Média
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Engraçado que quase tudo dos anos 80 e 90 ficaram muito datados. Mais datado que anos 60 ou 70. Mas tirando isso, o visual exagerado, umas caras e bocas pop e alguns clichês bem oitentistas, é um filme bem legal. A personagem é muito bacana, bem construída e vai se desenvolvendo de forma muito interessante no decorrer do filme. Uma espécie de Laranja Mecânica com Natural Born Killer as avessas. Gostei bastante.
Esse filme tem a cara de um filme Vintage. , apesar de ser feito em 90 , ele é muito datado no estilo anos 80, a trilha sonora , que é mais marcante no filme , é uma viagem no tempo..,muito new wave!.., o roteiro é bonzinho , elenco bom destaque para Anne Parrilaud , ume filme pra voltar no tempo.
Praticamente um "Laranja mecânica" às avessas (em que o Estado tira proveito da violência do indivíduo), mas sem o brilhantismo e a originalidade de Kubrick, prejudicado ainda pela atuação fora do tom da protagonista no primeiro ato (depois melhora) e pela previsibilidade com que algumas cenas são conduzidas (vide o treino de tiro ao alvo, a aula de karate e a missão especial em Veneza), o filme traz como centro de interesse a descoberta de que a exploração da feminilidade é sempre a mais eficiente das armas.
Não entendo porque no Brasil se encontra apenas o DVD da versão americana, que é um lixo. O filme original francês é o melhor. 100 vezes mais que a seria ou aquela coisa esquisita da Bridget Fonda. Simplesmente demais. Qualidade, dos atores, roteiro, direção e fotografia. Tudo é nota 10.
Espectacular. Anna Parillaud é excepcional no papel de Nikita, Tcheky Kario no papel do seu instrutor e "redentor", Jean Reno como o "nettoyeur". Até hoje o meu favorito do Luc Besson. Não precisou de efeitos especiais. Scenario excelente, ritmo constante, nada tão inverosímel. Suspense, ação, um pouco... de romance... Filme nota 10!!!
Meu Deus, esse filme é simplesmente maravilhoso! Foi por meio dele que conheci o brilhante trabalho de Besson pouco depois de seu lançamento no Brasil. Não dá para ficar comparando com a "versão" norte-americana ou ainda com o seriado mais enlatado ainda. O filme de Besson é o original. A questão crítica é que como ele foi filmado em lingua original (frances), a indústria se recusou a divulga-lo. Até porque nos EUA nao se assiste filme com legenda. Dublado, pior ainda! Assim tiveram a grande ideia de refilma-lo em ingles. Por isso, não ousem a compara-lo com cópias, ainda que mais bem elaboradas por conta do maior poder economico.
Excelente filme, o destaque maior vai para Anne Parillaud, que deu aula, ela é um amor. Os efeitos especiais não são os melhores do mundo do cinema, mas Luc conseguiu o que muitos diretores não conseguem, criar o roteiro, produzir e dirigir um filme tão original como esse!
Um filme decente dos anos 90, mas nem um pouco memorável. Luc Besson dirigindo o filme, opta por um caminho padrão e sem muito destaque, alguns usos de "slow motion" razoavelmente gratuitos, certos "close-ups" em determinadas situações e sequências de ação medianas quando necessário. Não chega a ser um trabalho de direção ruim, até porque ao seguir um direcionamento pouquíssimo inovador, Besson consegue escapar de problemas sérios, seja narrativos ou estéticos, que poderiam diminuir ainda mais o longa, mas apesar de tudo, Luc opta por um desenvolvimento de trama razoavelmente subversivo, ao focar bem mais na ''psique" e construção da protagonista, que na ação em sim, tornando o filme, um tanto inovador, de fato, um mérito que deve ser ressaltado.
O roteiro é interessante, apresenta uma história realista, com um "background" funcional para a organização por trás da trama. A partir do 2º ato, o enredo segue por um caminho até inesperado, mas o roteiro ainda funciona, sem perder o público, além de apresentar uma relativamente boa construção para os personagens principais, mas aqui com ressalvas.
