Sociedade dos Poetas Mortos
Média
4,6
3314 notas

110 Críticas do usuário

5
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Ricardo L.
Ricardo L.

63.291 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 4 de agosto de 2020
Obra prima dos incríveis anos 80! Robin Williams, Ethan Hawke e Robert Sean Leonard estrelam essa belíssima história de superação! Indicado a quatro óscar, sendo agraciado a melhor Roteiro, sendo absurdo não ter ganho para melhor filme, nenhum dos outros concorrentes chega aos pés desse obra maravilhosa. Um filme inesquecível.
Júnior S.
Júnior S.

1.193 seguidores 269 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 6 de agosto de 2016
Sem dúvida o filme definitivo de Robin Williams. O já icônico professor Keating simplesmente carrega o filme, mantém o público interessado na história. Peter Weir é um diretor virtuoso, seus filmes sempre divertem ao mesmo tempo em que carregam uma grande carga de dramaticidade, os personagens são delicados e desenvolvidos com inteligência. Weir só voltaria a alcançar este nível em O Show de Truman, também se ancorando em um personagem forte e marcante. Divertido e tocante, Dead Poets Society é tudo o que um bom filme dramático precisa ser.
Luana O.
Luana O.

764 seguidores 557 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 19 de janeiro de 2020
Uma belíssima história, contada com muita maestria. Roteiro, fotografia e atuação perfeitos. É tão convicto que os professores são capazes de fazer mudanças em seus alunos. Mais do que uma obra sobre amizade, companheirismo, ensinamentos, o filme contextualiza a poesia no nossa vida. Enfim, "Carpe Diem"
#NetoUlrich
#NetoUlrich

58 seguidores 93 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 3 de novembro de 2019
Um clássico do cinema... esse filme é maravilhoso.
Aprendi muito com o mesmo... a pensar que nem sempre o óbvio precisa ser óbvio.
A mudar o angulo de pensamento das coisas... e ver tudo de outro modo...um filme maravilhoso.
Ferris Bueller N.
Ferris Bueller N.

45 seguidores 94 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 6 de agosto de 2013
Apesar de ser chato e maniqueísta em alguns momentos, este filme possui passagens marcantes e um dos mais belos lemas que se pode ter: "Carpe Diem".
Rogerio S.
Rogerio S.

28 seguidores 24 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 18 de janeiro de 2015
perfeito esse filme.
lembro que assisti esse filme na escola e desde então nunca esqueci o carpen dien rs.
apenasumr
apenasumr

3.905 seguidores 449 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 27 de março de 2015
O Filme é expetacular,Eles conseguem equilibrar tudo,Vários adolecentes se divertindo com poesia e ao mesmo tempo também tem seu lado dramatico,Acho que todo mundo precisa ver este filme pelomenos 3 vezes.
Rosemary M.
Rosemary M.

11 seguidores 29 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 28 de dezembro de 2013
Assisti pela primeira vez, logo após o Oscar ao qual o filme concorreu.... O filme fala sobre um professor que utiliza métodos não convencionais para lecionar Poesia ( ou Literatura) em um colégio conservador para meninos.... com frases que marcaram o Cinema e se tornaram inesquecíveis: Carpem Diem e Capitão, Oh Capitão. spoiler: O que mais me marcou foi o sentimento de desespero, como se estivesse indo para uma pena de morte e sem opção de fuga, do personagem vivido por Robert Sean Leonard. Ocorreu quando o seu pai, não concordando por sua opção por se tornar ator, lhe informou que seria transferido para uma Academia Militar, para que ele enfim, se tornasse um médico. A única opção, que entendeu lhe restar, foi a morte. E a cena final....indescritível de tão forte, poética, bela e inspiradora. O professor Keating, mesmo punido pelo que não fez,
conseguiu o seu intento: se não todos, que alguns alunos se tornassem livres pensadores.
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 21 de fevereiro de 2025
Sociedade dos Poetas Mortos (1989), dirigido por Peter Weir e estrelado por Robin Williams, é um filme que transcende o tempo, explorando temas universais como individualidade, liberdade de expressão e a luta contra a opressão. Com um roteiro premiado de Tom Schulman, o filme se tornou um marco cultural, inspirando gerações a refletir sobre o significado da vida, a importância da arte e o poder da poesia. A obra é uma mistura de drama emocionante, crítica social e homenagem à beleza da literatura, mas também recebeu críticas por seu tom melodramático e simplificação de questões complexas.

O enredo se passa em 1959, na Welton Academy, um conservador internato masculino que preza tradição, honra e disciplina. A chegada do carismático professor John Keating (Robin Williams) desafia as normas rígidas da instituição, inspirando seus alunos a "aproveitar o dia" (carpe diem). Keating reintroduz os jovens à Sociedade dos Poetas Mortos, um grupo secreto que celebra a poesia e a liberdade de pensamento.

