A Vila
Média
3,8
1073 notas

53 Críticas do usuário

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17 críticas
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samukagoes
samukagoes

12 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 28 de fevereiro de 2026
À primeira vez que assisti, estava muito sugestionado pela propaganda que a televisão fez dele, além da influência - não inteligente - que eu tinha ainda do Sexto Sentido (que pra mim é o melhor suspense da história do cinema). Então eu fui para o filme esperando muito, mesmo que não tivesse gostado muito de Corpo Fechado. Quando terminei de ver, tive vontade de quebrar o DVD alugado à época. Fiquei extremamente decepcionado, mas eu não sabia o porquê. Anos depois, graças ao bom deus e à minha inteligência, resolvo dar uma outra chance ao filme e, meus amigos, eu simplesmente chorei assistindo. É de uma delicadeza, é de uma sutileza, as atuações são tão imensamente bem feitas que eu fui às lágrimas, sobretudo na cena em que a personagem do Joaquim Phoenix se declara à personagem da Bryce Dallas Howard. É de uma beleza gigantesca. Afora isso, a trama é tão bem feita que parece escapar o tempo inteiro da gente. Aprendi com esse filme que há dias e dias para a gente assistir a um filme. Depende muito do nosso estado de espírito. ASSISTAM ESSE FILME SABENDO QUE O SUSPENSE PODE SIM SER DELICADO E PROFUNDAMENTE SENTIMENTAL. UMA OBRA-PRIMA, quase tão boa quanto o sexto sentido do mesmo diretor.
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 887 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 20 de março de 2025
A vila foi dirigido e roteirizado por M. Night Shyamalan. Vale lembrar que o filme foi indicado ao oscar de 2005 na categoria de melhor trilha sonora original. Ambientado no final do século XIX, o filme conta a história de um vilarejo cercado por uma densa floresta na qual os seus moradores temem que perigosos monstros vivem lá. Porém, caso os moradores não entrem na floresta nada irá acontecer com nenhum deles. Com essa premissa somos apresentados a Lucius (Joaquin Phoenix), um jovem rapaz que está apaixonado e irá se casar com Ivy (Bryce Dallas Howard foi sua estreia nas telas), uma deficiente visual. Porém Lucius é gravemente ferido pelo irmão de Ivy, Noah (Adrien Brody) e agora Ivy para salvar o amor de sua vida decide atravessar a floresta em busca da cidade mais próxima para conseguir remédios. Shymalan procura seguir aqui a sua receita básica após “O sexto sentido”: um final surpreendente. Porém, a grande novidade em suas obras, após o seu grande sucesso, é de buscar dentro da fantasia retirar o mais próximo do humano, isto é, seus traumas e medos. Para isso, o cineasta apostou mais na ambientação e menos em diálogos. Aqui somos apresentados em 3 reviravoltas, na qual 2 delas já era esperado antes mesmo de assistir o filme. A terceira reviravolta em a ver com o tempo e essa sim surpreendeu, mas esperávamos mais do final. Percebe-se uma oscilação entre o suspense e o romance (este último parece não funcionar muito bem), mas a forma como a direção consegue mudar a chave entre os gêneros, é algo interessante. O elenco renomado ajudou na construção do filme.
Fabio Souza
Fabio Souza

1 seguidor 26 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 4 de fevereiro de 2024
Quase uma obra prima, filme obrigatório! É uma alegoria moderna da caverna de Platão, que se encaixa perfeitamente à história da humanidade. Em resumo o filme trata de uma pequena vila nos anos 1.800 que é assombrada por criaturas que vivem na floresta que os cerca. O desenvolvimento não tem terror e tampouco suspense, mas uma bonita história de amor que beira a ingenuidade. O ritmo é bem lento e pode parecer desinteressante, mas é peça chave pra entender o contexto e, principalmente, o plot twist. É a melhor obra do diretor, pois, faz refletir, encantar e libertar. Por mais absurda que pareça a condição que os moradores passam, encontramos facilmente exemplos contemporâneos na Coreia do Norte, Cuba, Nicarágua, Venezuela e, tudo indica, no Brasil também. Recomendadíssimo!!!
alexandre Cunha
alexandre Cunha

37 seguidores 6 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 25 de junho de 2020
Filmaço entre os meus top tem fácil, o filme tem muitas lições e suspense na medida, imperdível, não dá pra entender como alguém pode fazer uma crítica ruim deste filme!
edumkono
edumkono

9 seguidores 56 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 4 de setembro de 2019
Eu já ouvi dizer que esse filme foi um fracasso de público, mas eu simplesmente achei fantástico. É um filme que te prende e tem uma história bacana. Tem pitadas de drama e tensão e o final, por mais que seja, digamos...disruptivo, como daqueles mistérios de fazenda que no final se tornam coisas alienígenas (não é spoiler) faz muito sentido. Muito bom!
Caio M
Caio M

17 seguidores 87 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de julho de 2019
Amo este filme, acho à história muito boa, o cenário perfeito com várias personalidades diferentes, um excelente filme.
Ericlen
Ericlen

1 seguidor 3 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 2 de janeiro de 2014
A utilização do medo como artifício para a manutenção de uma sociedade....Infelizmente, vejo esse "filme" todos os dias...
Mateus F.
Mateus F.

