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Kai E
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262 críticas
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4,0
Enviada em 30 de janeiro de 2015
Eu já te vi antes? Sequencia de um clássico. A sim você é um dos melhores filme de suspense que já vi, tirando o chamado (2003) O que levou a você!. Seis meses após o evento traumático de Rachel (Naomi Watts) e seu filho (David Dorfman) Os dois se mudam para outra cidade, com esperança para tentar terem uma nova vida, após verem a fita maldita do espirito assassino Samara (Daveigh Chase). Mas ao longo dos dias Rachel encontra a vita novamente e a pega, na intensão de destrela, mas Samara volta para matar seu filho e tomar seu lugar e agora Rachel terá que lutar mais uma vez pela sua vida e pela de seu filho, novamente. Com a chegada de o chamado 2 (2005) O clássico fica melhor, não achei fraco, mas sim legal. Porque na maioria dos filmes do gênero de suspense ou terror as suas sequencias são sempre mais ruins que o primeiro filme, o que não acontece em O chamado 2. Temos que dar os parabéns ao outro diretor que dirigiu a sequencia perfeitamente; O Japonês Hideo Nakata (Dark Watter - Água negra), os meus parabéns para o roteirista Ehren Kruger (A chave mestra) E claro para o elenco que se saiu bem. A trilha sonora até que não é ruim. O roteiro é muito fiel ao filme. O suspense é só um pouco fraco, mas compensa em muitas outras coisa o que faz o filme ficar muito bom. Não se decepcionar. Como sempre Naomi Watts araçá em seu papel e com uma boa atuação. Samara também não fica atrás; Com sua atuação aterrorizante. E uma coisa também que eu esqueci de comentar é como em muitos filmes de terror e suspense sempre começa com uma morte, como se fosse um ``morte tema´´ Para chamar e estrigar os fans, e nesse filme é isso que acontece.
O filme tem seus bons momentos: há uma cena de perseguição com cervos eficiente, além de uma boa explicação para a água como elemento condutor da narrativa. A direção de fotografia continua um primor e o trabalho sonoro é bem conduzido. O problema é que ao sentar para assistir ao filme, esperamos algo parecido ou superior ao primeiro episódio, pois a continuação precisa nos surpreender de alguma forma. É aí que percebemos que falta alguma coisa.
Quando vemos um filme desse não devemos esperar uma grande história(a final o filme tem origem japonesa, mas podemos esperar que o filme seja assustador, esquisito e que fique na sua cabeça como uma lembrança ruim e esse filme não consegue nada disso é pessimo em tudo
"O CHAMADO 2", de Hideo Nakata, pode ser visto no Cine Roxy 5 e nos complexos Cinemark da região. A seqüência de "O chamado", filme no qual as pessoas que assistiam a uma fita de vídeo que mostravam cenas misteriosas, sem pé nem cabeça, acabavam morrendo num prazo de sete dias. Rachel Keller (a ótima Naomi Watts) e seu filho Max (Simon Baker) escapam da morte anunciada e mudam-se de Seattle para uma cidade provinciana do estado de Oregon (costa oeste dos EUA). Apesar do filme se iniciar com o mesmo "ritual" da fita cassete, agora é a vez da cabeluda Samara (a menina que vivia infeliz no fundo poço) querer se tornar humana a qualquer preço. E ninguém melhor para ser encarnado do que Max. Este aparece com uma maquiagem tão pesada que o público fica na dúvida se se trata de um ator ou um boneco de cera. Os sustos que o filme provoca são mais devidos aos efeitos sonoros (leia-se altura dos ruídos) do que propriamente pelas situações inusitadas. Alguns efeitos são bons, como por exemplo quando a água da banheira em que Max foi colocado para ser aquecido fica suspensa no ar, para em seguida, cair na cabeça da coitadinha da Naomi Watts, que se esforça muito para tentar diminuir o grau de mediocridade do filme. Infelizmente nem sempre você está diante de um roteiro como de "21 gramas", que permite nuances e riquezas psicológicas para você elaborar o seu personagem. Não há nada melhor para justificar um filme do que o próprio fracasso em ser um filme de terror. "O chamado 2" não assusta ninguém. Lamentável o fato de se utilizar de cervos para serem "possuídos" pelo espírito desesperado de Samara, e fazer com que eles atacassem o carro de Rachel com seus chifres. A aparição de Sissy Spacek (lembram-se dela em "Carrie, a estranha") como Evelyn, a mãe de Samara, é curtíssima e mostra como é triste a decadência de uma boa atriz, que por um punhado de dólares se sujeita a participar de uma produção como esta.
