O milagre da Rua 8
Média
3,4
8 notas

2 Críticas do usuário

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B.Boy Jc
B.Boy Jc

2.972 seguidores 762 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 6 de setembro de 2023
Que filme maravilhoso!!!! A história é simples, mas muito envolvente que prendeu do início ao fim. Os personagens são carismáticos e os efeitos até razoáveis para o ano que fora produzido. Adorei demais. Como eu amo os filmes dos anos 80 <3
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

26 seguidores 978 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 21 de setembro de 2026
O milagre veio do espaço é um filme de ficção científica/comédia que contou com a direção de Matthew Robbins, que tbm participou do roteiro ao lado de Mick Garris, Brad Bird, Brent Maddock e S. S. Wilson. Na trama, acompanhamos moradores de antigo prédio de uma região pobre de Nova York, que está sob ameaça de destruição pelo seu próprio dono, que pretende vender para uma construtora, que por sua vez quer construir edifícios. Porém, a perseverança dos moradoras parece nao ser suficiente para evitar isso, daí que eles passam a receber uma inesperada ajuda do espaço. Filme que originalmente iria ser apenas um episódio da série de Spielberg: Amazing Stories, mas a ideia foi tão boa que logo virou um longa. O filme que é um dos mais fofos dos anos 1980, quando o cinema ficou em alta com relação a trabalhar os ets em tela, temos pequenos discos que resolvem ajudar os moradores do humilde prédio que será demolido. Aqui temos personagens muito simpáticos, cada um do seu modo. Temos o casal de idosos Faye (Jessica Tandy) e Frank (Hume Cronyn),que eram casados na vida real. No filme, ambos tinham um pequeno restaurante no térreo do prédio. Faye sofria de demência e ao mesmo tempo trauma do seu falecido filho, por vezes confundia Carlos (Michael Carmine) de seu filho. Carlos por sua vez, era o manda chuva do dono do prédio. Sua missao era fazer com que todos os moradores saíssem de lá. Inclusive, no começo do filme, vemos ele entregando uma quantidade insignificante de dinheiro para os moradores. Além deles, temos Marisa (Elisabeth Peña), uma gestante, que aparentemente foi abandonada pelo seu namorado e um artista plástico Mason (Dennis Boutsikaris). Ambos começam a se aproximar e ajudam na causa par evitar e demolição do hotel. Por fim, o silencioso ex-boxeador Harry (Frank McRae). Os disquinhos chegam na vida de todos eles no momento em que tudo estava quebrada, e aqui o roteiro usa uma inteligente metáfora, mostrando eles sendo capazes de concertar todos os objetos quebrados. Lógico que isso desagrada Carlos, que tem um prazo curto estipulado para que todos sejam despejados. Daí, Carlos passa a perseguir tais criaturas. Mesmo caricato, Carlos funciona como um vilão, que é manipulado, e por mais que tenhamos raiva dele, sentimos que ele pode ser uma boa pessoa. Fato esse que se confirma no terceiro ato quando ele resolve salvar Faye do incêndio. Uma fato curioso é que Faye achava que Carlos era o seu falecido filho, e o tratava bem. Mas quando Carlos tentar fingir ser o seu filho, para tentar salvar a velhinha, e menciona sobre o seu carro, ela parece recordar o trágico acidente e perceber que Carlos não é o seu filho. Inclusive, o filme termina com ela consciente disso. Temos Harry, um sujeito de poucas palavras, mas é um grandao simpático, que salva a vida de um bebe dos disquinhos. Sim, os disquinhos tiveram bebês, logo 3. Talvez a única relação que nao agreda muita a história é entre Maso e Marisa. Tentam criar um romance bobo, que nao funciona. Em termos de efeitos, percebemos que ficaram super obsoletos para hoje. O filme desperta uma certa nostaliga por ter passado tantas vezes no Cinema em casa. Além de ter um elenco com praticamente todos já falecidos.
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