40 seguidores 77 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 17 de setembro de 2013
Talvez um filme não muito cativante, mas inteligente! Metafórico ao extremo. É preciso pensar diferente sobre o que o filme passa. A ignorância do ser humano misturada com a inocência, a virtude e o amor; o medo de ser quem somos a ponto de se isolar de uma sociedade exterior. A trama da vila e dos monstros por fora dela mantendo trancada aquelas pessoas dentro de um mundo confortável; mas mesquinho, serve de exemplo para muitos eventos cotidianos da nossa vida. Uma obra para se apreciar, pois nela há várias mensagens escondidas.
Kamila A.
Kamila A.

7.940 seguidores 816 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 11 de setembro de 2013
Depois dos ataques terroristas de 11 de Setembro de 2001, os Estados Unidos, ao que parece, viraram um país sitiado, que vive recluso, à espera da próxima – e nova – ameaça. Seus habitantes também adotaram uma postura similar ao se afastarem uns dos outros, com medo de que o ser ao seu lado seja o próximo – ou novo – agente de destruição e dor. A vila que é mostrada pelo diretor M. Night Shyamalan em filme escrito e dirigido por ele mesmo em 2004 pode ser considerada como uma metáfora da situação pela qual passaram os norte-americanos.

A vila fica localizada em uma parte isolada de uma montanha. Suas poucas casas e, consequentemente, seus reduzidos habitantes vivem de maneira reclusa e não interagem com membros de cidades mais próximas. Na vila, tudo é decorado com tons neutros e limpos (mesmo tom das roupas dos moradores) que, talvez, representem o baixo estado de espírito da população. E, assim como na vida real, eles lutam contra uma ameaça: a de criaturas que vivem no bosque situado em frente à comunidade. É estritamente proibida a passagem de membros dos dois grupos de um lado para o outro. Curiosamente, os habitantes da vila referem-se às criaturas do bosque como “aqueles sobre quem não devemos falar”. Ironicamente, eles são o único assunto da comunidade – seja nas casas, varandas, plantações e na Assembleia dos Dirigentes. Até mesmo o dia-a-dia deles segue cuidados rigorosos que evitam o contato com o outro lado.

A dinâmica das relações na vila segue o modelo que conhecemos na realidade. Existe o líder – Edward Walker (William Hurt), que reúne em si qualidades como compaixão e a capacidade de convencer bem os seus liderados –, os seguidores de Edward – os outros dirigentes da comunidade -, os bagunceiros – como o deficiente mental Noah Percy (Adrien Brody) – e os contestadores – como Lucius Hunt (Joaquin Phoenix), que querem ultrapassar as fronteiras do bosque com o intuito de defender o povoado. No meio deles, encontram-se as irmãs Kitty e Ivy (Bryce Dallas Howard, em sua estreia como atriz, em performance que poderemos considerar como a melhor coisa do filme), filhas de Edward e que servem de professoras para as crianças da comunidade. A aura de perfeição da vila ameaça estar com os seus dias contados quando uma série de acontecimentos começa a ocorrer (morte de crianças, moradores caem doentes, animais são mortos de forma cruéis e misteriosas, somados a atos de violência cometidos contra moradores do povoado). As redes que dominam as relações na vila se vêem, então, obrigadas a refletir sobre o seu modo de vida: de que adianta criar uma redoma de proteção contra a dor se ela, inevitavelmente, acaba alcançando a todos nós?

M. Night Shyamalan, sem dúvida, antes de sua carreira entrar em declínio, poderia ser considerado como um dos maiores especialistas em filmes de suspense do cinema recente. Em “A Vila”, ele repete sua fórmula ao realizar um filme intrigante e que se apóia nos pilares do gênero de suspense – como a boa música (merecidamente indicada ao Oscar 2005) e as performances do seu elenco. No entanto, o tiro, desta vez, infelizmente, saiu pela culatra e o público não se entusiasmou tanto assim pelo filme. Tudo bem que o segredo da vila é revelado na metade da história; mas, o filme de Shyamalan é mais do que um mero suspense. Ele nos diz que, mesmo nos piores momentos, o amor é o que nos segura e nos mantêm lutando. E é disso que nós e o mundo estamos precisando – basta que nós abaixemos as barreiras que não permitem que este sentimento nos alcance.
Estevan Magno
Estevan Magno

5.246 seguidores 490 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de julho de 2013
Após filmes de muito sucesso como O Sexto Sentido e Sinais, o diretor M. Night Shyamalan volta com um suspense épico e com um enredo arrebatador, com um elenco de estrelas e muita qualidade, Sigourney Weaver, Joaquin Phoenix, Willian Hurt fazem deste filme um clássico do cinema moderno. Nesta Vila onde não existe concorrência, não existe o capitalismo. As famílias são aterrorizadas por monstros que se vestem de vermelho e cercam a vila. Mas uma garota ao ver seu primeiro amor perdendo a vida resolve enfrentar o desafio de atravessar a floresta dos monstros e pegar medicamentos para seu amado. O filme é suspense do início ao fim, o roteiro é ótimo e os diálogos perfeitos. Surpresas inúmeras durante a história e até mesmo com atuações dignas de Oscar de Bryce Dallas Howard e Adrien Brody que estourou com seu personagem incrível em O Pianista, volta como um doente mental que se apaixona por Bryce e é capaz de loucuras. É impressionante ver até onde a criatividade humana é capaz de chegar para proteger o seu povo e aqueles que ama. Em A Vila o filme é de suspense mas a história é de muita energia e reflexão interior, recomendo à todos aqueles dispostos a assistir um bom filme e quem precisa de uma dose grande de coragem e amor, principalmente amor.
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