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Kamila A.
7.941 seguidores
816 críticas
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4,0
Enviada em 3 de outubro de 2013
Na vida, nada é o que parece. O homem, na realidade, é somente a terceira espécie mais inteligente entre os seres humanos – atrás, por exemplo, de animais como os golfinhos. A Terra está prestes a ser extinta para dar lugar a uma grande via de transporte interespacial. Você está achando que isso tudo é muita informação? Pois vá se acostumando, porque “O Guia do Mochileiro das Galáxias”, filme do diretor Garth Jennings, nos bombardeia com dados de todos os tipos durante os seus 110 minutos de projeção.
O filme, que é baseado num livro de Douglas Adams (também o co-autor do roteiro cinematográfico), segue a história de Arthur Dent (Martin Freeman), um homem que está vivendo um verdadeiro inferno astral. Arthur levou um fora de Tricia McMillan (Zooey Deschanel), que é – provavelmente – a mulher da vida dele; viu a sua casa ser demolida e o planeta Terra ser destruído; além de ter descoberto que Ford (o rapper Mos Def), o seu melhor amigo, na verdade, é um ser de outro planeta.
Arthur salvou a vida de Ford e, agora, chegou a vez do amigo retribuir. Dessa maneira, Ford seqüestra Arthur e o carrega em uma viagem pelo espaço, na qual eles terão o auxílio do Guia do Mochileiro das Galáxias, uma espécie de livro com informações básicas para qualquer pessoa sobreviver na galáxia. Na viagem, Arthur verá que o mundo galáctico é tão estranho quanto o terreno e habitado por seres tão diferentes quanto os que podem ser encontrados na Terra – como Zaphod (Sam Rockwell), o presidente das Galáxias.
“O Guia do Mochileiro das Galáxias” é um filme cuja estética lembra e – muito – a de “2001 – Uma Odisséia no Espaço”, clássico do diretor Stanley Kubrick. Os cenários são extremamente futuristas e foram criados seres robóticos e naves espaciais que não deixam nada a dever àquelas idealizadas pelo mestre George Lucas para a série “Guerra nas Estrelas”. Mas algo difere “O Guia do Mochileiro das Galáxias” de outros filmes de ficção científica: a sua linguagem irônica e o fato de que nenhum dos personagens do filme se leva a sério.
Calcado na excelente narração de José Wilker para a versão brasileira (Stephen Fry narra o filme na versão original), “O Guia do Mochileiro das Galáxias” é uma verdadeira surpresa cinematográfica. Um filme de ficção científica que não é pretensioso, que se preocupa em ser didático e que tem como tema básico: a procura pela Pergunta Fundamental da Vida, do Universo e de Tudo o Mais (uma busca que é particular a cada pessoa). A cena que mostra a resposta para essa pergunta é, provavelmente, a mais simples e sincera já mostrada num filme que se propôs a entender a raça humana.
Assisti e revi no canal tnt hd, bom, história bem produzida e dirigida, atuações convincentes, muitas cenas hilárias, efeitos visuais bem legais, dublagem nota 10...
4 estrelas para o filme, não o livro, q não conheço. Acho só q a adaptação pra filme ficou corrida(são vários livros)e muito timming se perdeu. Poderia ser uma mini série, tem bastante informação e achei tumultuado. Humor não é só uma piada nonsense atrás da outra. Tem um longa "Team America", pra exemplificar, q é nonsense mas tem timming. Também é preciso ler o livro pra ver ali o que é criatividade lógica e o que não tem sentido mesmo, em vez de achar que tudo tem uma explicação criativa. Porque, afinal, ele escrevia muita coisa chapado. Pra mim a maior tirada do filme é a resposta "42" para a pergunta "Qual o sentido da vida?" Ou seja, o troUxa q perde tempo fazendo esse tipo de pergunta merece mesmo é ser trollado sucessivamente.
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