Anne Parillaud entrega uma boa atuação como protagonista, sua Nikita, passa por uma evolução e amadurecimento durante a trama, a personagem, que desperta a antipatia do público logo nos primeiros minutos ao executar um crime hediondo, também consegue uma simpatia em algum momento do 2º ato, ao expor seu desejo por uma vida tranquila e longe da viôlencia que a tanto marcou, Parillaud também brilha nos momentos em que insere um lado vulnerável em sua personagem. Porém, é aqui que as ressalvas do roteiros surgem, a protagonista assume uma postura extremamente incoerente na reta final do 3º ato, tendo em vista sua "psique" desenvolvida até aquele momento, (sem spoilers) ela passa por um choque e passa a agir de forma desesperada, mas tal mudança é feita de forma bem sem sentido, tendo em vista tudo que ela já foi capaz de fazer.
Tchéky Karyo também funciona como Bob, o ator tem carisma, possui uma relação bem construída com a protagonista e tem motivações claras, mas o personagem (spoilers leves) a partir de determinado momento do filme, é tratado de forma caricaturamente "vilanesca" pelo roteiro e direção, em um arco bem mal-desenvolvido. Jean-Hugues Anglade, funciona como interesse amoroso de Nikita e também tem carisma, e Jean Reno tem relevância somente a partir do 3º ato, em uma atuação apenas funcional. A trilha sonora é funciona, e a fotografia é boa, com belas composições entre o branco, azul e vermelho.
Nikita é um bom filme esquecível, não é extremamente problemático, mas também não possui méritos suficientes para ser considerado memorável ou marcante, felizmente anos depois o cineasta, dirigiu o muito superior: Léon.
O roteiro é interessante, apresenta uma história realista, com um "background" funcional para a organização por trás da trama. A partir do 2º ato, o enredo segue por um caminho até inesperado, mas o roteiro ainda funciona, sem perder o público, além de apresentar uma relativamente boa construção para os personagens principais, mas aqui com ressalvas.
Anne Parillaud entrega uma boa atuação como protagonista, sua Nikita, passa por uma evolução e amadurecimento durante a trama, a personagem, que desperta a antipatia do público logo nos primeiros minutos ao executar um crime hediondo, também consegue uma simpatia em algum momento do 2º ato, ao expor seu desejo por uma vida tranquila e longe da viôlencia que a tanto marcou, Parillaud também brilha nos momentos em que insere um lado vulnerável em sua personagem. Porém, é aqui que as ressalvas do roteiros surgem, a protagonista assume uma postura extremamente incoerente na reta final do 3º ato, tendo em vista sua "psique" desenvolvida até aquele momento, (sem spoilers) ela passa por um choque e passa a agir de forma desesperada, mas tal mudança é feita de forma bem sem sentido, tendo em vista tudo que ela já foi capaz de fazer.
Tchéky Karyo também funciona como Bob, o ator tem carisma, possui uma relação bem construída com a protagonista e tem motivações claras, mas o personagem (spoilers leves) a partir de determinado momento do filme, é tratado de forma caricaturamente "vilanesca" pelo roteiro e direção, em um arco bem mal-desenvolvido. Jean-Hugues Anglade, funciona como interesse amoroso de Nikita e também tem carisma, e Jean Reno tem relevância somente a partir do 3º ato, em uma atuação apenas funcional. A trilha sonora é funciona, e a fotografia é boa, com belas composições entre o branco, azul e vermelho.
Nikita é um bom filme esquecível, não é extremamente problemático, mas também não possui méritos suficientes para ser considerado memorável ou marcante, felizmente anos depois o cineasta, dirigiu o muito superior: Léon.
Um filme arrasador! ação do começo ao fim.
além de mostrar o poder da sedução, da conquista, do sexo feminino.. sempre em busca dos seus objetivos..
além de mostrar o poder da sedução, da conquista, do sexo feminino.. sempre em busca dos seus objetivos..
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