Cruzada
Média
4,2
1549 notas

47 Críticas do usuário

5
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anônimo
Um visitante
4,0
Enviada em 25 de dezembro de 2019
Uma visão muito detalhada e intensa das Cruzadas, Kingdom of Heaven tem sucesso tanto em nível emocional, quanto nos temas apresentados e apenas pela espetacularidade da direção de arte já vale apena. Cada personagem da história tem profundidade suficiente para afetar os resultados do último ato do filme, e isso é uma coisa muito boa de se ver em um filme com essa escala e com um orçamento tão grande, nada parece apressado e tudo tem uma boa resolução. Os atores não apenas fazem um bom trabalho ao interpretar esses personagens, mas os olhos de Scott para os detalhes também ajudam a contar a história em um nível visual como ele nunca fez antes. Os temas da tolerância para com a religião podem parecer um pouco pesados, mas na verdade eu os leio como uma mensagem para a tolerância em geral e que é mostrada com o vasto elenco e suas interações. Cabe não acrescentar um pouco mais de profundidade a outros temas interessantes a serem explorados, dado o contexto, mas tudo é a favor do resultado final. Outras visualizações podem ajudar a melhorar o filme, já que algumas coisas podem parecer opacas demais na primeira assistida. Também temos que admitir o fato de Bloom ser um óbvio caso de ''miscasting'', mas o resto do elenco é tão bom(com destaque, claro, para Ed Norton) que você até releva...Outro destaque vai para o CGI magistralmente mesclado aos cenários reais. Um fantástico trabalho visual de Scott em boa forma, com cada quadro sendo algo estupendo de se olhar, nunca esquecendo sua mensagem principal e nunca confundindo espetacularidade forçada com narrativa.
Miguel Neto
Miguel Neto

75 seguidores 99 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 17 de fevereiro de 2015
Esse filme é um show para quem gosta de história. Cruzada ajuda a entender um pouco o clima de guerra entre religiões que persiste no oriente médio até os dias de hoje. Cenografia e figurinos excelentes. As cenas de guerra são convincentes e as estratégias críveis. Não bastasse tudo isso os diálogos são fortes e as mensagens poderosas.
O filme é um show de diplomacia, demonstração de caráter e respeito ao povo muçulmano.
Imperdível!!!
Vinipassos
Vinipassos

259 seguidores 178 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 6 de fevereiro de 2013
Filme chato? Oq? Vc podem achar chato pq não estudaram história, esse filme é incrível. Se alguns de vcs tivessem o mínimo de conhecimento das Guerras Cruzadas julgariam o filme de outra maneira.
A estória de filme é mt boa, o roteiro ajuda muito para o desenvolvimento correto dos fatos históricos e da trama.
As atuação são mt boas, principalmente a de Orlando Bloom, que se entregou totalmente ao papel e fez um ótimo trabalho, tanto ele como todos os demais, a Eva Green tbm ta ótima.
Todas as cena de batalhas são incríveis, destaque para a batalha final é espetacular e muito empolgante, com certeza uma das melhores da temática.

Não é preciso saber de História para ver esse filme, mas ter pelo menos uma base do que foi aquilo ajuda a não menosprezar esta obra que é mt boa. O pessoal precisa entender que as Guerras Cruzadas não eram sucessivas, existiram 8 cruzadas. Naquela época existia todo um respeito e diplomacia para a realização de Guerras.

Eu assisti esse filme mais de uma vez no Ginásio e fiz um trabalho sobre ele, com certeza um tive um visão muito maior que grande parte de vocês tiveram.
Alexandre C.
Alexandre C.

5.235 seguidores 525 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 8 de abril de 2019
Bom filme situado na idade média, uma bela história de amor cenas de guerra grandiosas e bem dirigidas, gostei de a Cruzada,.
Luiz Cappellano
Luiz Cappellano

62 seguidores 103 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 25 de abril de 2016
Neste filme existem retratos de valores que são específicos do feudalismo, da Idade Média, como a oposição entre os cristãos e os muçulmanos, o cavaleirismo (a cavalaria), os conceitos da honra e da fé. Existem algumas “cenas-chave”, que nos ajudam a entender ou que mudam o destino da história, como a visita de Godfrey e o reconhecimento de que Balian é seu filho; a investidura (quando Godfrey, antes de morrer, faz de Balian cavaleiro e barão de Ibelin); a luta e a conversa de Balian com o cavaleiro muçulmano; morte de Balduíno IV e coroação de Sybilla e Guy; Sybilla corta os cabelos (em sinal de arrependimento e contrição); no final, Balian segue a cavalo, e Sybilla a pé. Além das personagens principais há várias personagens secundárias, algumas históricas e outras criadas para o filme.
Giovane L.
Giovane L.

29 seguidores 28 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 10 de janeiro de 2013
o filme é mtt bom , devia ter mais reconhecimento , as batalhas tavam épicas , o filme é longo , mas vale a pena , pra quem gosta de filmes desse estilo , cruzada é um ótimo filme .
Marcia R.
Marcia R.

