Sweeney Todd - O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet
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4,2
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76 Críticas do usuário

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Ricardo L.
Ricardo L.

63.042 seguidores 3.148 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 4 de maio de 2022
Ótimo musical! Johnny Depp protagoniza um dos melhores musicais da década, com cenas que misturam drama com comédia. Filmaço!
Sidney  M.
Sidney M.

29.729 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de agosto de 2018
Não sou fã de filmes musicais, mas este aqui é uma exceção. Ambientação, figurino, maquiagem, fotografia, e principalmente a trilha sonora são sensacionais. E o final então, surpreendente. Muito bom.
Marcelo S
Marcelo S

171 seguidores 139 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2017
Mais uma parceria da dupla Burton/Depp que dá certo, Sweeney Todd é um filme/musical de um conhecido conto norte americano que tem uma história triste e bem clichê até, com um final um tanto quanto inesperado. O filme foi vencedor do Oscar de Direção de arte, que é detalhista ao máximo no filme, o prêmio ficou em boas mãos, também achei o filme bem dirigido na minha opnião e cabia ao Tim Burton uma indicação... também levou um Globo de Ouro de Melhor Ator Musical/Comédia para Johnny Depp que vamos ser francos roubou a cena no filme, atuação impecável como só o Depp sabe fazer.

Eu destaco também Helena Bonham Carter, atriz competente, inteligente e bem teatral ao meu ver, neste filme as suas feições com sua personagem saltam á tela, ela tem uma interpretação de delicadez e força e bem detalhista, como se a personagem musical 'Mrs. Lovett' caísse com uma luva para ela.
A fotografia do filme também está ótima, escura como o filme pede, mas com vida nas cenas necessárias, intercalando bem os dois contrapostos.
Também ressalto o já saudoso Alan Rickman sempre competente, e o já ótimo Timothy Spall, sempre em papéis coadjuvantes, maléficos, mas de muita força, graças á sua interpretação marcante e conhecimento profundo da sétima arte.

Um ponto negativo para mim foi a curta participação do ótimo Sacha Baron Cohen, ele está perfeito e caricato no filme com um ótimo sotaque italiano, mas sua presença não passa de 15 minutos de filme, o que é muito pouco pra tanto talento mostrado.

É um ótimo musical, e as músicas grudam na sua cabeça... Nota 9...só porque achei piegas aquela quedinha do Anthony pela Johanna, não agregava em nada á trama, no meu ver.
Ricardo M.
Ricardo M.

13.427 seguidores 697 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 28 de fevereiro de 2017
Violência Barbada.

Não há dúvidas de que o estilo nada peculiar de Tim Burton já rendeu pérolas ao cinema, listar suas obras seria uma afronta ao fato de que esquecer uma ou outra tornar-se-ia imperdoável. Dentre seus trabalhos está divertido Sweeney Todd, produção esta que traz Johnny Depp no papel principal de um barbeiro que é "expulso" de Londres, deixando a esposa e filha para traz. 15 anos depois ele retorna e, com a ajuda da Sra. Lovett (Helena Bonham Carter), ele traçará uma violenta e definitiva vingança contra aquele que destruíram sua vida.

Logo de imediato já se percebe a mão pesada de Burton na ambientação, contendo tons sombrios, escuros e muitas vezes acinzentados para realçar a proposta narrativa da película. O conceito de vingança é tratado de forma pragmática, uma vez que já temos todo o prospecto do objetivo logo no começo, mas isso não se torna um problema, pois o bom roteiro de John Logan desenvolve de forma estrutural, mas pouco linear a história de Todd, deixando a construção da vingança mais "apetitosa".

A presença de Helena Bonham Carter também agrega grande valor ao filme, pois não somente seu visual, mas sua atitude em cena complementa de forma pontual a aliança feita com Todd, que ainda gera bons ingredientes para suas tortas. A trilha sonora orquestrada mantém o charme de época, contando também com suporte dos ótimos figurinos e ambientes claustrofóbicos em grande parte da produção.

Violento graficamente, mas divertido em seu resultado, SWEENEY TODD - O BARBEIRO DEMONÍACO DA RUA FLEET talvez peca em sua conclusão pouco inventiva, mas entretém de maneira generosa com canções que não cansam em seus quase 120min de duração.
Carlos Henrique S.
Carlos Henrique S.

