Guerra dos Mundos
Média
4,0
2530 notas

71 Críticas do usuário

5
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anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 9 de novembro de 2014
O remake do filme de 1953,consegue manter a fidelidade.Até porque mostra muito pouco o que realmente ataca o Planeta Terra.Nessa nova roupagem de Spielberg,tem momentos interessantes e outros nem tanto.Ou seja,acontecem coisas inexplicáveis que passam despercebidos.Temos que ressaltar bons pontos fortes também.O trabalho de câmera do filme é muito bom.Aproveita ao máximo as cenas reais e sem precisão de cortes.Segundo ponto,é o trabalho dos figurantes.Bem realizado,com muito capricho.E terceiro,boa fotografia.Lugares acabados e escuros,dão um ânimo a mais pra terminar de assistir ao filme.
Yanko Rodrigues
Yanko Rodrigues

369 seguidores 254 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 10 de setembro de 2020
Trama é boa,mostra as varias reações do ser humano no desespero,o drama de uma família que luta para sobreviver em uma invasão alienígena é contada de maneira competente. Me segue no Adorocinema para não perder nenhuma crítica minha.
Alexandre C.
Alexandre C.

5.235 seguidores 525 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 23 de março de 2019
Um filme meio fraco, até pelas expectativas que foram criadas, não assisti o original, mas esse a guerra dos mundos ficou bem aquém de uma super produção,se esperava uma historia muito mais envolvente Tom Cruise praticamente carrega o filme sozinho. filme bem mais ou menos
Leandro.o
Leandro.o

7 seguidores 78 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 26 de julho de 2022
É um filme bom principalmente em momentos importantes da história,gosto bastante em como o filme já introduz a ideia principal da narrativa em poucos minutos pois rapidamente já somos apresentados a essa invasão alienígena que é o enredo dessa obra, não há um grande desenvolvimento de roteiro de história de personagens é até tentando fazer isso com o protagonista e acho que o longa consegue de uma forma razoavelmente boa ,a proposta do filme é realmente o visual e em minha opinião esse é o ponto mais forte dessa obra os efeitos especiais são sensacionais e ajudam a manter um bom ritmo principalmente em cenas que tenham uma carga mais tensa, seja as máquinas ou os alienígenas mostrados são muito bem feitos justamente para mostrar a força que eles tem em relação aos humanos com cenas muito bem produzidas mostrando assim a qualidade da direção do genial Steven spielberg, a narração inicial é boa pois ela já explica muito toda a ideia principal que será mostrada no filme, existe uma subtrama famíliar que é pouco explorada e é algo bom pois assim não atrapalha o ritmo da história, são várias as cenas que conseguem prender a atenção em pontos altos da história,o desespero dos personagens envolto nas cenas de tensão é algo que é muito bom pois constrói ainda mais toda essa ideia de um fim de mundo e que praticamente não há alternativas de saída,assim como na narração inicial vários diálogos na história vão explicando o motivo e como se ascendeu essa invasão alienígena contra os humanos, o filme tem uma boa explicação do conceito de como eles chegaram a terra acho até que eles poderiam se aprofundar um pouco nessa explicação isso enriqueceria mais o roteiro também ,o longa consegue ter um final bom e condizente com tudo que foi apresentado esta é uma obra que por seus efeitos especiais consegue ganhar o status de super produção do cinema.
Luis R.
Luis R.

24.054 seguidores 759 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 4 de outubro de 2016
Trama é boa,mostra as varias reações do ser humano no desespero,o drama de uma família que luta para sobreviver em uma invasão alienígena é contado de maneira competente.
Carlos Henrique S.
Carlos Henrique S.

13.791 seguidores 809 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 4 de março de 2019
Extraterrestres e destruição já foi retratado diversas vezes no cinema,mas guerra dos mundo tem um atrativo diferente Steven Spielbeg um dos maiores cineastas de todos os tempos que apesar de não fazer um de seus melhores trabalhos faz coisas que só ele sabe fazer.O filme apesenta seus personagens de forma simples e óbvia tanto Ray quanto aos seus filhos e suas relações conturbadas graças ao temperamento de Ray,até o acontecimento que é retratado de forma catastrófica e divertida,algo muito bem sobreposto na trama que conta com bons efeitos visuais e sonoros que são de destaque.Já as cenas que envolve os alienígenas e a destruição da cidade são muito bem dirigidas e funcionam perfeitamente como entretenimento escapista,mas não se resume apenas a isso pois a frente da produção temos um grande diretor que acrescenta momentos bem tensos como é a cena do porão.Mas o maior problema ao meu ver fica por conta do roteiro que não necessariamente seja ruim,muito pelo contrário,ele consegue por muitos momentos prender sua atenção mas em momentos distintos ele decai e fica um pouco sonolento desprendendo da proposta e inclusive um furo que não compromete mas é estranho,um lance positivo é a motivação e o poque deles aparecerem que não é explicado e isso é positivo pois deixa a dúvida para o público.Vale também ressaltar a atuação da Dakota Fanning que está muito bem.
apenasumr
apenasumr

3.905 seguidores 449 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 19 de julho de 2014
Um filme de sobrevivencia e aliens muito bom é igual a eu sou a lenda recomendo!
Álvaro José S.
Álvaro José S.