14 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de fevereiro de 2015
Todo o filme que retrata um período da história, merece ser assistido e discutido, pois no caso, deste filme, mostrou que já foi possível conviver pacificamente em Jerusalém. Apesar de longo, como a maioria dos filmes épicos, gostei do enredo, e gostei também da atuação de Orlando Bloom. Brilhante fotografia e trilha sonora pertinente a um grande clássico. Muito bom!
Ricardo L.
Ricardo L.

63.289 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 15 de abril de 2019
Filme que divide opiniões entre críticos e cinéfilos! particularmente acho um filme de qualidade com a seriedade da história leva o espectador para dentro da história e isso é muito positivo, aqui se tem energia. Claro que há falhas, como as atuações, que são de razoáveis para boas, como Orlando Bloom, Jeremy Irons, Liam Neeson, Michael Sheen, Edward Norton estão razoáveis e destaque para boa atuação e melhor do filme de Eva Green que além de linda está bem em seu papel. Cruzada não é nada de excepcional, mas tem boas qualidades.
Marcão
Marcão

23 seguidores 81 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de fevereiro de 2016
Quando chegou aos cinemas, Cruzada teve a responsabilidade de ser o primeiro grande lançamento do verão norte-americano, época geralmente reservada para as estreias dos blockbusters, ou seja, os filmes mais caros e com maiores expectativas de sucesso nas bilheterias. Com um orçamento estimado em US$ 130 milhões, no entanto, o filme terminou sua carreira tendo faturado cerca de um terço deste valor nos Estados Unidos – o que, não é preciso dizer, deixou muita gente decepcionada. No entanto, esta volta do diretor Ridley Scott ao discurso épico, estilo que o havia consagrado apenas cinco anos antes com o oscarizado Gladiador (2000), é muito mais do que um mero espetáculo visual. Afinal, o que temos aqui é uma produção marcada por sua mão eficiente, de grande apuro técnico e com um estrutura clássica que encontra ressonância entre os títulos mais estimados deste gênero.

Cruzada foi importante também para a carreira de Orlando Bloom, que após aparecer como coadjuvante em campeões de bilheteria como as sagas Piratas do Caribe e O Senhor dos Aneis, encontrou neste projeto sua primeira – e verdadeira – oportunidade como protagonista. Se antes ele havia sido ofuscado pelo humor descontrolado de Johnny Depp ou pelo impressionante cenário da Terra Média, desta vez a situação foi diferente, com uma expectativa muito maior sobre seus ombros. O resultado, entretanto, é um divisor de águas – e de forma não tão positiva quanto o esperado.
Bloom interpreta Baliam, filho bastardo do nobre Godfrey (Liam Neeson), que assume seu posto e sua herança após a morte deste. Baliam abandonou sua França natal, desiludido com o suicídio da esposa, e foi rumo a Jerusalém, no início dos anos 1200. Lá, já com terras e respeitado, ganha o status de amigo do rei leproso (Edward Norton, em participação irreconhecível), e assume a tarefa de defender a cidade do ataque dos muçulmanos após as mortes consecutivas do governante e de seu cunhado. Com a simpatia da rainha (Eva Green) e do general Tiberias (Jeremy Irons), Baliam vai lutar, principalmente, pela honra do seu povo, acima até dos interesses materiais.

Cruzada esteve durante anos vagando entre diversos estúdios de Hollywood e chegou a ter nomes como Arnold Schwarzenegger e James Cameron envolvidos. Porém, só conseguiu virar realidade quando Scott o assumiu. Seguindo um modelo atual de revigoração de narrativas grandiosas, impressiona pela visão realista das cenas de batalha, pelos cenários grandiosos e pelo olhar nada maniqueísta do conflito. Assim, coloca em evidência uma realidade que até hoje perdura indefinida, sem justos ou errados, e sim apenas com pontos de vistas próprios e distintos. O tema segue pertinente, e mesmo transfigurado para uma realidade de séculos atrás, ainda assim encontra ressonância no espectador de agora.
Se no quesito técnico o desempenho é exemplar, o mesmo não se pode dizer quanto à empatia do público. A escolha do protagonista é seu principal problema. Bloom não é um ator carismático, apesar do relativo talento que possui, aqui explorado como nunca antes pelas mãos de Scott. Mesmo assim, uma certa distância entre plateia e história se estabelece, criando uma relação fria e pouco envolvente entre esses dois pólos. Sem fazer com que o público se identifique e torça pelo protagonista, pouca coisa realmente relevante acontece, dando-se uma comunicação ineficaz com a audiência. E a causa disso fica óbvia a cada aparição do personagem principal.

Cruzada é um filme bonito, bem cuidado e produzido com cuidado, além de tratar de um tema importante de modo sério e pertinente. Um dos méritos da produção, aliás, é justamente o cuidado com a fidelidade histórica, ressaltada por pesquisadores como bastante acurada e precisa. Isso faz da obra mais do que mero entretenimento, mas também uma oportunidade de cultura e ensino. A se lamentar apenas o fato de que o equilíbrio entre esses dois lados não seja tão apurado, provocando uma distorção que incomoda mais do que deveria.
Sidney
Sidney

8.996 seguidores 636 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Muito bom o filme, um épico de tirar o folêgo.
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