Filme muito trash. Acaba sendo engraçado até. Esse filme concretizou a idéia que continuações, quase sempre, são péssimas. E ainda é previsivel, você acaba não se assustando porque já sabe o quê irá acontecer.
Lixo completo.Cheio de clichês, frases de efeito no maior estilo Coronel Trautman, uma porcaria que só prestou pra engordar a conta da Naomi Watts.Que diferença um bom diretor não faz, hein?
É impressionante ver o quanto a vida e a carreira da atriz inglesa criada na Austrália Naomi Watts mudaram no decorrer de 2002 para 2005. Quando Watts estrelou o filme de terror “O Chamado”, do diretor Gore Verbinski, em 2002, ela vinha de uma performance aclamada pela crítica em “Cidade dos Sonhos”, de David Lynch; mas, mesmo assim, ainda lutava para firmar seu nome em Hollywood. O sucesso do filme a tornou conhecida em todo o mundo e marcou o início de uma boa fase na carreira de Watts, que culminou com a sua indicação ao Oscar 2003 de Melhor Atriz pela sua performance no excelente “21 Gramas”, filme do diretor mexicano Alejandro Gonzalez-Inarritu.
Deve ser por isso que Naomi Watts decidiu retribuir. A atriz volta a interpretar a jornalista Rachel Keller em “O Chamado 2”, do diretor japonês Hideo Nakata (que dirigiu as histórias do “Ringu”, que inspiraram os filmes norte-americanos). No primeiro filme, Rachel, enquanto investiga a misteriosa morte de sua sobrinha (Amber Tamblyn, a estrela do seriado “Joan of Arcadia”), descobre uma maldição envolvendo a menina Samara Morgan (Daveigh Chase) e sua mãe adotiva. Rachel e seu filho Aidan (David Dorfman) também foram atingidos por esta maldição e a investigação se transforma em uma luta pela vida de ambos.
Depois de passarem por todo tipo de trauma, Rachel e Aidan deixam Seattle e se mudam para a pequena cidade de Astoria. Eles querem recomeçar a vida. Rachel, antes uma mãe relapsa e workaholic, muda sua rotina para dedicar mais tempo à Aidan, que, por sua vez, ficou ainda mais taciturno e fechado em si mesmo. É em torno do menino e das mudanças em sua personalidade que gira a trama de “O Chamado 2”, filme que coloca Rachel e Aidan, mais uma vez, frente a frente com a maldição de Samara depois que um jovem é encontrado morto após assistir à amaldiçoada fita de vídeo com a namorada Emily (Emily VanCamp, conhecida pelos papeis em seriados como “Everwood”, “Brothers & Sisters” e “Revenge”).
“O Chamado 2”, apesar de ser um filme que repete a mesma estrutura vista em “O Chamado”, possui vários traços de originalidade em sua história. Se em “O Chamado” a sensação de inquietação e nervosismo eram predominantes, em “O Chamado 2” você será invadido pelo sentimento de claustrofobia. Hideo Nakata explora bastante aquele tipo de medo que não pode ser visto, mas se sabe que ele está lá. Entretanto, acima de tudo, o filme mostra o verdadeiro propósito da série: Rachel não luta contra uma maldição, e sim batalha por Aidan. Tudo o que ela faz é para o bem dele e, principalmente, para vê-lo em segurança.
Estranhamente o primeiro que vi da série da primeira vez assusta um pouco mas acredito que o suspense do Chamado (2002) seja o melhor da série e esse um pouco inferior. Comparando com essa obra Chamado 2 (2005) segue a boa receita do primeiro filme esgotando tudo sobre o que faltou falar no primeiro filme. Pode ser visto até como uma continuação da história particular da família Rachel e Aidan. O garoto vira protagonista do filme atuando bem, enquanto que no outro era figurante e o personagem Noah (interpretado por Martin Henderson) atuava com um papel maior. Algumas diferenças marcam Chamado 2 para O chamado (2002). Com certeza criou a fama da personagem Samara.
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