21 seguidores 27 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 1 de fevereiro de 2013
Está bem longe de ser o melhor filme de Spielberg, mas não foge da característica principal de seus filmes: a família. O mais surpreendente no filme é como o personagem principal não é aquele que derrota o inimigo.
Kamila A.
Kamila A.

7.940 seguidores 816 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 3 de outubro de 2013
Em 1938, o então radialista Orson Welles possuía um programa de rádio, no qual encenava – ao lado do grupo Mercury Theater – uma peça teatral. Nesse mesmo ano, Welles apresentou uma edição do programa que se tornaria histórica. Ele fez uma adaptação de “Guerra dos Mundos”, famoso livro de H. G. Wells, que retratava a invasão da terra por seres alienígenas nada bonzinhos. Quem estava acostumado com o programa, se divertiu. Já quem ouviu o programa pela primeira vez (ou o pegou pela metade) entrou em pânico – famílias abandonaram seus lares e algumas pessoas chegaram até a cometer suicídio. Ao descobrirem a verdade, muitos acharam a “brincadeira” de Welles de muito mal gosto; mas, entre mortos e feridos (desculpem-me pelo trocadilho), Welles se deu muito bem: a publicidade decorrente desta edição do seu programa de rádio lhe abriu as portas de Hollywood, cidade na qual ele teve uma carreira de altos e baixos e realizou a grande obra-prima do cinema, o filme “Cidadão Kane”.

Eis que no longínquo ano de 2005, o diretor Steven Spielberg se reúne ao grande astro Tom Cruise para fazer a sua adaptação de “Guerra dos Mundos”. No filme, Spielberg relata os efeitos da invasão da terra por malvados alienígenas em uma determinada família. Ray Ferrier (Cruise) é um homem divorciado que trabalha nas docas. Ray não parece se adequar muito ao papel de pai: não sabe que a filha Rachel (a excelente Dakota Fanning) tem alergia à pasta de amendoim e sofre de claustrofobia ou que o filho Robbie (Justin Chatwin) não tem mais idade para brincar com ele de arremesso de baseball. E é justamente no fim de semana que Ray passa com os filhos que todo tipo de desgraça começa a acontecer e ele se vê obrigado a tomar a sua posição de homem protetor – situação que os filhos demoram a aceitar.

Ao decidir filmar “Guerra dos Mundos”, Steven Spielberg mostrou ter uma noção de timing perfeita. Desde os atentados de 11 de Setembro, os norte-americanos possuem um medo constante de que algo de muito ruim irá acontecer novamente. Ao ver a cidade de Nova Jersey sendo – literalmente – partida ao meio, a primeira pergunta que a pequenina Rachel faz ao pai é: “são os terroristas?”. O pânico, alarde e desespero vistos em cada rosto encontrado por Ray e sua família também fazem referência ao maior receio dos norte-americanos desde o dia em que as Torres Gêmeas caíram.

Tudo isto nos leva à grande mensagem de Steven Spielberg em “Guerra dos Mundos”: a de que, assim como no 11 de Setembro, todo sofrimento, dúvidas e problemas podem ser superados porque temos alguém em quem nos apoiar, alguém que nos ama. Ray, Robbie e Rachel passam por tudo o que vemos no filme para notarem que existe, sim, amor entre eles. Ray recebe a prova de sua vocação para ser pai. A partir do momento que “Guerra dos Mundos” acaba, estes três personagens serão mais fortes, pois possuem uns aos outros.

“Guerra dos Mundos” pode não ser o melhor filme de Steven Spielberg e pode ter sido criticado por ter privilegiado contar a história da reestruturação de uma família; mas ninguém pode acusar o filme de ser ruim. Se Orson Welles fez muitos estragos usando somente a força das palavras – e da imaginação de seus ouvintes, Steven Spielberg levou o apelo ao visual a outro nível e fez um filme impecável do ponto de vista técnico, com cenas grandes e bem elaboradas cenas de ação. No entanto, o diretor pecou justamente naquilo que é o seu ponto mais forte, pois em “Guerra dos Mundos” sobra competência, mas falta emoção.
Estevan Magno
Estevan Magno

5.246 seguidores 490 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 27 de dezembro de 2013
Uma super produção de Spielber muito fraca. Mais ficção científica deste bom diretor, mas que na hora de fazer alienígenas ganharem vida ele não é o melhor. Muito fraca e sem animações e continuidade o filme. Um elenco de peso mas que ficou muito parado e sem qualidade na frente das cameras. Realmente é emocionante ver seu planeta sendo atacado por ET's mas com efeitos melhores e cenas melhores, ou seja, com diálogos que existam e tenham sentido.
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