.905 seguidores 449 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 27 de novembro de 2013
Este foi o pior que eu vi não tem mais a mãe do garoto,antes oque era um filmaço agora é um filminho hahaha
Fabiano O.
Fabiano O.

54 seguidores 78 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 18 de maio de 2015
Pela primeira vez, um filme da série se passa no futuro, anos depois do ataque nuclear que a Skynet fez quase causando a extinção da raça humana. Nesse contexto vemos Marcus Wright, um criminoso condenado a morte em 2003, que doa seu corpo para fazer experimentos com ele, e assim acorda "voltando a vida" em 2018, sem saber o que aconteceu e nem onde está. Tamvém aparece John Connor e sua luta de cobseguir um meio de vencer a guerra contra Skynet e finalmente salvar todas as pessoas do extermínio. Conflitos, sentimentalismo e aparições de personagens clássicos como Kyle Reese, na éloca representada, apenas um adolescente que tenta sobreviver ao caos e ao horror, e ele e Marcus se encontram e partem juntos para tentar encontrar Connor. Barreiras fazem com que a situação das principais personagens do filme complique conforme o desenrolar da trama, tudo para que se possa salvar o máximo possível de pessoas capturadas pelo Skynet, ao mesmo tempo que o supercomputador planeja uma emboscada para seu ataque definitivo para vencer a guerra.
O Exterminador do Futuro: A Salvação não é um filme fraco e péssimo como muitos apontaram, mas também não foi feito do jeito que prometia, sendo que, John Connor (interpretado bem por Cristian Bale) é o centro da trama, mas não a personagem principal, e isso deixa a desejar já que por se passar no futuro pós-ataque nuclear, ele já é o principal líder da resistência, mesmo que obedeça ordens do Comando. A humanização de outro ciborgue que é o caso de Marcus (Sam Worthington) é um ponto positivo, mas a história fica muito centrada nele e isso não acrescenta ao que o contexto pede. Por isso o quarto filme é bom, mas não muito mais do que isso, e a falta de Schwarzenegger (que apenas "aparece" em uma representação gráfica do exterminador do primeiro filme) também colabora para um pouco da perda daquilo que se esperava para este filme.
Mateus B
Mateus B

37 seguidores 95 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 14 de janeiro de 2015
Ruim,é com certeza o pior da quadrilogia,é muito repetitivo,ele peca um pouco no roteiro que é muito repetitivo,não recomendo.
Sidney  M.
Sidney M.

29.816 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 15 de setembro de 2013
Bem, se a intenção dos camaradas eram de fazer uma continuação do terceiro filme, realmente faltou muita informação, e isso acabou prejudicando o entendimento daqueles que não assistiram os filmes anteriores. Agora se fizeram
só para arrecadar dinheiro, que até isso foi mal, ou para entreter o filme consegue atingir seu propósito. Gostei pelo fato de ter ótimos efeitos e muita ação.
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Excelente! Um filmaço que mostra a série O Exterminador em um outro contexto, em uma outra realidade. Aqui, de fato, finalmente chegamos no futuro. Diferentemente dos filmes de James Cameron e de Jonathan Mostow que mostram as máquinas vindo do futuro para nosso presente, este filme apresenta o outro lado da história e, como os próprios produtores do filme disseram nos extras do dvd, é um começo de uma nova história. Seria interessante realizar uma nova trilogia passada nesse futuro iniciado e construído nesta quarta sequência.

Este filme mostra um quarto capítulo que na verdade seria com fatos que ocorreram antes do primeiro filme, já em um futuro pós-apocalíptico (ano de 2018) e que já mostra as máquinas com grande domínio sobre os habitantes da Terra. Neste contexto, John Connor já como um dos principais líderes da resistência humana ao redor do mundo age ativamente na batalha contra a Skynet. E para isso, terá o personagem Marcus Wright como um dos principais aliados.

O filme reúne aqui um bom elenco de ação, com destaque especial para Christian Bale e Sam Worthington que protagonizam exepcionais cenas de ação.Moon Bloodgood também aparece bem e Bryce Dallas Howard não aparece muito como Kate, poderia ser melhor aproveitada, mas cada segundo em cena embeleza o caos da situação. A parte técnica do filme é um show à parte com efeitos especiais de primeira linha, dignificando a série elevando-a à um nível ainda melhor.

O roteiro de Michael Ferris e John D. Brancato é bem melhor que o roteiro anterior do "Exterminador 3", escrito pela mesma dupla. Apesar de poderem deixar passar algumas frases menos clichês e ter se aprofundado melhor no conflito humanos X máquinas, é um bom roteiro que nos brinda com ótimas cenas de ação, bom suspense e uma boa reviravolta em meio à uma guerra. Aqui podemos ver a Skynet já dominante mas ainda rústica em vários aspectos, por exemplo, ao entrarmos de fato no local de fabricação dos exterminadores T-800 e vermos os vários modelos e a evolução de seu desenvolvimento. Podemos ver melhor também um nível bem amplificado da destruição nas cidades, especialmente Los Angeles e São Francisco, coisa que nos filmes anteriores vimos apenas em flashes rápidos e com recursos mais escassos. Achamos também vários modelos de máquinas, ou seja, vamos acompanhando a evolução das máquinas da Skynet no decorrer do filme. O melhor realmente são as moto-exterminadoras e outras máquinas aéreas. Aliás, temos grandes cenas de perseguição em motos, outras fantásticas de perseguição de aeronaves (com destaque para uma em uma grande ponte), à fuga de Marcus de um dos esconderijos da resistência ajudado por Blair Williams, e todas as cenas dos últimos 40 minutos do filme, já dentro da Skynet. Aqui podemos ver o encontro de John Connor com seu pai ainda adolescente. Não poderia deixar de citar a rápida aparição por computação gráfica de Schwarzenegger, matando saudade dos fãs. Aliás, eu pensei que iria sentir muito mais falta dele no filme, mas o filme superou minhas expectativas e mesmo sem sua presença teve um ótimo resultado. O único ponto que incomodou bastante foi o fato de super máquinas pesadas jogarem os humanos como s efossem papéis e isso não ocasionar nada tão grave.

McG comandou com maestria e com uma visão fantástica do que deveria ser a série e conduziu com toda sua habilidade em dirigir filmes com grandes efeitos e grandes cenas de ação. Além da direção, merece aplausos aqui a trilha sonora do sempre ótimo Danny Elfman, o excleente figurino, e especialmente a grande direção de arte e a impecável e competente fotografia de Shane Hurlbut, que soube nos passar um futuro mais crú, sem muita tecnologia pois o apocalipse havia ocorrido no início do século XXI e portanto a tecnologia não poderia ter evoluído, e acima de tudo um futuro mais arenoso e escuro já em plena guerra.

Na minha opinião é um excelente filme, que credencia McG a dirigir mais filmes da série, que ainda tem muito o que explorar o clima e cenário apresentado nesse futuro tenebroso da humanidade. É um pouco abaixo do segundo filme da série e bem melhor do que o terceiro de Jonathan Mostow. Apenas não é melhor que o primeiro pela inovação e criatividade do primeiro filme realizado com bem menos recursos. É realmente um filmaço com bom elenco e cenas de tirar o fôlego. Imperdível para os fãs da série, que mostra que cada centavo dos U$$ 200 foram bem gastos em prol do entretenimento do público nessa grande ficção científica!
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