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que o johnny deep sempre arrasa nos seus personagens eu sempre soube,mas adorei ver a a tuação que fugiu da comedia,do caricata!
o filme é bem bonito,trata do sexo mas não de maneira vulgar,respeitando os limites da epoca,e jhon malkovich também é sempre um prazer ve-lo!
o filme é bem bonito,trata do sexo mas não de maneira vulgar,respeitando os limites da epoca,e jhon malkovich também é sempre um prazer ve-lo!
O Libertino foi um filme que me deixou de boca aberta em relação a atuação de Johnny Depp! Papel excelente, figurino impecável e atuação fantástica! Quase chorei no final do filme, por mais que no começo dele, sentimos repugnância de John Wilmot o Conde de Rochester, mas ele cresce a cada momento do filme, fazendo os telespectadores entenderem sua vida cercada de luxúria. Amei! E recomendo MUITO!
Um filme genial. Johnny Depp em sua melhor atuação, mostrando que pode ser muito mais que apenas Jack Sparrow, e mostrando principalmente aos críticos que é sim um ator de talento e capaz de fazer filmes que vão da comédia ao drama tocante. É um filme extremamente profundo, que mostra a história da época de uma forma mais cruel e mostra como o ser humano pode ser frio e ao mesmo tempo se apaixonar de uma forma completamente destrutiva. Um filme que garante sorrisos, com um personagem (Conde de Rochester) que no inicio é completamente odiável mas que, com o passar da trama, é impossível não torcer por sua vitória. Com cenas de um humor ácido e um final surpreendente, esse filme foi um dos que mais me tocou, juntamente com Cisne Negro.
É um filme brilhantemente forte e intenso, repleto de imagens, um belo texto, refinado, com muitos escárnios, escândalos, além de poesia e História em si. E vai muito além da ''libertinagem'' em si tb, com um conteúdo muito profundo. Enfim, belíssima atuação do Johnny (para variar). Gostei muito!!!
Quarta-Feira 25/03/2015,às 14:50. (6/10
O Libertino,é muito bem adaptado,sobre a peça de Stephen Jeffrey.Com a fotografia de época,a história é bem provocante.Protagonizada por Johnny Depp,e acompanhado por um bom elenco.Rosamund Pike,John Malkovich e Samantha Morton.Todos com personagens interessantes.O filme tem muitos momentos que se arrasta,e mosra uma história desinteressante.Mais,compensa ser visto até o fim,pois,o desfecho é incrível.
O Libertino,é muito bem adaptado,sobre a peça de Stephen Jeffrey.Com a fotografia de época,a história é bem provocante.Protagonizada por Johnny Depp,e acompanhado por um bom elenco.Rosamund Pike,John Malkovich e Samantha Morton.Todos com personagens interessantes.O filme tem muitos momentos que se arrasta,e mosra uma história desinteressante.Mais,compensa ser visto até o fim,pois,o desfecho é incrível.
Muito bom.
Excelente atuação de Deep. História envolvente e emocionante.
Vale a pena assistir.......
Excelente atuação de Deep. História envolvente e emocionante.
Vale a pena assistir.......
(Ah Milan Kundera... a insustentável leveza do ser.. ) chorei nas tres vezes que assisti.. como se nao houvesse amanha.. "Do you like me now? " - Definitely!!!!!!
O Libertino: um filme de cunho histórico, que conta a história de um dos personagens mais excêntricos e controversos da história, o 2º Conde de Rochester John Wilmott, conhecido por seu temperamento difícil e seus hábitos nada ortodoxos, principalmente no que diz respeito aos seus hábitos sexuais.
Johnny Depp interpreta Wilmott, o personagem principal da trama, que já começa a se desenvolver de uma forma muito interessante, pois a abertura é um prólogo do próprio Wilmot, falando com o espectador e enumerando as razões pela qual ele deveria ser odiado pelos homens, e o porque ele era tão desejado pelas mulheres.
