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Leandro
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39 críticas
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2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Gostei do filme, bem intenso. Mas não é impressionate observar a variedade das opnioês das pessoas? alguns acham ele terrivel, outors espetacular. a ciência devia estudar essas divergências tâo extremas.
NÃO GOSTEI!!Assim q o filme acabou os telespectadore bateram palmas ironicamente. A muito tempo não me decepcionava tanto com um filme, e as pessoas que viram saiam comentando que o filme é ridículo.Melhor mesmo e ver filme nacional!
Apesar do baixo orçamento, o filme "Mar Aberto" consegue se igualar a grandes produções ao retratar, com cenas bem feitas e dirigidas, o drama de um casal esquecido no mar infestado de tubarões. As melhores cenas são as que se passam durante a madrugada, quando a escuridão do mar é quebrada pelas luzes dos relâmpagos e o desespero toma conta do casal. A utilização de tubarões de verdade dá mais realidade às cenas do que o tubarão de boneco usado por Spielberg. "Mar Aberto" é realmente um filme que vale a pena assistir.
Este filme tem sido denominado como "Tubarão", do século XXI. Fez um tremendo sucesso no Sundance Festival deste ano. Seu orçamento foi de $ 130 mil. Reparem na discrepância: o filme "Com a bola toda" (vide abaixo) custou $ 20 milhões. Isso só vem a demonstrar que uma idéia na cabeça e uma câmera na mão, como dizia Glauber Rocha, ainda pode resultar em trabalhos interessantes. Baseado em fatos reais "Mar aberto" tem como protagonistas o casal Susan (Blanchard Ryan) e Daniel (Daniel Travis). Eles decidem tirar umas férias nas Bahamas para fugir da vida estressante que levam. A primeira noite no hotel já sinaliza para os "mares turbulentos" que o casal terá de enfrentar. A belíssima Blanchard Ryan - que irá fazer grande sucesso em Hollywood num futuro próximo - e Daniel não conseguem fazer amor na primeira noite da segunda lua de mel do casal. No dia seguinte acordam cedo, embarcam numa lancha juntamente com outras 18 pessoas para mergulhar. O casal se atrasa para voltar ao barco, cuja tripulação errou na contagem dos turistas-mergulhadores, e tem de enfrentar o ambiente inóspito, cercado por tubarões. A fragilidade do ser humano quando está diante de uma situação como a mencionada, é explorada de forma inteligente pelas câmeras de vídeo digital de Chris Kentis. Os melhores diálogos são os que ocorrem quando o casal central se encontra na solidão do oceano, quando se acusam mutuamente pela escolha do mês em que tirariam férias, por serem teimosos e sempre fazerem as coisas às suas maneiras. A alegria que deveria regir aqueles dias que pretendiam ser paradisíacos tomam uma direção oposta. Vários espectadores, principalmente os adolescentes, sairam da sessão falando em exigir o dinheiro da entrada de volta. Totalmente despropositada essa revolta juvenil. Algo que não tenha o formato de clipes da MTV é lixo para essa galera. "Sign of the times", como diria o popstar Prince.
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