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Um visitante
3,5
Enviada em 12 de novembro de 2013
Começa bem monótono mesmo e se mantém assim até a metade do filme. Dá vontade de desistir, mas você fica curioso a respeito da "agua negra" que brota do Ap acima. Gostei bastante do meio pro fim do filme. A Jennifer Connelly arrasa, como sempre. Só soube que o longa foi dirigido pelo Walter Salles nos créditos.
O cinema atualmente é uma arte sem fronteiras, que mistura diversos pontos de vista e, principalmente, diferentes culturas. “Água Negra” é um típico exemplo disto. O filme, além de ser baseado numa película japonesa do diretor Hideo Nakata (o mesmo que dirigiu “O Chamado 2”), é dirigido pelo brasileiro Walter Salles, foi escrito pelo mexicano Rafael Yglesias, é estrelado por um elenco formado por atores de diversas nacionalidades e foi produzido por norte-americanos.
Apesar disto, “Água Negra” é um filme tipicamente hollywoodiano, o que poderá desapontar os fãs do brasileiro Walter Salles, que fez aqui a sua estréia na direção de um longa produzido por Hollywood. Na realidade, quando assistimos “Água Negra” não reconhecemos nenhum traço de Walter; a única coisa no filme que remete ao diretor é o cuidado com as imagens, que, por sinal, foram belamente fotografadas por outro brasileiro, Affonso Beato, que costuma trabalhar nos filmes do diretor espanhol Pedro Almodóvar.
Em “Água Negra”, acompanhamos a história de Dahlia Williams (Jennifer Connelly), uma mulher que está passando pelo processo de divórcio do marido (Dougray Scott) e por uma difícil batalha pela custódia da única filha Cecilia. Dahlia tenta reiniciar sua vida e se muda com Cecilia para um apartamento na Ilha Roosevelt, que fica perto de Nova York. O apartamento para o qual mãe e filha se mudam tem pouco espaço e logo começa a apresentar uma série de fatos estranhos (vazamentos, goteiras, água poluída).
A partir daí, “Água Negra” vira mais uma daquelas novas versões de filmes de terror japoneses. O medo novamente é representado por uma menina que se ressente da mãe relapsa, por enormes quantidades de água que aparecem por todos os lados e pelo estranho aparecimento de mechas de cabelo na água encanada. Mas, ao contrário do filme japonês (que apela para imagens chocantes e assustadoras), Walter Salles apresenta “Água Negra” como um thriller psicológico ao ligar a história da menina Natasha (que atormenta a vida de Dahlia e Cecilia) com a da própria Dahlia, que, quando pequena, também foi esquecida e abandonada pela mãe alcoólatra.
Por isso, quem vai assistir “Água Negra” pensando que vai morrer de susto irá se decepcionar. Entretanto, quem já conhece a versão japonesa do filme vai gostar da nova interpretação de Walter Salles, pois o diretor fez o impossível: transformou um filme que era muito chato em uma película tolerável e, em alguns momentos, bastante intrigante.
Sempre admirei o trabalho da atriz Jennifer Connelly (Nóe). E ao assistir Água negra (2005) filme do diretor Brasileiro Walter Saller (diários de motocicleta) eu achei o filme muito ruim (porque só tinha assistido ao final), mas depois de um tempo resolvi assisti – lo completo e percebi que eu estava completamente errado sobre o filme ser ruim. – Eu o achei muito bom –, eu achei o filme muito bem feito e com um suspense muito bom, não que o filme chega “espetacular” mas sim! O filme é bom. E o bom roteiro e o elenco ajudaram o filme também. Também com a participação de John C. Reilly (Tudo por um furo). Recomendo.
O filme não tem mta ação, nem é do tipo quebra-cabeça cheio de enigmas, e o final é bem triste. Se o filme estiver passando na televisão, eu sugiro q assista, não será uma perda de tempo. Mas eu não aconselho à locar ou comprar esse filme, pois tem mtos filmes bem melhores do gênero.
Primeiro filme de Walter Salles em Hollywood, "Água Negra" é um suspense apenas mediano, refilmagem de um filme japonês de Hideo Nakata. Apesar das boas qualidades técnicas (fotografia e edição), o roteiro não ajuda e o filme torna-se chato e cansativo e bem previsível.
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