Já de início vemos um homem problemático, e que não consegue conter seus impulsos sexuais, e isso é bem explícito desde o início. Vemos que ele está com sérios problemas na Côrte por conta disso, mas o Rei Charles II (John Malkovich) dá a ele a oportunidade de escrever uma peça, e essa peça deve agradar a realeza francesa, que será recebida pelo monarca britânico.
A trama se desenvolve mostrando o conturbado casamento do Conde com Elizabeth Malet interpretada pela belíssima Rosamund Pike, e a sua atração por uma atriz que ele pretende transformar na estrela de sua peça, mesmo que ninguém veja talento na mesma. A mulher em questão é Elizabeth Berry (Samantha Morton), por quem o Conde acaba se afeiçoando.
O filme mostra toda a construção da peça, que foi considerada pornográfica e subversiva, e chocou a toda nobreza da época. E a partir daí mostra o declínio de Wilmot, tanto moralmente, quanto fisicamente, já que o mesmo termina o filme de forma irreconhecível devido a complicações causadas por uma sífilis severa.
Johnny Depp nos entrega em O Libertino uma de suas mais excêntricas e estupendas atuações, e consegue nos fazer amar e odiar o seu personagem ao mesmo tempo, de forma que vemos a seguinte situação: Wilmot não é bom nem ruim, ele é apenas humano, um homem em sua essência, com um extinto animalesco incontrolável, alguém que sempre sucumbia aos desejos de sua carne, e não escondia isso. O prólogo do personagem é simplesmente de arrepiar, e nos fazem ter uma ideia de que o personagem é alguém que não temos como sentir a mínima simpatia, porém o epílogo, após vermos toda a sua história, nos traz uma outra ideia sobre o personagem, e o próprio personagem reconhece isso ao espectador, quebrando a barreira entre TV e espectador, de forma que você sente o personagem se comunicando diretamente com você, algo extraordinário.
John Malkovich, uma lenda do cinema, tem uma pequena participação na pele do Rei Charles II. E diga-se de passagem está fisicamente irreconhecível devido a brilhante caracterização, um dos trunfos do longa.
Outro destaque do filme é a atriz Samantha Morton, que interpreta o objeto de desjo do personagem de Depp, e mostra toda a evolução se sua personagem que vai do anonimato ao estrelato com a ajuda de Wilmot, a quem ela esnobaria futuramente.
Rosamund Pike é outra grande atriz do longa e que vive a esposa de Wilmot, uma mulher que sempre tentou segurar seu casamento com um homem infiel, e consegue mostrar todo o drama de alguém que ama, e de certa forma não é correspondida.
O trabalho do diretor Laurence Dunmore foi impecável, principalmente no que diz respeito a pesquisar sobre os personagens e seus hábitos, é uma pena que ele só tenha feito esse filme em sua carreira.
As locações e o figurino também se mostraram escolhas mais do que acertadas, já que remontam com perfeição a Inglaterra por volta de 1.640. A caracterização final do personagem de Johnny Depp também é algo louvável, um minucioso trabalho de alguém que entende do assunto.
A fotografia também é esplêndida, tal como a trilha sonora, que se encaixa muito bem na trama.
Em resumo, O Libertino é um grande filme, um trabalho magistral do astro Johnny Depp que merece ser aplaudido de pé por todos os que amam a sétima arte. Eu sem dúvida alguma recomendo...
Nota: 10
Johnny Depp interpreta Wilmott, o personagem principal da trama, que já começa a se desenvolver de uma forma muito interessante, pois a abertura é um prólogo do próprio Wilmot, falando com o espectador e enumerando as razões pela qual ele deveria ser odiado pelos homens, e o porque ele era tão desejado pelas mulheres.
