Média
4,2
114 notas
5
3 críticas
4
1 crítica
3
1 crítica
2
0 crítica
1
1 crítica
0
0 crítica
Organizar por
Filtrar por:
Tudo
No dia 12 de junho de 2000, às 14hs20m, um ônibus cheio de passageiros é sequestrado no Rio de Janeiro, em plena luz do dia. O sequestrador, Sandro do Nascimento aterroriza suas vítimas durante 4 horas e meia enquanto todo o país assiste ao drama transmitido ao vivo pela TV brasileira. Baseado em uma extensa pesquisa sobre a cobertura do crime, com entrevistas e documentos oficiais, Ônibus 174 é uma investigação cuidadosa do sequestro, focalizando Sandro do Nascimento, sua infância, o processo de exclusão social por que passou a transformação da criança de rua em bandido, e o abandono das autoridades aos marginalizados o que leva sempre à violência. Um destino inexoravelmente inevitável. Dirigido pelo genial José Padilha e Marcos Prado, com coprodução de Felipe Lacerda o documentário recebeu quatro indicações ao Grande Prêmio Cinema Brasil de 2003: melhor roteiro original, melhor documentário, melhor som e melhor montagem. Foi premiado como melhor documentário no Festival de Havana, Festival Internacional de Cinema do Rio de Janeiro, Mostra Internacional de Cinema São Paulo e venceu o Emmy Awards de 2005. Considerado pela Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine) um dos 100 melhores filmes brasileiros de todos os tempos.
Mais um documentario "Bandido Herói". O documentário em si é muito bem feito, mas daí a aceitar um MARGINAL daquele, capaz de matar, como um coitadinho, vítima de uma sociedade injusta, pelo amor de Deus. O único erro da PM foi não tê-lo matado na hora certa."
Era mas um capítulo horroroso de muitos outros em que a sociedade brasileira vivia.O ônibus 174 ficou marcado como um dos mas tensos acontecimentos,e graças a Felipe Lacerda e José Padilha,o conto foi para as telonas.O documentário vai onde todos queriam saber,a vida antes do atentado,sobre a vida do jovem Sandro.Desde de sua saída de casa,morte de sua mãe,ainda na infância e chegando até a convivência na rua.É tenso,pois,a história vai fundo nos acontecimentos do rapaz.
Partindo para a parte dentro do ônibus,o clima parece que fica ainda mas tenso.A cada momento,vimos Sandro fazendo ameaças e gesticulando,mesmo tendo visto as cenas milhares de vezes nos telejornais,a gente ainda ficamos boquiabertos com a situação.Os depoimentos das vítimas são impressionantes,bem melhores do que o dos jornalistas e dos profissionais da área envolvido no caso daquele dia.As vítimas nos passa muito mas firmeza do fato,e viajamos nas palavras delas.No fim,ainda temos a sensação do que foi feito poderia ter sido de uma maneira diferente.A sensação de raiva dos populares após o acontecimento,foi algo prazeroso de ver.
Partindo para a parte dentro do ônibus,o clima parece que fica ainda mas tenso.A cada momento,vimos Sandro fazendo ameaças e gesticulando,mesmo tendo visto as cenas milhares de vezes nos telejornais,a gente ainda ficamos boquiabertos com a situação.Os depoimentos das vítimas são impressionantes,bem melhores do que o dos jornalistas e dos profissionais da área envolvido no caso daquele dia.As vítimas nos passa muito mas firmeza do fato,e viajamos nas palavras delas.No fim,ainda temos a sensação do que foi feito poderia ter sido de uma maneira diferente.A sensação de raiva dos populares após o acontecimento,foi algo prazeroso de ver.
O documentário “Ônibus 174”, dos diretores José Padilha e Felipe Lacerda, trata de um episódio marcante da história recente da violência carioca: o seqüestro do ônibus de linha 174, no dia 12 de junho de 2000.