O filme aborda a tensão entre conformidade e individualidade, especialmente através do personagem Neil Perry (Robert Sean Leonard), um jovem talentoso que sonha em ser ator, mas é pressionado pelo pai a seguir carreira em medicina. A tragédia que se desenrola com o suicídio de Neil é um ponto crucial do filme, levantando questões sobre autoritarismo, falta de diálogo e a repressão de sonhos. A narrativa é comovente, mas alguns críticos argumentam que o roteiro cai no melodrama, simplificando conflitos complexos em uma dicotomia entre "bem" (Keating) e "mal" (a instituição e os pais).

Robin Williams entrega uma performance memorável como John Keating, equilibrando humor e profundidade emocional. Sua interpretação é contida, mas poderosa, destacando-se em cenas como a recitação de "Oh Captain! My Captain!" de Walt Whitman e o momento em que incentiva Todd Anderson (Ethan Hawke) a expressar-se através da poesia. Williams captura a essência de um professor inspirador, cujas lições vão além da sala de aula.

O elenco jovem também merece elogios. Ethan Hawke, em seu papel como Todd, o estudante tímido que descobre sua voz, é particularmente impressionante. Robert Sean Leonard, como Neil, transmite a angústia de um jovem preso entre suas aspirações e as expectativas familiares. A química entre os atores reforça a sensação de camaradagem e rebeldia que define o grupo.

O roteiro de Tom Schulman, vencedor do Oscar, é repleto de diálogos inspiradores e citações poéticas. Frases como "nós não escrevemos poesia porque achamos lindo, nós escrevemos poesia porque pertencemos à raça humana" ressoam profundamente, destacando a importância da arte como expressão da condição humana. No entanto, alguns críticos, como Roger Ebert, argumentam que o filme cai em clichês e banalidades, especialmente na representação simplista do conflito entre Keating e a administração da escola.

Apesar disso, o roteiro consegue capturar a essência da juventude: a busca por identidade, o desejo de liberdade e o medo do fracasso. A tragédia de Neil serve como um lembrete sombrio das consequências da repressão, enquanto o crescimento de Todd simboliza a esperança de que a individualidade pode triunfar.

A cinematografia de John Seale complementa perfeitamente o tom do filme. As cenas na caverna, onde os alunos se reúnem para recitar poesia, são envoltas em sombras e luzes de velas, criando uma atmosfera quase mística. As tomadas da paisagem de Vermont, com suas florestas e rios, contrastam com a rigidez da arquitetura da escola, simbolizando a liberdade que os alunos tanto desejam.

A cena final, em que os alunos se levantam em suas mesas para homenagear Keating, é visualmente impactante. A câmera captura a determinação nos rostos dos jovens, enquanto Keating olha para eles com orgulho e gratidão. É um momento poderoso que encapsula o tema central do filme: a coragem de desafiar as normas em nome da autenticidade.

A trilha sonora, composta por Maurice Jarre, é delicada e emocional, complementando as cenas sem dominá-las. O uso de músicas clássicas, como a "Ode à Alegria" de Beethoven, durante as reuniões da Sociedade dos Poetas Mortos, adiciona uma camada de grandiosidade e reverência à experiência dos personagens. A música reforça o tema da transcendência através da arte, conectando os jovens a algo maior que eles mesmos.

O final do filme é ambíguo e emocionalmente carregado. A partida de Keating, forçada pela administração da escola, é um momento de derrota, mas a homenagem dos alunos, que se levantam e recitam "Oh Captain! My Captain!", é um ato de resistência e lealdade. Esse gesto simboliza que as lições de Keating permanecerão com eles, mesmo que ele não esteja mais presente.

No entanto, o final também levanta questões sobre o impacto real de Keating. Enquanto alguns alunos, como Todd, parecem ter sido transformados, outros, como Cameron, permanecem conformados. A tragédia de Neil sugere que, apesar da inspiração de Keating, o sistema opressivo ainda tem um poder avassalador.

Sociedade dos Poetas Mortos é um filme que ressoa profundamente com aqueles que valorizam a individualidade e a liberdade de expressão. Suas mensagens sobre o poder da poesia e a importância de "aproveitar o dia" são atemporais, e as performances, especialmente a de Robin Williams, são inesquecíveis. No entanto, o filme não está isento de falhas. Seu tom melodramático e a simplificação de conflitos complexos podem afastar alguns espectadores.

Apesar disso, o filme permanece como um tributo à capacidade da arte de transformar vidas. Como Keating diz: "A linguagem foi desenvolvida por uma razão: para nos comunicarmos. E para nos comunicarmos com o máximo de paixão possível." Sociedade dos Poetas Mortos é, acima de tudo, um chamado para vivermos com paixão e autenticidade, mesmo diante das adversidades.
Fábio F.
Fábio F.

47 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de dezembro de 2012
" Um início duvidoso, um final emocionante" Excelente participação de Robin Willians e Ethan Hawker,
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