O Exterminador do Futuro - A Salvação: Críticas - Página 2
O Exterminador do Futuro - A Salvação
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Pamela
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2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Òtimo filme, mas eu vou avisando, quem não assistiu o 1° o 2° e o 3° longa não vão entender muito esse TERMINATOR SALVATION, pois não tem muita explicação. Bons efeitos especiais, e as atuações de Bele e Sam são surpreendentes. Nota 9
primeiro e único filme da franquia sem Arnold apesar da crítica na época ter detonado o filme eu acredito que nem tudo aqui e Ruim e que pode ser visto tranquilamente um ótimo filme de ação....
Esta 4° franquia só não foi pra frente porque resolveu explorar uma atmosfera completamente diferente das anteriores. A trama se passa no futuro depois do holocausto nuclear promovida pela skynet e acrescentou novos personagens e mudou a mitologia da franquia criado pelo James Cameron.
Para quem acreditava que o Exterminador acabava no segundo filme (1991), eis que ele consegue chegar ao quarto capítulo.
O Exterminador do Futuro – A Salvação tem todas as coisas boas e ruins de uma superprodução. Defeitos e qualidades que são ampliados quando se pretende continuação de uma obra já consagrada. Efeitos especiais incríveis, um elenco de alta octanagem... mas uma história distante, sem o “espírito” original de James Cameron. Tanto é que nem Cameron gostou do filme, nem Arnold Schwarzenegger.
O filme é ousado, e desde o começo já desaprova o contorcionismo que o terceiro da franquia fez, entre inovar e manter. As mudanças são drásticas: a história se passa no futuro, o filme não começa com o Exterminador surgindo no tempo presente... aliás, nem tem o “Carvalho Austríaco” no elenco, apenas uma reconstituição sem graça em CGI.
A alteração mais radical na história é apresentada sob a forma de um ser híbrido – metade homem, metade máquina – chamado Marcus Wright (Sam Worthington), que, embora com capacidades incríveis, não abdicou de sua humanidade.
Ora, nos primeiros filmes, as máquinas eram vistas com um misto de terror e fascínio. O que havia de crítico, até mesmo de “filosófico” nas obras fundadoras da franquia, era justamente essa contraposição entre homem e máquina. No T2, embora a máquina consiga se “humanizar”, o fantástico final coloca as coisas em seus devidos lugares.
Pois bem. Em T4, tudo muda de figura. Aqui há uma espécie de “redenção” às máquinas. Quer dizer, a guerra é entre homens e máquinas, mas aparece um Robocop, um ente do “terceiro time”.
O roteiro é interessante, mas tem mais buracos que um queijo suíço. Há uma profusão de ideias, misturadas em liquidificador. O diretor McG – pseudônimo de Joseph McGinty Nichol – era um nome surgido de seriados e clipes, com As Panteras (2000) e sua continuação (2003) no currículo. Até que faz um bom trabalho, mas não consegue fazer milagres com um roteiro assim na mão.
Christian “Batman” Bale está sem sal no papel do messiânico John Connor. Talvez o mais interessante seja o adolescente Kyle Reese (Anton Yelchin), acompanhado da garotinha surda (Jadagrace Berry).
De qualquer maneira, T4 surge como aquele filho rebelde que, querendo tanto se diferenciar e distanciar dos pais, vive o dilema de pouco se parecer com eles e de não possuir uma cara própria. Não deixa de ser, portanto, um filme legal, bacana, “da hora”, como tantos e tantos outros filmes badalados e esquecíveis.
Um ótimo filme, com atuações convincentes (mesmo Bale não comprometeu), efeitos especiais, ação na medida certa e uma sequência da história original. A ausência de Schwarzenegger (faz uma rápida aparição criado por efeito de computação) é sentida, mas a história é bem trabalhada, sem prejuízo a franquia. Dessa vez John Connor (Christian Bale) conquista a liderança da resistência humana contra as máquinas, mas encontra Marcus Wright (Sam Worthington), que sofre um acidente e descobre que parte do seu corpo é máquina. Apesar da desconfiança John resolve confiar a Marcus uma missão importante. A história segue nessa linha e tem um bom desenvolvimento.
Neste quarto filme, o foco foi todo para John Connor e Marcus Wright. Foi excelente filme, com ótimas lutas, mas com falhas no roteiro, e principalmente na história. Christian Bale se saiu bem, mas o destaque vai para Sam Worthington, que deu vida ao personagem. A falta de Schwarzenegger no filme foi pouca, até mesmo pela história mudar de rumo um pouco.
cenas espetaculares de ação e o bale e o worthington se sairam bem em seus papeis,além da participação especial de alguém muito conhecido da a pena ver!
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