Já de início vemos um homem problemático, e que não consegue conter seus impulsos sexuais, e isso é bem explícito desde o início. Vemos que ele está com sérios problemas na Côrte por conta disso, mas o Rei Charles II (John Malkovich) dá a ele a oportunidade de escrever uma peça, e essa peça deve agradar a realeza francesa, que será recebida pelo monarca britânico.
A trama se desenvolve mostrando o conturbado casamento do Conde com Elizabeth Malet interpretada pela belíssima Rosamund Pike, e a sua atração por uma atriz que ele pretende transformar na estrela de sua peça, mesmo que ninguém veja talento na mesma. A mulher em questão é Elizabeth Berry (Samantha Morton), por quem o Conde acaba se afeiçoando.
O filme mostra toda a construção da peça, que foi considerada pornográfica e subversiva, e chocou a toda nobreza da época. E a partir daí mostra o declínio de Wilmot, tanto moralmente, quanto fisicamente, já que o mesmo termina o filme de forma irreconhecível devido a complicações causadas por uma sífilis severa.
Johnny Depp nos entrega em O Libertino uma de suas mais excêntricas e estupendas atuações, e consegue nos fazer amar e odiar o seu personagem ao mesmo tempo, de forma que vemos a seguinte situação: Wilmot não é bom nem ruim, ele é apenas humano, um homem em sua essência, com um extinto animalesco incontrolável, alguém que sempre sucumbia aos desejos de sua carne, e não escondia isso. O prólogo do personagem é simplesmente de arrepiar, e nos fazem ter uma ideia de que o personagem é alguém que não temos como sentir a mínima simpatia, porém o epílogo, após vermos toda a sua história, nos traz uma outra ideia sobre o personagem, e o próprio personagem reconhece isso ao espectador, quebrando a barreira entre TV e espectador, de forma que você sente o personagem se comunicando diretamente com você, algo extraordinário.
John Malkovich, uma lenda do cinema, tem uma pequena participação na pele do Rei Charles II. E diga-se de passagem está fisicamente irreconhecível devido a brilhante caracterização, um dos trunfos do longa.
Outro destaque do filme é a atriz Samantha Morton, que interpreta o objeto de desjo do personagem de Depp, e mostra toda a evolução se sua personagem que vai do anonimato ao estrelato com a ajuda de Wilmot, a quem ela esnobaria futuramente.
Rosamund Pike é outra grande atriz do longa e que vive a esposa de Wilmot, uma mulher que sempre tentou segurar seu casamento com um homem infiel, e consegue mostrar todo o drama de alguém que ama, e de certa forma não é correspondida.
O trabalho do diretor Laurence Dunmore foi impecável, principalmente no que diz respeito a pesquisar sobre os personagens e seus hábitos, é uma pena que ele só tenha feito esse filme em sua carreira.
As locações e o figurino também se mostraram escolhas mais do que acertadas, já que remontam com perfeição a Inglaterra por volta de 1.640. A caracterização final do personagem de Johnny Depp também é algo louvável, um minucioso trabalho de alguém que entende do assunto.
A fotografia também é esplêndida, tal como a trilha sonora, que se encaixa muito bem na trama.
Em resumo, O Libertino é um grande filme, um trabalho magistral do astro Johnny Depp que merece ser aplaudido de pé por todos os que amam a sétima arte. Eu sem dúvida alguma recomendo...
Nota: 10
Sem duvida um filme intrigante e com muinta excentricidade. e que como sempre johnny depp desenpenhando seu papel com muita peculiaridade e genialidade. um filme feito para johnny depp brilhar e nos mostrar que hollywood ainda tem atores talentosos. mais uma atestaçao de que johnny depp e o melhor ator que existe.
Histórico, romântico, profundo e libertinoso. Obra cinema-teatral a qual agradará principalmente àqueles que gostam de filmes pós-medievais. Jhonny Deep mais uma vez demostrou o seu talento dramático. O nove é pela censura de 16 anos. Acho que para sociedades católicas como a nossa fica difícil assistir esse filme com a família.
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