13.751 seguidores 809 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 19 de maio de 2019
Um dos filme mais sangrentos e premiados do cineasta Tim Burton,Sweeney Todd é um musical daqueles que captam bem o terror e a música de maneira gótica e nada infantil.Essa se trata da 8° adaptação da história aos cinemas e nada melhor do que Tim Burton para trazer ela aos cinemas,primeiro que é uma história adulta e sombria de um barbeiro assassino e que envolve canibalismo,só isso já deixa o deslumbre do que esperar,o filme é energético e tem boas canções no decorrer que dão força a narrativa totalmente obscura e enervante.O filme foi bastante premiado na época e venceu prêmios merecidas já que a parte técnica é impecável e é uma recompensa visualmente ao espectador.O roteiro se baseia em uma história de vingança do barbeiro que teve sua vida mudada ao ser separado de sua esposa e sua filha graças a acusações falsas que o manterão preso por muitos anos,agora de volta a sua cidade ele quer reencontrar a sua família e busca vingança contra o juiz.Todo o enredo é muito bom,sabe captar o senso de ódio dos personagens que também tem boas atuações,de início parece apenas um musical,mas o desenrolar da trama prova o contrário com belos desdobramentos incluindo uma revelação de impacto no terceiro ato que é sensacional,é brindado com um fim bem executado e que te deixa com gostinho de quero mais.O elenco está perfeito,Jhonny Depp é caricato e fúnebre mas sombrio e Helena Bonham Carter, Alan Rickman dão um senso de raiva e malícia que caem bem no filme.A direção de arte é impecável,com seus figurinos e caracterização incríveis e uma fotografia totalmente angustiante e gótica ,e é um dos melhores tecnicamente do Burton.
Fernando Henrique S.
Fernando Henrique S.

9 seguidores 21 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 7 de novembro de 2015
Tim Burton sempre foi meio louco e experimental, sua cumplicidade com Deep faz desse clássico da ópera um insight com sentido filosófico em questões de conduta e moral.
Estevan Magno
Estevan Magno

5.240 seguidores 490 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de dezembro de 2013
Gostei muito do roteiro, da LINDA fotografia, da trilha sonora, e das boas atuações de todos, até mesmo Tim Burton. Um musical bem feito, forte e bem exagerado, mas não compromete o filme da um "quê" a mais a esta bela película musical.
anônimo
Um visitante
4,0
Enviada em 20 de abril de 2019
Visual deslumbrante, direção de arte impecável(como outros vários de Burton). Dá uma barriguadinha lá pelo meio, mas nada que quebre o ritmo. Uma trama esquemática desenvolvida de maneira previsível, compensada pelas boas sequencias musicais. Depp simplesmente arrasa no papel, o elenco coadjuvante também não deixa por menos. Sweeney Todd é agradável e deslumbrante, no entanto sofre de uma trama um tanto confusa e até nonsense em alguns momentos. Tirando esses probleminhas, um belo filme.
Ana Karla C.
Ana Karla C.

17 seguidores 6 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 25 de dezembro de 2013
Que Johnny Depp e Tim Burton são impecáveis juntos isso todo mundo já sabe, mas um musical? Bom é isso que Burton e Depp nos trazem em Sweeney Todd- O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet um musical que envolve terror, suspense e drama. Com um elenco fantástico envolvendo Helena Bonham Carter, Alan Rickman, Timothy Spall, Sacha Baron Cohen e outros. Sweeney Todd é forte e envolvente e tem uma cenografia impecável onde Burton explora bem o lado obscuro de uma antiga Londres. Sweeney Todd ou Benjamin Barker (Johnny Depp) volta em busca de vingança depois de perder esposa e filha para o juiz da cidade Turpin (Alan Rickman) e ter sido condenado a prisão perpétua por um crime que não cometeu. Ao voltar já como Sweeney Todd encontra a Sra. Lovett (Helena Bonham Carter) com quem faz parceria e dá inicio a sua tão sonhada vingança. O filme depois de um tempo pode se tornar cansativo por talvez ter um pouco de exagero no musical, mas enfim o filme é ótimo com uma fotografia bem feita, figurinos belíssimos e com um final que vale a pena ser visto.
Tiago Luiz Bubniak
Tiago Luiz Bubniak

14 seguidores 16 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de julho de 2012
Edward às avessas