A história por trás de Sandro “Mancha”, o autor do crime, é igual à de muitos outros que acabam enveredando por essa vida. Filho de pai desconhecido, Sandro vê a sua vida dar um giro de 360 graus quando ele presenciou o assassinato de sua mãe, uma comerciante. Este acontecimento fez com que Sandro abandonasse a casa da tia materna (que passou a ter a sua guarda) e fosse morar na rua. A vida de Sandro nesse novo ambiente não foi fácil: ele sofreu com abusos, com o uso de drogas, com prisões e fugas, com idas a reformatórios e com o testemunho de outro acontecimento trágico (o massacre de amigos seus na igreja da Candelária).
Todas estas nuances são apresentadas por José Padilha e Felipe Lacerda à platéia através da divisão do documentário em partes. Os diretores enriquecem o documentário com depoimentos de pessoas que conheciam Sandro, que estiveram na cena do seqüestro trabalhando (seja na imprensa ou no corpo de policiais) e que eram mantidos como reféns dentro do ônibus. O resultado é um filme que indigna, que nos mostra o quanto estamos desprotegidos e – o que é mais preocupante – que revela o fato de que a violência hoje em dia faz tanta parte de nossa vida como o hábito de escovar os dentes e se alimentar.
A história por trás de Sandro “Mancha”, o autor do crime, é igual à de muitos outros que acabam enveredando por essa vida. Filho de pai desconhecido, Sandro vê a sua vida dar um giro de 360 graus quando ele presenciou o assassinato de sua mãe, uma comerciante. Este acontecimento fez com que Sandro abandonasse a casa da tia materna (que passou a ter a sua guarda) e fosse morar na rua. A vida de Sandro nesse novo ambiente não foi fácil: ele sofreu com abusos, com o uso de drogas, com prisões e fugas, com idas a reformatórios e com o testemunho de outro acontecimento trágico (o massacre de amigos seus na igreja da Candelária).
Todas estas nuances são apresentadas por José Padilha e Felipe Lacerda à platéia através da divisão do documentário em partes. Os diretores enriquecem o documentário com depoimentos de pessoas que conheciam Sandro, que estiveram na cena do seqüestro trabalhando (seja na imprensa ou no corpo de policiais) e que eram mantidos como reféns dentro do ônibus. O resultado é um filme que indigna, que nos mostra o quanto estamos desprotegidos e – o que é mais preocupante – que revela o fato de que a violência hoje em dia faz tanta parte de nossa vida como o hábito de escovar os dentes e se alimentar.
Excelente doc de José Padilha, um de nossos melhores diretores. Contundente, sério e minucioso. A tragédia do sequestro de um ônibus na Zona Sul do Rio de Janeiro sendo contada de forma a retratar a "invisibilidade" dos meninos de rua, e os horrores de suas história de vida. O sequestrador, na infância, assistiu à sua mãe ser degolada na porta de sua casa, e anos depois esteve entre os meninos da chamada "chacina da Candelária", onde 8 adolescentes foram gratuitamente assassinados por policiais militares. No filme, destaque para a cena em q o sequestrador, mesmo drogado, liberta um jovem universitário, para q este possa estudar.
O documentário relata com detalhes a tragédia de 2000, só que consegue alertar para problemas sociais com a própria história do assassino, como ter sido garoto de rua, drogas e maus tratos nas penitenciárias. Muito boa a quantidade de informações à vida do Sandro apesar de confundir um pouco, mas era isso mesmo era uma vida confusa, perdeu a mãe, morou com a tia, foi pras ruas, foi preso várias vezes, e depois morou com outra mãe de criação, ok. E terminou numa tragédia televisionada ao vivo pra todo Brasil. Os depoimentos esclarecem bastante os fatos e a intercalação da tragédia com o passado são bons, sem se dividir só em um assunto.
- As últimas críticas do AdoroCinema
- Melhores filmes
- Melhores filmes de acordo a imprensa