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3,1
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Rosana Botafogo
Rosana Botafogo

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4,0
Enviada em 15 de outubro de 2024
Um documentário cheio de histórias tristes, mas recheado de esperança e sonhos. #chorei Não fui muito com a cara desse tal de Macarrão, achei ele meio noia no tratamento com a esposa, Thogun parece ser o que engrenou na atualidade, amei Combatente, sucesso.
Ganhador dos prêmios de melhor filme pelo júri popular e melhor direção do Festival do Rio 2003. O Festival do Rio 2023 exibe uma cópia restaurada em 35 mm do filme como parte do início das celebrações das duas décadas da Matizar Filmes.
SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR
SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR

1.597 seguidores 293 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Documentário que mostra o cotidiano de três personagens da periferia da cidade do Rio de Janeiro que têm em comum o amor pelo rap. Macarrão, o primeiro da esquerda para a direita no pôster, trabalha para o jogo do bicho em Vila Isabel. É casado com uma mulher católica e tem filhos. É revoltado com a sua condição de excluído social. Representa o "gangsta rap", com letras voltadas para o lado bélico e agressivo da realidade nua e crua da periferia das grandes cidades. A adolescente - no centro do pôster - é uma telefonista, moradora de Vigário Geral, que tem um trio vocal que tem um discurso menos radical e com uma levada mais melódica. O "triumvirat" é completado com Toghum, um cara que foi criado pela mãe, pois o pai abandonou o lar quando ele era pequeno. Os dois voltaram a se encontrar muitos anos mais tarde, por acaso, num ônibus. Toghum simboliza o rap do bem, com a sua mensagem voltada para os temas religiosos e mensagens positivas. Sua filosofia tem um quê de budista, ou seja, de aceitação passiva da realidade como sendo conseqüência de atos originados em outras vidas. Seu desejo é se enquadrar nos modelos sociais já existentes, não combatê-los. Anseia por fazer uma faculdade, prestar um concurso público, trabalhar, etc e tal. O rap é composto, em minha opinião, de letras abomináveis, de uma qualidade vocal frágil, pois qualquer um pode ficar fazendo rimas sem pé nem cabeça, além de ficar "sugando" as músicas de artistas de verdade (temos uma belíssima música, "Close the door", de Teddy Pendergrass, sampleada, ou seria copiada desbragadamente pela nossa telefonista numa de suas gravações). Tudo o que é mostrado é conhecido por todos nós. As mazelas da exclusão social, seja ela econômica, cultural e política não precisavam ser mostradas de maneira tão pouco original como Guilherme Coelho o fez. Retratar a desgraça alheia numa ótica tipicamente de classe média, zona sul carioca, em nada contribuiu para o enriquecimento dos debates de exclusão/inclusão social, tampouco, o que é o principal no caso, não utilizou a linguagem cinematográfica para colocar algum enfoque criativo para o tema.
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