Sweeney Todd – O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet, de Tim Burton, mescla sangue e música numa história movida pela vingança. E pelo lirismo

É (quase) sempre noite neste filme de Tim Burton. Em mais esta parceria com o ator Johnny Depp, o diretor cria um mundo obscuro, marcado por um tom azul capaz de fazer com que todos adentrem no universo noturno – e soturno – do barbeiro injustiçado e sedento de vingança a qualquer preço. Em Sweeney Todd – O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet, Tim Burton transforma Johnny Depp em um novo Edward. Mas ao invés das tesouras, há navalhas com cabo de prata. E ao contrário da ingenuidade da fábula do início dos anos 90, agora há muito amargor, ódio e, como consequência disso tudo, abundância de sangue. A mescla de sangue e música conta a história do barbeiro Benjamin Barker. Após passar muitos anos preso injustamente, ele retorna com a intenção de vingar-se do juiz Turpin (Alan Rickman), que roubou sua amada e o lançou na prisão num estalar de dedos. Na verdade, não havia crime algum contra o barbeiro. Ao voltar para a Rua Fleet, em Londres, Barker encontra o andar de baixo de sua residência ocupado pela senhora Lovett (Helena Bonham Carter), confeiteira que faz as piores tortas da cidade. Agora autodeclarado Sweeney Todd, Barker reocupa seu lugar. Mas a forma como acaba o ato de fazer a barba dos clientes é apenas pretexto para atenuar a sede intensa de vingança até que a maior meta de sua vida seja alcançada. Enquanto esse apogeu não acontece, seu desejo de retaliação faz muitas vítimas e, de certa forma, espalha-se pela cidade. Isso porque nasce uma simbiose entre Todd e Lovett. Ele intensifica seus sentimentos mais rancorosos, ela atenua os percalços nos negócios. Enquanto ele, em cima, assassina e lança suas vítimas para o andar inferior, ela, embaixo, aproveita a carne fresca como principal ingrediente das tortas. O recheio misterioso faz sucesso, a loja fica lotada de fregueses e a cidade torna-se um antro de antropófagos, mesmo que involuntários. Sem saber, todos acabam partilhando do apetite de Todd por vingança. A interpretação desse ingrediente da trama pode ir além. É como se o casal provocasse, por meio da morte, uma ruptura nos limites das classes sociais. Ao tecerem conjecturas sobre quais seriam suas vítimas, Todd e Lovett ignoram distinções estipuladas pelas convenções sociais. Abastados e miseráveis compõem o mesmo cardápio e são servidos para abastados e miseráveis. “Não separaremos os grandes dos pequenos. Serviremos qualquer um para qualquer um”, afirmam. A frieza do barbeiro demoníaco da Rua Fleet é demonstrada de modo insistente, seja primeiramente pela interpretação do ator, seja pela iluminação, maquiagem e pelo encadeamento do roteiro. Uma das cenas mais emblemáticas disso é o reencontro de Todd com suas navalhas, carinhosamente por ele chamadas de “amigas”. Enquanto ele canta evidenciando profundo afeto pelos instrumentos frios e cortantes, a anfitriã confeiteira igualmente demonstra sentimento profundo pelo barbeiro. As palavras por ele cantadas às navalhas são praticamente as mesmas entoadas por Lovett a Todd: enquanto ele ama as navalhas, Lovett ama o ser humano que as impunha. Todd, inclusive, só retoma a consciência de que está acompanhado de uma pessoa quando vê o reflexo de Lovett na lâmina. Mas opta pela segunda em detrimento da primeira ao ordenar com o rancor habitual: “Deixe-me!” Essa cena torna-se ainda mais emblemática em seu final. As navalhas com cabo de prata funcionam como uma extensão do próprio corpo de Todd. A analogia com Edward – Mãos de Tesoura delineia-se de modo mais acentuado quando o barbeiro empunha uma das navalhas e afirma: “Finalmente meu braço está completo de novo”. Reunindo atores cuidadosamente ensaiados, composição artística louvável e um roteiro bem elaborado, Sweeney Todd… consegue provocar um resultado estranho, aparentemente contraditório: é capaz de ser poético mesmo em meio ao terror que permeia a narrativa. Dessa forma, pode ser capaz de agradar a gregos e troianos. Ou melhor: a fãs de drama, terror, musical ou de todos esses gêneros ao mesmo tempo. Tiago Luiz Bubniak
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