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Rosana Botafogo
9 seguidores
189 críticas
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3,5
Enviada em 3 de janeiro de 2025
Um road movie de comédia dramática (procurando o drama), não tão bom quanto o maravilhoso e biográfico “O Julgamento de Paris”, mas um excelente filmes para os amantes de vinho, a mim, apenas um passatempo, quase chatinho… Ao criticar o Merlot, desacelerou as vendas e preço caiu, enquanto alavancou as vendas de Pinot noir, e no consumo de vinho em geral nos EUA. Tem um quê de poesia, pouco drama, muitos vinhos e algum p3n1s e safadezas, ordinário, mas engraçadinho...
Vim assistir após assistir Os Rejeitados, também de Alexander Payne com Paul Giamatti. Mas é um filme comum. Não é ruim, pra certos gostos pode ser considerado bom. Apenas não achei nada demais.
Paul Giamatti, Thomas Haden Church, e Virginia Madsen estrelam o filme ganhador de melhor roteiro adaptado do óscar daquele ano muito merecido, haja vista que sua história é atrativa e muito inscrita. Muito bom mesmo.
No geral, o filme é legal. Os momentos maçantes em que os personagens externam sua paixão pelos vinhos são compensados por algumas cenas muito divertidas.
Vale, sim, todo o tempo que você tiver. É um filme que venceu o Óscar de Melhor Roteiro Adaptado e é, por isso, bastante contestado. Por muitas razões, algumas pessoas podem achar que esse filme seja comum demais para figurar entre os filmes de melhor roteiro (talvez você pense, inclusive, que se trata de um filme monótono, todavia, para aqueles que já se atreveram a assistir a todos os filmes indicados ao Óscar, você perceberá que nem todos são efetivamente agradáveis ou atrativos, ou divertidos, pois a banca que compõe Óscar se propõe a premiar os filmes mais ousados, os que possuem mensagens atuais e, sobretudo, tem a tarefa complexa de procurar filmes que conseguem se pôr no entremeio entre o cinema de arte e o cinema convencional, produzido para o grande público; logo, não costuma se ater a filmes obscuros, que não cativaram seu público, porquanto não se tornaram suficientemente conhecidos. E, nessa caso, aconteceu exatamente isso. Um filme sem grandes ambições, que explora o universo dos vinhos e o transforma em uma ponte para nos aproximar dos protagonistas. Desde o princípio, você é fisgado pelo número absurdo de curiosidades a respeito de vinhos, informações que, de fato, eu não conhecia e considerei bem construtivo para o meu repertório, porém, ainda que você não se interesse pelo assunto, os diálogos prendem a atenção e justificam a viagem dos dois personagens principais ao âmago do universo vínico. Eles revelam absolutamente nada acerca dos sentimentos dos personagens, das suas motivações, dos seus problemas; em vez disso, tergiversa, dá voltas e, por fim, conta um pouco das suas personalidades sem falar uma palavra sobre isso. Um exemplo é um determinado diálogo do filme, em que o protagonista revela as razões de sua paixão pelo vinho, utilizando metáforas e analogias bem construídas e coerentes em todo os aspectos. Afora isso, o ritmo do filme não decepciona. Sempre há algo acontecendo e, por menor que seja, mantém você entretido até a conclusão, a qual surge sem alarde, não é grandiosa ou ambiciosa, como se expectava, mas é tão singela que me emocionou levemente e me fez sair do filme satisfeito.
Gostei muito do filme, da forma com que o personagem de Paul Giamatti se esconde de suas dificuldades existenciais, da personalidade que age sempre negativamente quando é confrontado com os seus problemas de rejeição, baixa estima e perfil derrotado, em contraste com o artista bonitão e alto astral. Deve ter sido difícil fazer uma dupla de viagem com um cara desses, ainda mais quando se é o seu inverso. O que ele tinha a oferecer? O conhecimento sobre vinhos e a sua companhia. Não sabia se tinha inveja ou preocupação com o amigo. Valeu por essa visão psicológica do argumento. Um abraço.
Um filme para quem gosta de vinhos, belos visuais e tem saudades dos seus amigos de faculdade. Sem dramas, estresse ou adrenalina, bom para curtir a leveza da vida
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